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Com o tempo que você gasta nas redes sociais, poderia ler 200 livros por ano – Época Negócios | Vida

Não é segredo nem coincidência que pessoas de sucesso sejam leitoras vorazes; saiba como um jovem criou um processo para facilitar o desafio
— Read on epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2017/04/com-o-tempo-que-voce-gasta-nas-redes-sociais-poderia-ler-200-livros-por-ano.html

Ler tem se tornado uma de minhas maiores paixões nos últimos anos, e não posso concordar mais do que o descrito na matéria: você está perdendo um bom tempo de conhecimento rolando pelos feeds das redes sociais por mais tempo que deveria. Ok que não precisa e nem existe fórmula mágica como ler 200 livros vai deixar você inteligente ou rico (há muito mais coisas implícitas no processo de leitura), porém as dicas para priorizar seu tempo, evitar distrações e focar no que você deseja ser a médio e longo prazo podem fazer muitos diferença entre você ser uma pessoa realizada e feliz consigo mesmo ou ficar reclamando que não existem oportunidades na vida.

Não seja esse profissional do Circus Hair

Um belo dia fui cortar meu cabelo na rua augusta. Estava entre o retrô hair e o circus hair (que depois fui descobrir que eram a mesma coisa). Desde que a minha cabeleireira saiu de São Paulo, nunca consegui me firmar com um(a) profissional decente. Foi quando tentei ir ao Circus hair cortar meu cabelo. Como passo sempre pela rua Augusta, vejo que este salão é bem frequentado e bem falado também. Nas duas primeiras vezes não tive problema algum, elogiei inclusive o atendimento, cordialidade e clima descontraído do salão. Mas na terceira vez que fui cortar o cabelo, acabei sendo atendido por um profissional chamado Marco. Achei que por conta do atraso de 10 minutos, ele estava de mau humor, mas pelo visto não era só isso. Realmente não entendi o problema, mas foi visível que o profissional passou o seu mau humor para o seu trabalho. Em tantos anos frequentando diversos salões, nunca fui tão mal atendido como desta vez. E se fosse somente isso seria bom, o problema é que o corte estava visivelmente errado! E não havia muito o que fazer (pois eu não iria raspar a cabeça toda), a não ser deixar registrado no balcão de atendimento a péssima imagem que um profissional pode fazer de uma empresa inteira.

Portanto, fica aqui a minha dica: Evite ser aquele tipo de profissional que passa suas angústias e irritações da vida pessoal para o âmbito profissional. Pode ser a empresa que for, com toda a sua cultura divertida, alegre, etc como era a do Circus Hair, mas se você tem no time um profissional que não age com estes padrões, certamente algo lá dentro não está sendo bem gerenciado.

Resultado da história: acabei deixando de frequentar o Circus Hair, e estou procurando outros salões onde os profissionais sejam no mínimo educados.

Rebeldes corporativos podem se dar bem na carreira

Sempre fui daqueles que não chega na hora, não costuma atentar-se muito para reuniões demoradas e acha que a etiqueta de escritório é um saco! Não, ainda não cheguei onde quero chegar na minha carreira profissional (até porque, digamos que eu sou bem eclético com relação à vocação profissional). Nunca fui daqueles que querem seguir um padrão de uma empresa ou imitar hábitos dos superiores mais bem sucedidos. Mas de forma alguma posso ser taxado de relaxado, preguiçoso ou mal-educado. Sempre tive êxito por onde passei, escolhendo pular para novos desafios sempre por impulso próprio, e nunca sendo convidado a se retirar. Acredito que quanto mais padrões você acumula, mais acaba se fechando em um labirinto que vai cercando cada vez mais a sua visão de mercado ou estilo de vida. Pessoas quadradas nunca irão passar por todas as áreas de uma esfera. Falando nisso, vale a pena dar uma linda na matéria que a Gouvêa de Souza postou na seção Gestão & Talentos, que tem o mesmo título desse post. No texto, eles demonstram que, seguir uma ideia diferente da maioria das pessoas em várias situações mostra-se mais coerente que seguir o comportamento de manada. Não que você deva ser sempre o reativo, o do contra, mas precisa conquistar o prestígio das outras pessoas para poder contestar com propriedade. Na melhor síntese, eu optaria por definir tudo em uma frase: Seja você mesmo.

