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ÀS VEZES, DAR ERRADO FOI A COISA MAIS CERTA QUE PODERIA TER ACONTECIDO

Não, vinha vida não é um algodão doce como as expectativas geradas pelo post original que carrega esse título, mas ainda assim acreditei no resultado final. Parece que a chegada da Vivian, com toda sua indiferença e contradições trouxeram uma forma diferente de ver as coisas aos 46 minutos do jogo de 2016.

Tudo que poderia dar errado deu: eu gostava dela, ela: nem aí. Eu começava a criar expectativas sobre um relacionamento, ela nem imaginava nessa possibilidade. Eu a queria como uma namorada, ela nem como amigo me via. Bem, no fim das contas, aprendi com ela a sair mais, ver as coisas não como um fim, mas como um processo de tentar, errar, levantar a cabeça e seguir em frente. A Vivian foi o gatilho mental que eu precisava para curtir a vida em 2016: conhecer novos lugares, sair para ambiente que eu não me habituava a sair, aprender que mesmo que nada dê certo, você tentou, e fazer a trip mais louca que eu já pude fazer sem me programar direito: Japão.

Enfim, a vida é assim: um dia você está mal, no outro, pior ainda, mas é assim que a vida é. Vida que segue…

Ajuda

heartbreaker

Pessoal,

Estou procurando algumas formas de esquecer acontecimentos recentes, mas ainda não sei como fazer. A situação é a seguinte: em maio, conheci uma garota, muito simpática, divertida e alto astral. Começamos a nos conhecer por cerca de 20 dias, e tínhamos muita coisa em comum (interesses, passeios, área de atuação, etc.). Acontece que o cara aqui acabou criando expectativas muito, mas muito diferentes da realidade. É como se eu projetasse nela um perfil ideal de mulher que eu esperava. Foi aí que as coisas começaram a dar mal: a minha expectativa de que as coisas iam bem, e a dela de que na verdade, estávamos apenas conversando e nos conhecendo mais. Realmente um desalinhamento de expectativas. Foi aí que, depois de conversarmos mais sobre isso, acabamos cortando o contato, cada um voltou a tocar sua vida como sempre foi. E o cara aqui, sempre sentimental, vira e mexe acaba se perguntando onde ela está, se está feliz, etc.

Meu grande desafio com as mulheres com que tive algo (seja relacionamento ou sentimento) foi esquecê-las. Não sou muito adepto do “se envolver com outra pessoa para esquecer a anterior”, daí o tempo para esquecer acaba demorando mais do que o de costume.

Se alguém tem alguma dica ou sugestão de como superar esses tipos de problemas, por favor escreva nos comentários abaixo ou sugiram algo, blz?

Valeu!!!!

Matando o Desencantros

Alguns meses atrás tive a ideia de criar um Tumblr com microcontos sobre pequenas situações da vida sob diversos aspectos emocionais.

Hoje estou matando mais um Tumblr, para ganhar um pouco mais de tempo de vida. 🙂

Algumas peças do tumblr estão nesse post:

 


Casar ou comprar uma Bicicleta?

18 ou 21 Marchas?


Achei que era amor, mas era só mais uma canção


AMOR: CRTL+SHIFT+DEL


Amor: Erro 404


Azar no Jogo, Azar no Amor, e Sorte no Azar…


É tempo de cometer novos erros

E o meu erro foi te encontrar


– Entao é isso?

-Sim…

– Acabou?

– Exatamente!

– Houve Amor em algum momento?

– …

– … Nunca existiu.

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“Depois da primeira decepção, você começa a desconfiar de tudo e de todos” @AsCrises

Ela curtiu

Às vezes me lembro, vagamente, dos momentos em que sorrimos um para o outro. Ela me parecia verdadeira, autêntica. Um sorriso.

Os dias passam rapidamente. Quase não vejo mais os amigos e as flores.

…E as ruas…

Cercado por metais de todos os lados, visão periférica afetada pelos beeps e taps, por alguns instantes saio da vida real, e entro dentro o virtuoso mundo das vias neurais.

Eu e todos ao meu lado. Já não conversamos mais: Conversamos mas… seja o que for. O que está mais próximo é o ponto mais distante da rede.

Um dia desses à noite tentei entender porque as pessoas sentem necessidade uma das outras. Tentei lembrar dela, de algum indício que me faria acreditar que o sentimento dela era verdadeiro. Retrocedendo em minhas memórias e nos gestos mais simples e sutis que ela era capaz de fazer: Não encontrei.

Talvez eu tenha me enganado durante todo aquele tempo: Nós não existíamos. Existia o eu, e o ela. Sim, isso. Sim.

Ruas escuras e sons ultrapassam o fone e permeiam a caixa craniana. Cidades cheias de pessoas vazias. Redes cheias de pescados. Laiques e likes aleatórios pelos nós de uma sociedade doente. É isso que….

…..deixa…..

….pra.

<Esperança> Ano passado cheguei a pensar que o contrário existia. Chances, possibilidades. Quando fui AO (não DE) encontro dela, as paredes caíram. Senti naquele momento que não, ela também.

