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5 lugares em São Paulo para você paquerar na vida real

O Yelp fez uma seleção de 5 lugares em Sampa que merecem destaque pelo clima mais despojado, propício à conversas e bom para conhecer pessoas novas. Eu já me comprometi de visitar ao menos dois desses lugares para ver como é realmente. Os 5 lugares estão listados abaixo:

  1. Noname Boteco – “O Noname é o melhor lugar pra juntar uma galerinha e estender o happy hour até depois da meia noite. Com decoração lúdica, nos finais de semana sempre lota” Layla L.
  2. Pitico – “É aquele lugar que qualquer pessoa curte… sem frescura, com uma galera bonita, preços acessíveis e ar descontraído com as cadeiras de praia, bancos e mesas espalhados. Um bom lugar para um esquenta e para paquerar também” Thais C.
  3. Mercearia São Pedro – “É aquele lugar que qualquer pessoa curte… sem frescura, com uma galera bonita, preços acessíveis e ar descontraído com as cadeiras de praia, bancos e mesas espalhados. Um bom lugar para um esquenta e para paquerar também” Thais C.
  4. Dona Flor Bar – “Se você procura um barzinho em Moema, com gente descolada, música ao vivo, comida e bebida boa, este é o lugar! Sábado a noite pra badalar, se divertir e paquerar!”
    Claudia M.
  5. Gracia – “As mesinhas de fora são legais para os grupos que não estão tão interessados em curtir o som. A faixa etária dos frequentadores é entre 22 e 28 anos, no máximo, todos bem apessoados. A minha Bloody Mary veio bem feita.”
    Carla M.

E você, conhece outros lugares bacanas por Sampa onde podemos conhecer gente nova? Sugira aqui também alguns lugares pois estou precisando conhecer 😛

 

YELP me ajudando a sair de casa :)

Quem me conhece pessoalmente sabe que nunca fui um cara de viajar muito. Nem de curtir badalações, postar fotos em restaurantes, expor minha vida pessoal para desconhecidos. E vim assim por uns bons anos, sempre utilizando apps que não-demonstrassem-coisas-demais-da-vida-alheia. Mesmo tentando manter certa descrição, eu era fã da antiga versão do Foursquare, principalmente porque eu corria, e a cada ponto ou descoberta nova pela cidade, eu fazia questão de dar check-in para marcar por onde já andei. Também gostava muito das recomendações que os amigos e outras pessoas faziam por lá. Era uma rede social de cunho geográfico que funcionava bem: você pesquisava os locais, via as recomendações primeiramente dos seus amigos, lia outras recomendações de pessoas que já estiveram lá e decidia quais eram os bons lugares, parecia bom demais para ser verdade…

E era mesmo… o que aconteceu alguns anos atrás foi a divisão do aplicativo em dois apps: um para check-in, e outro para as recomendações. Lembro até hoje que quando houve essa cisão, muitos usuários ferrenhos do app ficaram furiosos, e começaram a criticar essa mudança. E para mim, tínhamos total razão: não faz sentido ter um app apenas para Check-in (que é uma parte da experiência do local) e outra para recomendações, etc. Tudo estava ali, em um único lugar.

Foi aí que percebi uma queda acentuada na utilização, pois hoje você só faz check-in e coloca fotos, se quiser ler recomendações tem que ir para o Foursquare (que eu não instalei desde que houve o spin-off). Então ficamos órfãos da feature mais poderosa do app.

Até que…

Em maio, conheci uma garota pela internet, e começamos a conversar bastante sobre redes sociais, marketing, aplicativos, estilo de vida, etc. Durante essas conversas, ela me mostrou um app que até o momento eu não tinha ouvido falar. Ela também era sociaholic, usava muitos aplicativos, inclusive Foursquare e o Swarm, assim como eu. Estávamos conversando sobre a dificuldade de ter que gerenciar dois apps para essas coisas, e tal, e daí ela me mostrou o Yelp, app que promove interações sociais através das recomendações de diversos locais e com a função de usar o tão querido check-in. Eu, que sou muito crítico à sugestões (não costumo baixar tudo que me recomendam), gostei da proposta do serviço.

Tive a oportunidade de ser levado por essa garota a um evento físico que o Yelp promove entre seus usuários, e foi a partir daí que fui convencido do diferencial dessa rede: diferentemente do Swarm, que não possui representação ou contato físico por aí, o Yelp me parece muito mais “próximo” das pessoas, fazendo com que você resenhe, publique ou interaja com os usuários da rede, esse tipo de dinâmica não ocorre no Swarm, que é praticamente focado para que você fale com quem está em sua rede de contatos.