Leia a matéria aqui

SP precisa desostentar

O post do Bruno Paes no Blog do Estadão de ontem demonstra perfeitamente a nova relação que os cidadãos passam a ter com as cidades. Aos poucos estamos deixando de ver São Paulo como vias-asfaltadas-para-chegar-mais-rápido-no-trabalho, para vê-la como uma cidade feita para pessoas.

Por anos, a fórmula ir de carro ao trabalho, trabalhar, almoçar perto, voltar ao trabalho e voltar do trabalho de carro começa a te colocar em uma bolha da vida que você só toma conta (se tomar) depois de muitos anos.

A relação de uma cidade em que o trajeto lhe abre os olhos para os problemas que vão além dos seus problemas familiares/dos vizinhos/dos amigos, impõe uma dinâmica diferente para os cidadãos: eles passam agora a cobrar por uma cidade melhor, não só para o seu círculo de relacionamentos, mas também para as pessoas que utilizam o mesmo flow que você.

Vale a pena dar uma lida .

Abreviações em Inglês que você pode não entender (E agora vai entender!)

Então você é frequentador do Twitter ou tem amigos que adoram falar em inglês, correto? Pode ser que depare com um OMG, LMK ou até um WDYMBT! Wtf (Esse vc sabe, rs), o que significa tudo isso?

Calma! São apenas abreviações de frases bem conhecidas em inglês que a galera usa quando digita para não precisar escrever tudo por extenso, agilizando a comunicação. Claro, para isso, o receptor da mensagem tem que entender o código pelo qual as pessoas estão falando, e é aí que mora o perigo: muitas pessoas não conhecem todos os termos. Algumas mal conhecem um FB (Facebook) da vida, quem dirá toda essa “fauna” de slangs (gírias, em inglês). Mas não se preocupe, até quem tem a língua inglesa como língua nativa mal entende todo esse palavreado. Ele é muito utilizado em IM’s (Instant Messengers, programas de mensagens como o WhatsApp) ou grupos de usuários quem precisam se comunicar rapidamente.

Aí vão algumas abreviações e seus significados:

LOL: Laugh out loud = Rindo Alto. Muita gente usa mesmo que não saiba o significado, pois já perceberam que funciona como O “Rs” nosso em português. Também existe um jogo que de chama League of Legends, então preste atenção ao contexto da palavra na conversa…

TGIF: Thanks God It’s Friday = Graças a Deus é Sexta-Feira. De preferência, use na sexta-feira 😛

FAIL: Falha = Pode ter o sentido de “Errado” ou “não deu certo isso aqui”

BAE: Before Anyone Else = Antes de Qualquer Um. Pharrell Williams em sua última música usou essa gíria para “Come and Get It BAE”

FaTH: First and Truest Husband = Primeiro e verdadeiro Esposo (Não precisa necessariamente significar o primeiro marido, pode ser o primeiro marido de verdade)

IRL: In Real Life = Esse é meio Matrix, significa “Na Vida Real”

TBH: To Be Honest = Para ser honesto

OTP: One True Pairing = Foram feitos um para o outro

DFTBA: Don’t Forget To Be Awesome = Não se esqueça de ser incrível. Precisa de mais explicação?

RT: Retweet = Retuíte. Para que não usa o Twitter, soa estranho, mas é como repassar a mensagem de alguém sem fazer qualquer modificação.

IMO or IMHO: In My (Humble) Opinion = Na minha opinião

DAE: Does Anyone Else = Alguém mais?

FTW: For The Win = Pra vencer, frequentemente usado no fim de frases para um tom irônico

YSK: You Should Know = Você deveria saber

HMU: Hit Me Up = Me dá um toque

IANAD: I Am Not A Doctor = Eu não sou Doutor. É usado para informar que você não manja do assunto.

SMH: Shaking My Head = Balançando a cabeça. Indica desapontamento

WDYMBT: What Do You Mean By That? = O que você quis dizer com isso?

LMK: Let Me Know = Me deixa entender

BTAIM: Be That As It May = Seja como for

ELI5: Explain Like I’m 5 (years old) = Explique como se eu tivesse 5 anos. É usado para indicar que você desconhece do assunto, e quer entender de forma simples.

ASL: Age/Sex/Location = Idade/Sexo/Local. Usado em encontros virtuais aleatórios…

MTFBWY: May The Force Be With You = “Que a força esteja com você”. Geeks e Nerds vão entender….