Eu nem a conhecia pessoalmente. Parecia a forma mais pura de contato que os últimos anos que havia permitido. Mas eu ouvia ao fundo uma voz que me di[zia]:

Esta é a sua última chance, meu amigo. Em caso 0 (False) e não -1 (True), saiba que não haverá ‘On error resume next. Apenas o ‘On error Go To 0.

Sim, foi. Melogr… sim! Tinha um sinal de wi-fi excelente. Nada mais. Barreiras sociais, culturais e wi-fis me impediam de prosseguir. Ainda assim o tonto aqui sentiu-se feliz por levá-la.

</Esperança>

Hoje chove, e como anos atrás, a chuva remonta aos momentos da vida. O que passou, o que passa e o que virá. Algumas tristes lembranças de uma farsa, um punhado de alegrias recortadas como fotos antigas corroídas pelo tempo e o tempo líquido se esvaindo pelas ruas esburacadas.

Dezembro também me deixou na dúvida: Ela realmente sentia isso? Era real? Por desconfiança, cortei. Não se ama a quem não lhe conhece plenamente.

Os amigos tentaram aquela lá de olhos puxados, mas existem preferências delas que eu nunca serei capaz de atendê-las.

Um pente de 2GB fora do case, pois o slot foi danificado e consequentemente estou rodando com menos memória.

…Eu deveria aprender mais com a minha CPU

Continue livre #Running

Algumas semanas atrás, ao voltar do trabalho, passei pelo parque das árvores, aqui perto de casa. Vi muitas pessoas correndo, despretensiosas, à noite, sem GPS nem roupas “apropriadas” para correr. Simplesmente corriam.

Eu tenho pena das pessoas que vêem uma atividade como algo subordinado à ela, como se já soubessem tudo sobre isso. Corredores que intimam os outros a correrem de tal forma ou alimentar-se deste jeito. Cada pessoa tem um comportamento diferente. Cada um corre à sua maneira. Vendo-os correndo, vi a liberdade de correr simplesmente por correr, sem necessidade de relógios, acessórios, tênis ou pessoas notando-os. Permaneçam livres…

~Paixão~ [Efemeridades]

Me apaixonei ontem, voltando para casa, entre as estações Hebraica-Rebouças e Morumbi. Ela adentrou a composição. Era linda, olhos amendoados, um nariz levemente arrebitado e lábios lindos. Era harmônica, e seus cabelos apresentavam uma leve ondulação que parecia que estava preso durante as horas anteriores.

Olhou pra mim uma vez, com aqueles olhos que derrubariam qualquer coração gelado, e estranhamente pareceu sentir algo em mim que chamou sua atenção. Sorriu.

Durante o trajeto, esteve sempre de costas, mas isso não a inibia de olhar através do reflexo. Eu também a olhei, e por instantes parecia que existia uma simples e pequena cumplicidade entre nós. Eu estava desarrumado. Ela estava linda.

Senti que poderia existir amor, ao menos entre algumas estações. Amor entre as estações de trem pode até acontecer. O que não acontece é amor entre as quatro estações do ano. 

Por uns instantes, me senti correspondido, e então acabou, assim como os sentimentos entre as pessoas. Ela se foi, e tudo voltou ao normal.

…da ausência dos sentidos

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Voltando para casa, eu posso notar,  mais do que qualquer outra pessoa, as sensações.

A cada olhar, um abraço apertado, sorrisos…

Gestos delicados de uma mulher a um rapaz, o cuidado com que as moças mexem no cabelo quado conversam com os homens. O olhar do cavalheiro ao oferecer passagem para as damas.
Pequenos gestos…

Hoje, e não só hoje: a muito tempo. Tenho visto estas pequenas demonstrações de afeto e carícias. Desde 2010, quando eu descobri que não fui feito para o amor, passei a sentir muito mais as sensações que o amor causa na gente. Tenho visto milhares de casais nestes três anos de solidão, e suas graduações de ternura e afeto.
Lábios próximos, toques. Mãos no pescoço, olhos fechados. Um simples toque no corpo do outro, como se uma pessoa pedisse a outra um pouco de proteção. São sinais que eu não recebo mais, mas posso ver em todos aqueles que tem um cúmplice no crime de amar.

De fato, a ausência aguça os sentidos. Assim posso dizer que sinto muito mais o amor agora do que quando estava acompanhado.

Confusão [Relacionamentos]

“…What a mess we made? Love is a losing game…”

Já dizia Amy Winehouse em suas músicas. Uma brincadeira sem maldade, acabara se tornando em uma novela. Algumas vezes em um triângulo amoroso bizarro, até porque não há qualquer tipo de relação entre os envolvidos. Apenas sentimentos. Confusos, estranhos e perdidos. O q fazer? Ontem recebi uma mensagem de uma amiga com umas verdades na cara. Não sabia se respondendo a altura, lamuriando sobre toda a minha vida, ou se parava e pensava sobre o que estava escrito. Arriscar-se novamente? Realmente não sei…

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