O evento em que participei foi em pinheiros, e assim que cheguei, fui muito bem recebido pelos participantes. Parece que já me conheciam ou que partilhávamos do mesmo propósito. Todos foram muito simpáticos e o clima de alto astral dominava o ambiente. Neste evento, cada participante já ativo do Yelp poderia levar um novo usuário como “iniciante” na rede, onde tive que me cadastrar previamente na rede, e lá no evento fazer o meu primeiro Check-in. Achei muito legal o propósito de agregar mais usuários através do meio físico, algo que é pouco utilizado ainda.

Também gostei da proximidade entre os usuários do app, pude ver várias pessoas que realmente são muito ativas, e que na vida real estavam lá do meu lado comentando sobre diversos temas, vida, saúde, esporte, etc. Mesmo eu que fui sozinho (só conhecia a garota que me iniciou no Yelp), pude conversar com muitas pessoas durante o encontro, e olha que eu não sou das pessoas mais sociáveis que existem, rs. Outro ponto bacana aqui: a teoria dos seis graus de separação entre as pessoas não cola: aqui devem ser no máximo dois (Alguém que você conhece conhece a outra pessoa). A Vivian me apresentou a Fernanda, community manager do Yelp em São Paulo. Ela é a pessoa que cria a “cola social” entre as pessoas, promove as interações entre os membros, sugere alguns eventos e representa o Yelp por aqui. Achei demais!!! Quando é que você pode tomar uma cerveja e conversar com a pessoa que está promovendo os encontros de um app? Quase sempre nunca, mas com a Fernanda não tem tempo ruim, muito simpática, sempre acessível e sorridente o evento inteiro.

Esse modelo de negócio é muito benéfico para todos: Primeiramente, ele te ajuda a sair de casa, pois mesmo sem companhia você pode se programar e bater um papo pessoalmente com as pessoas que você vê pelo app. Depois, pela lógica, para todos se encontrarem é claro que você vai precisar de um local de encontro, que vai ser em algum estabelecimento comercial, e então o estabelecimento ganha com a visita de vários usuário qualificados e que promovem o local ou marca em seus posts e publicações, com recomendações e elogios (claro, se o lugar tiver algum ponto de melhoria também será descoberto pelas recomendações). Em terceiro e o mais importante pra mim: ele me ajuda a sair de casa, Ahahahahaha! Sério: depois que passei a utilizar o app, passei a sair do padrão de casa, Starbucks, trabalho, academia e casa. Parece coisa pouca, mas estar dentro de uma rede como essa, onde você vê que os usuários são ativos e sempre descobrem novos lugares, te faz pensar em também ser um explorador da cidade, ajudando a comunidade e também se ajudando a sair de uma rotina de lugares batidos e conhecidos. Posso falar por experiência própria sobre a transformação por que passei depois de começar a utilizar o app. Nas primeiras vezes que saímos eu me perguntava porque a Vivian usava tanto o app enquanto estávamos andando por aí, antes de escolher um lugar para comer. Pensava que era mais um “foursquare” da vida, e agora percebi que o ecossistema era diferente: havia algo a mais que chama a atenção dentro do serviço, que é fazer das experiências sociais algo realmente vivo. E agora, eu sou um desses “viciados” no Yelp, pesquisando antes de almoçar se existe algum lugar ali perto do trabalho com uma boa recomendação ou um novo negócio interessante. Ah, para que não fique a impressão de que o Yelp só serve para restaurantes, confirmo aqui que ele praticamente faz tudo o que o Swarm e o Foursquare têm, só que tudo em um lugar só! Lá você também tem recomendações de teatros, museus, parques, baladas, eventos, etc. Não é restrito à comida, e você pode colocar praticamente qualquer coisa lá dentro (Claro, não vá me fazer ele virar um Facebook da vida, rsrs). Só senti falta de postar minhas fotos nos eventos criados pelo Yelp (Hoje só está disponível pelo navegador web, não pelo app) e também de fazer check-in em eventos específicos (Um coisa que o Swarm tem, mas que também é meio fictícia, pois lá os ~eventos~ são criados como locais físicos, o que não é verdade). Como todo serviço, o Yelp está em evolução constante, e imagino que mais para frente ele deva providenciar essas facilidades para o usuário. Como eu disse, o que me chamou mais a atenção é a experiência social promovida por ele, e como podemos ajudar outras pessoas através das nossas visitas, recomendações e pontos de vista.