GTR: Getting Ready = Preparando-se

FUTAB: Feet Up, Take A Break = Pés para o alto, dê uma parada. Indica uma parada maior que uma “paradinha”

FTFY: Fixed That For You = Arrumei pra você

TL/DR: Too Long/Don’t Read = Muito Extenso/Não leia. Essa é uma boa para colocar naqueles depoimentos gigantes que algumas pessoas postam no facebook, e você pode mandar um TL/DR no comentário pra indicar que “tá muito grande, não leio”.

TIL: Today I Learned = Hoje eu aprendi

NSFW: Not Safe For Work = Não é seguro no ambiente de trabalho. Significa que o conteúdo é imprópio para abrir no escritório

NSFL: Not Safe For Life = Não é seguro para a vida. Tipo aquelas fotos de assassinato ou aqueles vídeos trágicos de acidentes

TBT: Throw Back Thursday = Quintas-passadas. Literalmente funciona para os usuários postarem fotos que acontecimentos que ocorreram em alguma quinta feira do passado, mas aqui no Brasil, por exemplo, virou “Coloca uma foto sua antiga ae”.

FBF: Flash Back Friday = Sexta-Retrô. A mesma coisa do TBT, só que na sexta

Claro, muitas dessas gírias podem ter variações e seus significados e aplicações podem mudar como tempo, mas pelo menos você não vai dar tela azul quando receber alguma dessas gírias aí!

10 Coisas com que as novas gerações não pretendem gastar dinheiro

São Paulo CycleChic

 

Eu nunca achei certo tipificar as gerações como X,Y,Z,Mil, etc. Isso generaliza demais as pessoas, por mais que seja positivo fazendo um paralelo sobre o comportamento da maioria dos jovens de uma época. Cada pessoa tem o seu momento: você pode ser um adolescente com mentalidade de 30 anos, ou também ser um adulto de 35 anos com um espírito de 20. Isso tudo é meio relativo. O certo é que a cada época, existe uma tendência de comportamento, que pode levar desde o mais novo (13~15 anos) até os mais velhos (50~65 anos) a mudarem seu comportamento em um espaço~tempo de grandes evoluções comportamentais/tecnológicas.

Vou falar sobre 10 coisas que a Revista Time enumerou que as novas gerações não tem interesse em investir seu dinheiro: ou porque nos dias de hoje simplesmente não vale a pena, ou elas deixaram de ser tornarem interessantes o suficiente para justificar um gasto. Vale ressaltar aqui que a relação homem X dinheiro mudou muito nas últimas décadas. No contexto anterior, quanto mais dinheiro você tinha, mais importante você era. Não podemos esquecer que ainda hoje isso tem validade: em várias situações leva vantagem que possui mais grana para investir, mas um componente que sempre esteve presente, hoje é ainda mais importante: a relevância social. Conhecemos casos de pessoas que não tinham dinheiro algum, mas fizeram algo notável ou relevante e passaram a obter um tremendo sucesso. O YouTube está cheio de exemplos. Portanto, além do valor monetário, existe o valor social das pessoas, e os jovens cada vez mais estão em busca do segundo valor. Quantidade de seguidores, visualizações, “curtidas” em seus posts/fotos, tudo isso gera um “montante” intangível para as pessoas no contexto atual.

Aqui vão algumas tendências:

1 – TV por Assinatura

Você realmente acha que vale a pena assinar por um serviço que é restrito à sua residência geográfica e limitado a um ponto de acesso? Realmente é difícil acreditar que daqui a 50 anos esse modelo de negócio ainda irá existir. Serviços como o NetFlix já entenderam a demanda atual de mobilidade e oferecem assinaturas para que você possa assistir o conteúdo em qualquer aparelho. Além disso, a TV tem perdido cada vez mais espaço para os jovens, já acostumados com a interação e principalmente por poder entrar em contato com seus amigos através de Tablets e Smartphones.

2 – Investimentos

Você acredita que “emprestar” o dinheiro da sua poupança para um banco vai garantir a melhor rentabilidade para você. Os jovens também não acreditam. Em muitos casos preferem abrir suas próprias empresas, criar uma página no facebook para vender produtos ou personalizar alguma coisa e revendê-la. Principalmente depois da recessão de 2008, os jovens tem cada vez mais perdido a confiança nas instituições financeiras e sua capacidade de gerar dividendos com uma boa rentabilidade para os pequenos investidores.

