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Guia matador para organização pessoal

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Galera,

Eu vivo procurando referências sobre organização pessoal, e depois do curso de Growth Hacking que eu conheci o Trello, passei a ver muita coisa boa utilizando esse App que ajuda a organização de muitas formas, e também permite conectar com vários serviços para automação dos processos de registros.

Hoje eu acabei de ver o post do Justin Gallagher sobre a utilização do Trello para organização pessoal e a automação dos alertas e compromissos utilizando o Zapier. Vale a pena dar uma lida se você busca melhorar sua organização na vida pessoal e no trabalho também.

Segue o link: https://blog.trello.com/work-life-focus-trello-insider-guide-personal-productivity

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Detox Digital

Aprendendo a viver com menos.

Desde que eu fiz a viagem para a Europa, percebi como podemos viver com muito menos do que imaginamos. Sim, eu já pratico essa metodologia há muito tempo, mas notei que posso ser ainda mais enxuto. E quem não pode?

Apenas quem se amarra ao passado, guardando objetos físicos como recordações, arquivos no PC como lembranças de algum momento ou roupas de uma época que não volta mais. Desde então, comecei a fazer uma limpeza “física” no Isma: Doando roupas que não uso há mais de 1 ano, livros que eu não li e nem vou ler, bagunças do quarto da bagunça que já não fazem sentido se estarem lá, e recordações de momentos que não significaram nada.

Essa parte da limpeza física até que é fácil pra mim, que a cada 2 anos procuro fazer a “limpa”, para me manter são e sem muitos apetrechos. O legal é que parece que a cada ano vamos ficando mais criteriosos, deixando apenas o que realmente importa em nossa vida. O difícil mesmo tem sido o digital: Perfis em redes, históricos de trabalhos, arquivos para “ler depois” que nunca são lidos, filmes nunca assistidos e aquele link que a gente sempre acha que vai mudar o nosso hábito.

Pois bem, essas férias serviram para conectar o OFF com o ON e dar uma vazão ao excesso de coisas que eu venho carregando há muito tempo. Graças aos podcasts do B9, Geração de Valor, Jovem Nerd e CBN Economia armei algumas lógicas bacanas para melhorar a produtividade da minha vida:

Nos episódio do B9 (Dentre os últimos: 167 – Quem vai salvar o twitter e 166 – Influenciadores na Web: Uma análise crítica), anpredi cada vez mais o valor do Presente em relação aos outros tempos. Os mais velhos costumar guardar muita coisa como sinal de valor e acúmulo de conhecimento, mas e quando vc não pensa desse jeito? Hoje, conhecimento é muito mais a absorção de aprendizados anteriores aplicados a algum contexto. Claro, a história sempre vai existir e sempre precisamos de alguns registros para se formar assim a história das coisas, mas será que devemos viver em função do armazenamento ou na verdade tudo o que fazemos é que posteriormente será história (sem se preocupar imediatamente com o “arquivamento”)? Penso que a segunda opção é a mais assertiva para não deixarmos de viver o presente. Ferramentas como o SnapChat e o Periscope mostram justamente isso: será que precisamos nos preocupar tanto com os históricos? A cada dia o volume do que fazemos aumenta mais e mais, e como administrar essa montanha de fotos, vídeos, registros, posts, de forma que faça sentido para o presente e futuro?

Por isso, decidi limar alguns perfis que já não fazem parte da minha vida: muitas redes especializadas em um tema, que pra mim tinha baixa relevância, mas eu queria estar lá, para estar no flow (mesmo estando sem estar). Ainda não consigo me especializar em uma única linha de pensamento, profissão ou metodologia, pois sou curioso demais para limitar-me a uma face da história, mas a cada dia percebo o valor de entender as coisas, mais do que guardá-las.

Outra mudança importante pra mim, que já estava me irritando é a troca do meu username, que a princípio era o mesmo em todas as redes, simples, com uma letra e quatro números e facil de se lembrar. Mas isso representava quem eu sou? Não mais. Via antigamente os acessos quase que exclusivos pela “key” do username, por isso a simplicidade e um usuário extremamente curto era essencial para troca de mensagens, rapidez, etc. Hoje as ferramentas estão muito mais semânticas, permitindo usar diretamente o nome para as conversas, e então troquei o user que já estava rodando há uns bons 7 anos (Caraca!).

No PC, zerei uma porrada de pastas com vários PPT’s, PDF’s pendentes de leitura. Li o que era relevante, fiz algumas anotações e também: Lixeira.

Depois de zerar todas as listas de “Ler depois”,”Postar sobre isso”,”Analisar estes dados”,”Assistir depois” você se sente muito mais livre para traçar planos concretos para sua vida, ao invés de ter a sensação de que nunca está terminando algo, sempre está devendo algo a alguém ou não conseguiu absorver totalmente determinado conteúdo. Uma vez que você determina datas de início e fim para seus planos, pode controlar muito mais o flow da sua vida.

Continuemos com os reais “detox” da vida.