Olha, eu sou um cara que recomenda poucas coisas, pois só promovo algo quando realmente acredito que algo possa fazer a diferença na vida das pessoas. No meu caso, o Yelp está contribuindo para ajudar em meu momento de vida atual, minha evolução como cidadão ~usuário~ da cidade, de seus restaurantes, eventos e demais urbanidades. Pode ser que o Yelp te ajude a conhecer pessoas, fazer um círculo maior de amigos (que eu também adoraria) ou simplesmente descobrir aquele restaurante bacana na rua detrás da sua casa, que você nem sabia que existia. Enfim, há inúmeros benefícios em fazer parte de uma comunidade com estes propósitos, e que ao contrário do Trip Advisor, Foursquare, Swarm, GetGlue (que não existe mais), FoodSpotting, KeKanto e outros, o Yelp é mais focado na interação entre as pessoas. Por essas e outras te convido a fazer parte dessa comunidade, e quem sabe um dia podemos conversar pessoalmente em algum bar sobre como você conheceu essa rede?

Se alguém quiser ver por onde ando e o que estou fazendo, me adicionem por lá:

http://ismapsan.yelp.com.br

Claro, tb tem o Yelp no Face e o site oficial

Espero te ver em breve por aí!

 

 

SP precisa desostentar

O post do Bruno Paes no Blog do Estadão de ontem demonstra perfeitamente a nova relação que os cidadãos passam a ter com as cidades. Aos poucos estamos deixando de ver São Paulo como vias-asfaltadas-para-chegar-mais-rápido-no-trabalho, para vê-la como uma cidade feita para pessoas.

Por anos, a fórmula ir de carro ao trabalho, trabalhar, almoçar perto, voltar ao trabalho e voltar do trabalho de carro começa a te colocar em uma bolha da vida que você só toma conta (se tomar) depois de muitos anos.

A relação de uma cidade em que o trajeto lhe abre os olhos para os problemas que vão além dos seus problemas familiares/dos vizinhos/dos amigos, impõe uma dinâmica diferente para os cidadãos: eles passam agora a cobrar por uma cidade melhor, não só para o seu círculo de relacionamentos, mas também para as pessoas que utilizam o mesmo flow que você.

Vale a pena dar uma lida .

Another Fixie Ride – São Paulo Fixed Gear

São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride

São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride

om bhumi namah

São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride

om bhumi namah

São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Street Art - Vila Madalena - Beco do Batman São Paulo Fixed Gear - AEROSPOKE - Tag And Juice São Paulo Street Art - Dead Stars

WORLD BIKE TOUR SÃO PAULO 2014 ADIADO PARA 02/FEV | INFORMATIVO

Alterar data de prova é a pior coisa que uma organização pode fazer. Na corrida, significa que todo o seu planejamento vai ser prejudicado por um fator externo (se bem que o WBT é um PASSEIO). Mas vamos dar um ponto pra organização da World Bike Tour, pois no comunicado que estou retransmitindo abaixo (na íntegra), eles deixam bem claro a causa do problema.

Passeio Ciclístico do aniversário de São Paulo adiado para 2 de Fevereiro

Por fatos alheios a esta organização e que provêm da retenção de uma balsa pela Capitania dos Portos no Estado do Pará e que comprometeu o transporte desde Manaus e a chegada na totalidade das 8000 bicicletas, a serem usadas para o evento em São Paulo, esta organização e os seus parceiros viram-se forçados a adiar a realização do mesmo para o próximo dia 2 de Fevereiro de 2014.

Foram vários os esforços para tentar fazer chegar as cerca de 2000 bicicletas em causa, tais como o frete de transporte por via aérea. Esgotadas todas as possibilidades e com todo o pesar desta organização, informamos todos os interessados desta situação.

Informamos ainda que toda a atividade da Feira World Bike Tour, nomeadamente a entrega dos Kits de Participação, se mantêm como o previsto eque se mantêm todas as indicações abaixo à exceção da data do passeio:

LARGADA

Acesso: Avenida Roberto Marinho
Local: Ponte Octávio Frias De Oliveira (Ponte Estaiada)
Horário: 09h00
Data: 2 de Fevereiro de 2014

Todos os participantes devem acessar a ponte estaiada pela Avenida Roberto Marinho pelas 07h00 da manhã e dirigirem-se a alça assinalada com a cor igual à da sua pulseira (Amarelo, Azul, Verde e Vermelho) e seguirem todas as indicações da organização.

PERCURSO

O novo percurso com cerca de 10 Km mantem a largada no grande marco arquitetônico da cidade, Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), seguindo pelo contra-fluxo da pista local da Avenida de Magalhães de Castro (Marginal Pinheiros sentido Interlagos) até à Rua Itapeaçu, passando nesse trecho ao lado da Ponte Eng.º Ary Torres e sob a Ponte Cidade Jardim, entrando pela Rua Dr. José Augusto de Queiroz, acessa às Avenidas Lineu de Paula Machado, seguindo pelo contra-fluxo até à Praça Prof. Cardin, retornado pela outra pista da mesma avenida em contra-fluxo, entrando no Jokey Clube São Paulo onde será o seu termino.