3 – Cervejas “de Massa”

Skol, Brahma, Nova Schin? São marcas que ainda vão durar muitos anos, mas cada vez mais os jovens querem experimentar novos sabores e cervejas diferenciadas. A experiência é cada vez mais valorizada no mundo atual, em que assistimos à virtualização das sensações: já sabemos de quase tudo virtualmente, mas ainda sentimos muito pouco de nossas experiências. Reunião de amigos, encontros na Rua Augusta, ou um lanche depois do trabalho com a galera pede sempre uma inovação, experimentar sabores que nunca provamos, e nisso as cervejas “especiais” conseguem reproduzir com sucesso essa mudança no hábito de se consumir o mesmo produto com diferentes variações (Nos últimos meses, comecei a colecionar rótulos de brejas diferentes no meu insta, enquanto assistia filmes ou estava com a galera na rua).

4 – Carros

Quem diria que um dia aquele símbolo de Status dos nossos avôs e pais poderia se tornar um símbolo do “modo antigo de se locomover”? O auge da cultura automobilística (Nos últimos anos chamada de Carrocracia) foi nos anos 60, onde existia até um estilo de música para o gênero (Car Songs). Com a evolução das metrópoles, vemos a cada dia que o carro, em cidades de grande densidade populacional, não é o melhor meio de transporte. Nos estados unidos, o número de habilitações vem caindo a cada ano entre os jovens com idades entre 16 e 24 anos. O que você prefere: passar 1 hora no trânsito na direção, mudando da primeira para a segunda marcha (às vezes para a terceira) ou usar o seu celular por 1 hora enquanto vai para o trabalho? Além de ser um compromisso com seguro, IPVA, combustível, o carro que antes significava liberdade para ir e vir (hoje este símbolo é a internet) passa a ser visto com um aprisionamento devido aos seus custos de manutenção e desvalorização.

Os jovens já não precisam se locomover tanto quanto antes, hoje através do celular podemos falar com quem quisermos e irmos (mesmo que virtualmente) onde precisarmos. Se não for possível, os serviços de delivery e online shoppings também podem substituir o carro no quesito locomoção. A locomoção hoje em dia está dissociada da presença: Você pode estar presente onde quiser, sem a necessidade de ter que se locomover ao local. Isso é mobilidade.

5 – Casas

Ainda muito desejada pelos jovens com o sentido de “meu cantinho” ou “lugar privado onde posso fazer o que eu quiser”,  o apartamento ou casa ainda tem um componente muito forte em nossa sociedade.  Ter sua casa indica que você já é independente o suficiente para ter o controle de sua vida, fazer tudo por conta própria e ser responsável. Aqui o problema não é que os jovens não querem casas: Na verdade os jovens não podem pagar por elas!

Não sei quanto a vocês, mas o meu Pai na minha idade já tinha sua casa própria, estava casado com minha mãe e levada uma vida no melhor estilo “American Way of Life”. Hoje, eu mal consigo dar entrada em um apartamento de 60 metros quadrados! As imobiliárias e construturas voltaram os olhos para os casais, que complementando as duas rendas e poupando o máximo possível, conseguem a duras penas financiar um “apê”. Infelizmente esse é o perfil do consumidor do mercado imobiliário brasileiro. Antigamente, você trabalhava duro e conseguiria comprar sua casa sozinho, poupando um pouco todo mês para comprar seu terreno ou imóvel na planta. Hoje, é cada vez mais difícil realizar este sonho sozinho (A não ser que você vá morar muito longe do centro, claro).

6 – Grandes volumes de alguma coisa

Você olha no supermercado aquelas embalagens “Tamanho Família”, mas não tem a menor vontade de comprá-las. É claro, a cada dia a taxa de natalidade no Brasil vêm diminuindo cada vez mais, e as famílias numerosas estão em queda, mas os fabricantes continuam fazendo os pacotes econômicos de alguma coisa: grandes volumes em troca de um pequeno desconto. Para o fabricante é uma boa, pois ele vende um volume maior e garante a sua receita. Para o varejista também, pois ele aumenta a quantidade vendida, e isso gera um fluxo de caixa maior para ele. E para você? Corre o risco de estocar uma grande quantidade de algo por um pequeno desconto no preço, e depois corre o risco de jogar fora o que sobrou. O modelo do “Atacado” para o consumidor single vem perdendo força, e o Atacarejo tem uma boa perspectiva de crescimento, porque você pode comprar uma pequena quantidade ou uma grande quantidade, se precisar. Lembre-se que as novas gerações estão adquirindo menos carros e morando em lugares cada vez mais apertados. Além disso, o trânsito por vários lugares diferentes é cada vez mais frequente, e portanto a fidelidade como supermercado nos dias de hoje é algo muito difícil de se obter.

