+37 km de ciclovias em São Paulo entre os centros comerciais

Placa Bike Ciclovia

Sampa deve ter mais 37 km de ciclovias no eixo oeste-sul. O anúncio feito pelo prefeito Fernando Haddad ocorreu durante a visita às obras da Operação Faria Lima e a divulgação do programa que visa à complementação e integração urbana dos sistemas viários existentes.
A faixa para bicicletas sairá do Largo da Batata até a Ponte João Dias, integrando os centros comerciais das avenidas Faria Lima, Luis Carlos Berrini, Chucri Zaidan e Água Espraiada. Dentro de 1 ano e meio as obras da ciclovia no trecho entre as avenidas Luis Carlos Berrini e Água Espraiada tem previsão de serem finalizadas. O novo trecho, compreendido entre o Largo da Batata e a Avenida Faria Lima, acabou de receber licença ambiental.
“Estaremos dando uma alternativa segura para o ciclista que hoje corre risco. Além da ciclovia da Marginal Pinheiros, paralela à linha da CPTM, teremos uma outra pelo meio da cidade. Serão duas opções, as duas muito prazerosas. Mas, na minha opinião, para quem usa a bicicleta para ir ao trabalho e não como lazer, (esta) aqui vai ser até mais importante como modal de transporte interligado”, disse Haddad.

Na França, funcionários são incentivados a ir ao trabalho de bike

Paris tem mais de 372 quilômetros de ciclovias. Na capital francesa, a bicicleta é um meio de transporte tão usado quanto o metrô e os ônibus.

Uma série de medidas para incentivar a população a usar bikes em vez de veículos motorizados foram anunciadas pelo governo francês. A principal mudança será feita pelas empresas. Elas pagarão pelo gasto no transporte de seus funcionários e, em troca, terão incentivos fiscais. O que é certo até agora é que cada empregado que aderir a medida ganhará 21 centavos de euros por quilômetro percorrido.

A iniciativa partiu do ministro dos Transportes, Thierry Mariani, que apresentada em Paris, foi resultado de um estudo encomendado ao deputado e prefeito do 15º distrito de Paris, Philippe Goujon. Na França, o percurso médio é de cinco quilômetros.

Mariani indicou que outras medidas serão analisadas, permitir que os ciclistas avancem o sinal vermelho quando, marcar as bicicletas para evitar roubos e construir mais ciclovias.

A idéia vai na contramão do nosso Brasil, onde mensalmente os números de emplacamento feito pelos Detrans espalhados pelo país são vistos como “medida da produção industrial”. Países que já passaram pela industrialização e estão adequando a realidade da pós-industrialização estão procurando meios de melhorar a vida de sua população.

Vi enquanto minha mãe assistia o Jornal da Band (Link para o vídeo da matéria logo abaixo)

http://www.band.uol.com.br/videos_embed.asp?id=14820224&w=620&h=380

Why I Love Bikes (Porque eu amo Bicicletas)

Não poderia deixar de ser diferente: com a correria do mundo moderno, e todos querendo pegar o caminho mais fácil para fazer as coisas. Em uma sociedade moderna, nem sempre o caminho mais fácil é o mais rápido (Nem o mais inteligente). Este pequeno vídeo mostra um dia normal de uma menina que vai para o trabalho/escola/etc. E pensa nas alternativas para se locomover. Logo se dá conta que ir de ônibus é mais custoso e demorado, e então opta pela magrela.
Claro que não estamos falando de São Paulo. O vídeo foi elaborado em Toronto, mas pelo andar da carruagem dos grandes centros paulistas, logo logo será mais rápido locomover-se de bike (mesmo que a médias distâncias) pela cidade do que qualquer outro meio.
Enjoy