SQUEEZE

Uma boa hidratação é indispensável, antes, durante e após a atividade física!

A organização do WBT e a Levorin, disponibilizou para todos os participantes um “Squeeze” (garrafa) para que seja utilizado no processo de hidratação. Higienize-o, abasteça-o de água ou com bebidas isotônicas e hidrate-se antes do passeio WBT. Durante o passeio existirão postos de reabastecimento de água criados pela Sabesp.

CHEGADA

No final do passeio World Bike Tour São Paulo 2014 no Jokey Clube, e queira voltar pedalando para acessar o local da largada na Ponte Estaiada, utilize a Ciclofaixa “trecho Sul/Oeste”. O trecho da Ciclofaixa junto ao Jockey Clube (chegada do passeio) será reaberto às12h00, podendo ser também uma excelente opção de continuar pedalando na sua nova bicicleta.

BICICLETA

O elemento mais esperado por todos os que participam neste evento é a bicicleta. Como facilmente compreenderão a operação logística para garantir a colocação de 8000 bicicletas no local de largada é complexa. Em todo o processo desde a carga, transporte e descarga é natural que algumas bicicletas fiquem desajustadas. Se ao pegar a sua bicicleta verificar que a mesma está desajustada, por favor mantenha a calma, procure um dos vários mecânicos disponíveis para que o mesmo possa proceder aos reajustes necessários. Os mecânicos estão disponíveis no local da largada e ao longo de todo o percurso. Jamais jogue a sua bicicleta no chão ou a vandalize, pois não servirá mais para si ou outra pessoa e obrigará a uma intervenção maior para que possa ser reabilitada.

TRANSPORTES PÚBLICOS

Se pretende utilizar o Metrô, jogue pelo seguro trazendo o bilhete único evitando as filas da bilheteria. Não esqueça de consultar o regulamento do Metrô, quanto ao transporte de bicicletas, em www.metro.sp.gov.br/sua-viagem/bicicleta-metro.aspx .

Para acessar a Ponte Estaiada (local de largada do passeio) as estações mais próximas são a estação do Morumbi e da Berrini. A CPTM reforçará neste dia o contingente de carros na linha 9 – Esmeralda.

A Organização do World Bike Tour São Paulo e seus Parceiros, agradecem desde já a compreensão de todos.

+37 km de ciclovias em São Paulo entre os centros comerciais

Placa Bike Ciclovia

Sampa deve ter mais 37 km de ciclovias no eixo oeste-sul. O anúncio feito pelo prefeito Fernando Haddad ocorreu durante a visita às obras da Operação Faria Lima e a divulgação do programa que visa à complementação e integração urbana dos sistemas viários existentes.
A faixa para bicicletas sairá do Largo da Batata até a Ponte João Dias, integrando os centros comerciais das avenidas Faria Lima, Luis Carlos Berrini, Chucri Zaidan e Água Espraiada. Dentro de 1 ano e meio as obras da ciclovia no trecho entre as avenidas Luis Carlos Berrini e Água Espraiada tem previsão de serem finalizadas. O novo trecho, compreendido entre o Largo da Batata e a Avenida Faria Lima, acabou de receber licença ambiental.
“Estaremos dando uma alternativa segura para o ciclista que hoje corre risco. Além da ciclovia da Marginal Pinheiros, paralela à linha da CPTM, teremos uma outra pelo meio da cidade. Serão duas opções, as duas muito prazerosas. Mas, na minha opinião, para quem usa a bicicleta para ir ao trabalho e não como lazer, (esta) aqui vai ser até mais importante como modal de transporte interligado”, disse Haddad.

Parque Jacques Custeau

Parque Jacques Custeau

11k por Interlagos – Laguinho – Parque Jacques Custeau

12k Depois do expediente

Ontem fiz um treino bacana (meio truncado, porque pra todo lugar que você anda tem trânsito e semáforos parados) saindo do Parque do Povo, na região da Cidade Jardim, indo para a Cidade Universitária, na USP. Fotos e detalhes do post lá no CorridaDeRua

La Prima Running 2014

Para muitos, um treino é apenas um treino, uma corrida é apenas uma corrida. No meu caso, esses treinos de início de ano significam um tempo para que eu possa mentalizar o que eu pretendo correr nesse ano. Não somente sobre a corrida esportiva, a corrida passada, trotada, do esporte. É também a corrida da vida, o percurso que você quer desenhar este ano e como você vai chegar lá! Precisa ir mais devagar em algum ponto? Precisa apertar o ritmo em outro? Tem que fazer acontecer nos momentos decisivos? Isso pra mim é correr. É entender cada dia mais o sentido da vida.

Energizer Night Race 2014 (São Paulo)

Inscrições abertas para a edição de 2014

 

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