7 – Casamentos

Casar, assim como comprar uma casa, é um compromisso. Só que o casamento, por muitos anos, era visto como um rito de passagem para a idade adulta. Logo você teria que se casar aos vinte e poucos anos, para mostrar para a sociedade que você está formando sua família, e é um homem/mulher direito(a). Hoje o casamento é muito mais opcional, e você se casa por afinidade com o seu par, não para demonstrar à sociedade. Claro que ainda existem pessoas que desejam entrar na igreja fantasiados, sair da cerimônia com Ferraris e usar óculos-coloridos-que-brilham-no-escuro e postar as fotos no Facebook, Instagram para que todos os admirem. A verdade é que os casais estão se casando tardiamente para terem condições financeiras de fazerem essas festas e arcarem com as outras despesas (casa, carro, filhos, etc).

8 – Filhos

É uma questão não apenas das novas gerações, mas os mais velhos também tinha essa preocupação: vou conseguir arcar com todos os custos? De quanto preciso para criar bem o meu filho? Acontece que hoje, a despesa com um filho é muito maior que nas décadas anteriores: escola, alimentação especial, babás, passeios e uma infinidade de coisas que você vai gastar porque “é para o seu filho”. Não que os jovens não queiram ter filhos: eles até querem, só não sabem se tem grana suficiente para arcarem com a “brincadeira”.

9 – Seguros

Jovens acham que nunca vão ficar doentes, que tem uma saúde de ferro e que dificilmente vão ter que recorrer a um hospital para um tratamento. Além disso, a grande maioria é trabalhador com registro em carteira de trabalho (CLT), e muitas empresas oferecem o seguro como um “benefício” para o assalariado. Até que cheguem aos trinta anos, eles preferem fazer um seguro do celular ou do automóvel para garantir que o “bem material” não seja perdido. Lembrem-se que a cada dia os jovens tê menos carros, o que significa que os seguros devem atender em grande parte clientes acima dos 30 anos.

10 – Qualquer coisa que você diga para eles comprarem

Grande parte dos Baby Boomers dizem que se ouvem seus parentes e amigos na hora de comprar algo. Isso é bom, pois são os seus influenciadores mais próximos, e você tem contato com eles e eles lhe indicam o melhor produto de acordo como gosto deles. Para os mais novos, isso é totalmente errado! Grande parte dos Millennials dizem que preferem as recomendações de pessoas que eles não conhecem, pois assim podem ter uma visão sem vícios do produto que estão querendo adquirir. A prova é o grande número de vídeos de unboxing de todo tipo de produto no Youtube: os jovens querem recomendações de pessoas que eles não conhecem. Mas se conhecem, que seja uma pessoa relevante nas redes sociais e que tenha um bom histórico de experiências.

 

Referências:

10 Things Millennials Won’t Spend Money On (Base para o artigo)

The Real Reason Millennials Don’t Buy Cars and Homes

Millennials in Adulthood

Rents Just Won’t Stop Going Up

 

Porque o Futuro pertence aos Geeks E Freaks

Geek Icon

Sempre notamos que as pessoas tendem a ter algumas distinções: ou elas gostam de números ou não gostam, ou preferem português e não gostam de cálculos, ou são boas de desenho ou não desenham. Normalmente é assim: você acaba sendo tipificado por fazer ou não/ gostar ou não parte de algo/alguma coisa.

Bem, eu nunca consegui descobrir a linha tênue que divide essas coisas. Sempre me encontrava curtindo os cálculos, mas também era apaixonado por desenhos e suas formas criativas. Tentava entender sobre ciência, mas a educação artística me levava a lugares malucos só “encontráveis” na imaginação.

Hoje, ainda existem áreas que são características por terem um perfil de profissional com certos pré-requisitos: Advogados (Formalidade), Diretores de Arte (Descolados) e assim por diante.