WORLD BIKE TOUR SÃO PAULO 2014 ADIADO PARA 02/FEV | INFORMATIVO

Alterar data de prova é a pior coisa que uma organização pode fazer. Na corrida, significa que todo o seu planejamento vai ser prejudicado por um fator externo (se bem que o WBT é um PASSEIO). Mas vamos dar um ponto pra organização da World Bike Tour, pois no comunicado que estou retransmitindo abaixo (na íntegra), eles deixam bem claro a causa do problema.

Passeio Ciclístico do aniversário de São Paulo adiado para 2 de Fevereiro

Por fatos alheios a esta organização e que provêm da retenção de uma balsa pela Capitania dos Portos no Estado do Pará e que comprometeu o transporte desde Manaus e a chegada na totalidade das 8000 bicicletas, a serem usadas para o evento em São Paulo, esta organização e os seus parceiros viram-se forçados a adiar a realização do mesmo para o próximo dia 2 de Fevereiro de 2014.

Foram vários os esforços para tentar fazer chegar as cerca de 2000 bicicletas em causa, tais como o frete de transporte por via aérea. Esgotadas todas as possibilidades e com todo o pesar desta organização, informamos todos os interessados desta situação.

Informamos ainda que toda a atividade da Feira World Bike Tour, nomeadamente a entrega dos Kits de Participação, se mantêm como o previsto eque se mantêm todas as indicações abaixo à exceção da data do passeio:

LARGADA

Acesso: Avenida Roberto Marinho
Local: Ponte Octávio Frias De Oliveira (Ponte Estaiada)
Horário: 09h00
Data: 2 de Fevereiro de 2014

Todos os participantes devem acessar a ponte estaiada pela Avenida Roberto Marinho pelas 07h00 da manhã e dirigirem-se a alça assinalada com a cor igual à da sua pulseira (Amarelo, Azul, Verde e Vermelho) e seguirem todas as indicações da organização.

PERCURSO

O novo percurso com cerca de 10 Km mantem a largada no grande marco arquitetônico da cidade, Ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), seguindo pelo contra-fluxo da pista local da Avenida de Magalhães de Castro (Marginal Pinheiros sentido Interlagos) até à Rua Itapeaçu, passando nesse trecho ao lado da Ponte Eng.º Ary Torres e sob a Ponte Cidade Jardim, entrando pela Rua Dr. José Augusto de Queiroz, acessa às Avenidas Lineu de Paula Machado, seguindo pelo contra-fluxo até à Praça Prof. Cardin, retornado pela outra pista da mesma avenida em contra-fluxo, entrando no Jokey Clube São Paulo onde será o seu termino.

SQUEEZE

Uma boa hidratação é indispensável, antes, durante e após a atividade física!

A organização do WBT e a Levorin, disponibilizou para todos os participantes um “Squeeze” (garrafa) para que seja utilizado no processo de hidratação. Higienize-o, abasteça-o de água ou com bebidas isotônicas e hidrate-se antes do passeio WBT. Durante o passeio existirão postos de reabastecimento de água criados pela Sabesp.

CHEGADA

No final do passeio World Bike Tour São Paulo 2014 no Jokey Clube, e queira voltar pedalando para acessar o local da largada na Ponte Estaiada, utilize a Ciclofaixa “trecho Sul/Oeste”. O trecho da Ciclofaixa junto ao Jockey Clube (chegada do passeio) será reaberto às12h00, podendo ser também uma excelente opção de continuar pedalando na sua nova bicicleta.

BICICLETA

O elemento mais esperado por todos os que participam neste evento é a bicicleta. Como facilmente compreenderão a operação logística para garantir a colocação de 8000 bicicletas no local de largada é complexa. Em todo o processo desde a carga, transporte e descarga é natural que algumas bicicletas fiquem desajustadas. Se ao pegar a sua bicicleta verificar que a mesma está desajustada, por favor mantenha a calma, procure um dos vários mecânicos disponíveis para que o mesmo possa proceder aos reajustes necessários. Os mecânicos estão disponíveis no local da largada e ao longo de todo o percurso. Jamais jogue a sua bicicleta no chão ou a vandalize, pois não servirá mais para si ou outra pessoa e obrigará a uma intervenção maior para que possa ser reabilitada.

TRANSPORTES PÚBLICOS

Se pretende utilizar o Metrô, jogue pelo seguro trazendo o bilhete único evitando as filas da bilheteria. Não esqueça de consultar o regulamento do Metrô, quanto ao transporte de bicicletas, em www.metro.sp.gov.br/sua-viagem/bicicleta-metro.aspx .

Para acessar a Ponte Estaiada (local de largada do passeio) as estações mais próximas são a estação do Morumbi e da Berrini. A CPTM reforçará neste dia o contingente de carros na linha 9 – Esmeralda.

A Organização do World Bike Tour São Paulo e seus Parceiros, agradecem desde já a compreensão de todos.

Planejamento 2014 – Calendário de Corridas de Rua

Publiquei lá no meu Blog de Corrida algumas dicas para organizar as provas que você pretende  fazer durante o ano. Desde os critérios para selecioná-las até as ferramentas para organizar as corridas e alguns links bacanas dos portais e sites especializados em corrida

Quando deixei de comprar camisetas e passei a correr mais

O Corredor de Rua que adora aparecer

Quando você faz mais propaganda sobre você do que sobre os benefícios que a corrida traz para as pessoas, você merece isso! ‪#‎subcelebs‬ das corridas!