Hoje, em um mundo cada vez mais fragmentado e com várias perspectivas pessoais e profissionais, como você vai conviver com essa divisão das atividades? Será que os métodos de ensino deverão adequar-se mais ainda às novas gerações, que não entendem essa separação tão definida sobre vários temas. O mercado de trabalho é dinâmico, e se você acha que a sua faculdade e o seu MBA são garantias de empregabilidade, saiba que o risco de você estar atrasado é muito grande. Aliás, a separação entre vida pessoal e vida profissional também deve sofrer uma grande mudança nos próximos anos, até poque você não tem duas vidas, a vida é uma só. Não somos máquinas que ligamos um tipo de pensamento às 9 da manhã e desligamos tudo às 17, passando a ver somente a vida pessoal a partir deste horário. Do mesmo modo, caso você tenha um problema pessoal, com certeza não vai deixar de pensar nele durante o dia. Isso foi uma tentativa da cultura herdada da revolução industrial, que até hoje costuma chamar pessoas de “recursos” para o trabalho.

Voltando um pouco ao assunto principal, o futuro pertence aos Geeks porque são eles que dominam a arte de organizar as informações no mundo contemporâneo. Eles entendem a lógica por trás de todas as estruturas, o know-how, a tecnologia de estruturar e organizar processos complexos de forma a devolver uma informação humana. Já os Freaks, entendem do que é necessário se fazer para que as coisas aconteçam. São os que pensam: “Do que eles precisam”. Eles vão atrás das soluções inimagináveis e descobrem o limite do impossível. Um tipo depende do outro para que as coisas aconteçam. Não adianta você entender da última tecnologia, se não sabe como fazer com que as pessoas utilizem. Também não adianta ser criativo e não saber fazer nada.

Não se preocupe se você não se encaixa em nenhum dos perfis abaixo, ou se encaixa em todos. A vida não é uma reta em que você tem que ligar os dois pontos pela menor distância. Às vezes, no mundo real, o mais importante é o caminho por onde se passa, e não necessariamente a finalidade da viagem.

Reflexões feitas com base no Texto Why WHY THE FUTURE OF MARKETING BELONGS TO GEEKS AND FREAKS, da Fast Company

A Disciplina venceu a emoção

Copa do Mundo 2014

Hoje o mundo aprendeu uma grande lição com o jogo da Alemanha X Argentina: Disciplina e treinamento contínuo geram ótimos resultados. Não que a Argentina seja péssima (longe disso), mas a Alemanha realizou um intenso planejamento para esta copa, executou o plano e definitivamente fez por merecer o campeonato.

Digo isso porque estamos acostumados a viver em um país onde nem sempre o esforço contínuo e dedicação significam reconhecimento ou são valorizamos como deveriam. Em muitos casos prevalece a lei do “mais esperto”: Aquele que fura a fila no supermercado, dá uma corridinha pra chegar primeiro na fila do banco, aquele que acha que “tirar uns trocados” do gringo não faz mal a ninguém ou aquele flanelinha que cobra 10 reais pra cuidar do seu carro e depois some da sua vista.

Ainda creio que agir da maneira correta lhe garante uma paz de espírito sem igual. Agindo corretamente, com disciplina e dedicação, você consegue o que busca.

Acredite!

http://espn.uol.com.br/video/425316_com-gol-de-gotze-no-final-da-prorrogacao-alemanha-vence-argentina-e-se-torna-tetracampea-mundial

Sucesso & Ação

“Sucesso parece se conectar com ação. Pessoas de sucesso estão sempre em movimento. Eles cometem erros, mas não desistem.” (Conrad Hilton)

Continue livre #Running

Algumas semanas atrás, ao voltar do trabalho, passei pelo parque das árvores, aqui perto de casa. Vi muitas pessoas correndo, despretensiosas, à noite, sem GPS nem roupas “apropriadas” para correr. Simplesmente corriam.

Eu tenho pena das pessoas que vêem uma atividade como algo subordinado à ela, como se já soubessem tudo sobre isso. Corredores que intimam os outros a correrem de tal forma ou alimentar-se deste jeito. Cada pessoa tem um comportamento diferente. Cada um corre à sua maneira. Vendo-os correndo, vi a liberdade de correr simplesmente por correr, sem necessidade de relógios, acessórios, tênis ou pessoas notando-os. Permaneçam livres…

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