Desde 2008 participo das corridas de rua. No início era tudo uma maravilha: encontrava gente que assim como eu tomou gosto pelo esporte e fazia questão de demonstrar isso participando das provas. Naquele longínquo 2008 as provas eram relativamente baratas: com R$40,00 você poderia se inscrever em uma das melhores provas do Brasil e ganhar muita coisa nos kits. Eu chegava a fazer prova todos os finais de semana do ano, e as vezes fazia uma prova norturna no sábado e outra no domingo (quem nunca?).

Acontece que os anos foram passando e, estranhamente as provas foram aumentando de preço. Na verdade não tão estranhamente assim, pois a corrida de rua cresceu enormemente, e como tudo que tem crescimento rápido, há os amantes da atividade e os oportunistas.

Dentro desse bolo, corredores pseudo-celebridade lotavam os pedidos de solicitação de amizade, publicavam fotos com seu nome e marcava várias pessoas pelas redes sociais, em busca de um “like”. Isso falando só dos oportunistas amadores. Já no campo “profissional” da coisa, as organizadoras mais espertas aproveitavam para subir o preço das provas, criando valores fora da realidade da maioria dos corredores, o que fazia com que as corridas acabassem segregando os corredores entre os que adoram mostrar seus pertences de corrida, os que corriam por correr, e os profissionais.

Durante este tempo vi corridas cujo valor chegou a R$1.000,00 para se inscrever (a organizadora dizia que “uma parte” desse valor seria alocada para projetos sociais), corridas cujo mote era a natureza mas não tinha nenhuma conscientização socio-ambiental, e outras provas que se importavam mais com a TV que estava noticiando aquele evento do que os corredores que participavam das provas.

Claro que vi muitos amigos de bem que postavam sobre a corrida como todo amor. Aqueles que realmente gostavam de correr e contavam a história que passavam pelas provas, o que sentiam e seus acertos e erros durante os treinos e preparações. Infelizmente também vi muita gente se vendendo por uma inscrição de corrida, fazendo fotos absurdamente produzidas para colocar no dia seguinte no Blog e vincular o máximo de amigos possíveis para curtir e compartilhar a foto. Vi posts explicitamente influenciados por uma empresa para “dourar a pílula” do produto que, em si, não trazia quaisquer benefício ao corredor. Às vezes nem relação com a corrida este fabricante tinha. Queria apenas aproveitar os blogs especializados para fazer algo que convertesse em venda para a empresa. Shame!

Foi nesse tempo que eu decidi diminuir o meu número de participações em corridas oficiais. Não tiro o mérito de forma alguma aos profissionais que estão neste meio. Os profissionais reais fazem um trabalho sério, consistente e com dedicação aos amigos. Você consegue notar a diferença do amador e do profissional que realmente faz o que gosta da galera que cola com você somente para se aproveitar do momento.

Assim fui trazendo meus posts para a realidade dos treinos, das corridas de fim de semana e das corridinhas com os amigos. Na minha cabeça, estes treinos tem a mesma importância (se não for maior ainda) que as provas oficiais.

Sob o olhar dos organizadores das provas, as corridas de rua são precificadas e organizadas para o corredor que faz uma prova a cada dois ou três meses, ou aquele corredor que elege uma prova por mês e participa dela. Para quem treina dias ou três vezes por semana e gostaria de fazer uma prova a cada dois finais de semana, torna-se impraticável inscrever-se para tantas provas pelos valores.

Hoje você pode escolher desde o Kit básico até o Kit mega master plus VIP.

Assim, prefiro manter meus treinos em dia e correr com os amigos que fazer parte de um jogo de interesses econômicos que aproveitam a febre das corridas.

Minha proposta é de fazer uma relação diferente com a corrida: Encarar a corrida como algo do cotidiano, da vida. Não apenas um evento em um domingo qualquer do ano, mas tratar a corrida como o compromisso dos fins de semana, ou o treino do domingo. Para quem está começando no mundo da corrida, eu dou o total apoio para realizar as provas. Fazer uma ou outra quando der na telha, encontrar os amigos e correr  o percurso proposto pela organização. Isso é saudável e apioa o crescimento do esporte. Talvez eu apenas não seja mais o público alvo que as empresas procuram. Eu procuro correr para me manter ativo, não apenas fazer uma prova pra ganhar um “brinde”, com certas organizadoras descrevem a medalha no regulamento da prova.

Pretendo estender mais sobre esse assunto, nos próximos posts falo mais sobre com eu encaro toda a biosfera da corrida.

Corrida SESI 10K

Minha Primeira corrida do SESI, que há tempos ouvia falar e sempre via as camisetas (O circuito tem uma boa quantidade de provas fora de São Paulo), mas a organização deixa um pouco a desejar.
Estou me acostumando a ir para as provas de Bike, praticando o Duathlon Urbano, depois de ver no número de peito que havia estacionamento para bikes na prova. Então saí do Ibirapuera, às 6:20 da matina.

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