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Largo da Batata, em Pinheiros, ganhará bicicletário público gratuito neste sábado (02/08)

bicicletário largo da batata

Equipamento integra ciclovia da Faria Lima com Linha-3 Amarela do Metrô. Inauguração terá música, filmes, oficinas e atividades ligadas ao mundo da bike.

A Prefeitura de São Paulo entrega neste sábado à população um bicicletário que funcionará 24 horas no Largo da Batata, em Pinheiros, do lado da estação Faria Lima da Linha-4 Amarela do Metrô. A construção do equipamento atende a uma antiga demanda da sociedade e se configura como uma das primeiras ações de ocupação do Largo da Batata, resultado de um dialogo aberto com moradores, trabalhadores, usuários e ativistas da região.

O projeto foi elaborado e construído pela Prefeitura, com participação ativa de cicloativistas e representa grande avanço para uma melhor mobilidade na região, já que estimula o transporte intermodal (bicicleta – transporte público coletivo). A gestão do bicicletário será do Itaú, que através do termo de cooperação firmado com o município vai fazer a manutenção e conservação do espaço durante 36 meses, inicialmente.

Ao todo, serão 100 vagas gratuitas para que as pessoas possam deixar suas próprias bicicletas, e não as compartilhadas. Quem tiver interesse em usar o espaço, deve efetuar um cadastro pessoal e da bicicleta no próprio local. 

Festival Bike na Batata
Onde? Largo da Batata (encontro das Avenidas Teodoro Sampaio e Faria Lima)
02/08 – Sábado
As ações começam às 14h30 com um delicioso café de boas-vindas, Copa de Bike Polo, Tatuagem nas bicicletas (desenhos feitos à mão pelo artista Marcelo Siqueira), cobertura fotográfica do Instabike, oficina mecânica Mão na Roda, manobras de Bike Trial, projeções de curtas-metragens sobre ocupação de espaço público, oficinas com reaproveitamento de materiais e show da banda FORRÓ JAZZ que vai colocar todo mundo para dançar em pleno Largo da Batata. O evento acontece em uma parceria entre a Prefeitura, o Aromeiazero e o Banco Itaú. Toda programação é gratuita e aberta ao público.

03/08 – Domingo
O Festival continua a partir das 11h com a Escola Bike Anjo (EBA) para ensinar adultos e crianças a pedalar, Rodas de Leitura, mais jogos de Bike Pólo, Mão na Roda, Tatuagens nas Bikes, Bike Trial e, para encerrar, muita música brasileira com a banda Projeto da Mata.

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/739330062792518/

Primeiro dia com a Fixa

Em 07/07/2012…

Oooow, tava lendo os meus posts aqui e quase não coloquei nada sobre fixa. Também, o mais importante é sentir, né? Nesse tempo eu pedalei bagarai e consumia os vídeos gringos do Mash SF e do Macaframa. Só agora que dei conta que não publicava nada de fixa (a não ser no meu Instagram, que tava lotado de fotos tiradas durante os rolês). Essas fotos aí são do primeiro dia que peguei a fixa, com o Flávio da Tre3e Fixed. Os caras são muito gente fina e produzem boas bikes por um preço acessível aqui no br (as gringas chegam a custar R$3.500,00, caso você queira montar com tudo de fora).

Antes de ir pra fixa eu fiquei um bom tempo mergulhando no Vimeo e no Youtube pesquisando os vídeos. Todos ressaltavam a diferença no pedalar, já que a roda traseira é fixa com o cubo (por isso o nome de fixed gear), diferente das bikes de roda livre, cujo movimento é igual ao das bikes antigas. No momento que eu peguei a fixa, estava querendo uma experiência diferente da Moutain bike, mas ainda não tava querendo pegar a BMX (tenho planos para pegá-la esse ano) e não era muito ligado em Speedy. Estava querendo algo mais simples e livre de tantos procedimentos. Pra correr de Speedy por aí parece que você tem que fazer parte de um clube. Muitas vezes você precisa comprar roupas adequadas (Lycra, que eu não curto muito), roupas apertadas e sapatilhas. Além do grande número de acessórios que elas tem. Realmente não era a minha praia, eu gosto de fazer passeios em que eu possa desmontar da bike e frequentar outros lugares tranquilamente, com a roupa que estou e sem compromisso.

Foi aí que comecei a conhecer os vídeos da Macaframa, um grupo de ciclistas de São Francisco que filmam seus rolês de bike e disponibilizam através do Youtube e demais redes.

Acho que pra falar das bikes fixas é bom fazer um outro post, mais dedicado à bike mesmo. Esse daqui foi só pra demonstrar o primeiro dia que eu passei com a minha fixa. No começo parece que você tem que reaprender a andar de bike. Você estranha bastante (se você anda de MTB ou Speedy), mas logo logo você se acostuma e vicia.

Logo no primeiro dia fui deixar a mama em Guarulhos, aí aproveitei a volta pra casa e já parei na Ciclovia aqui de Interlagos, pra fazer um rolê. Normalmente eu sinto câimbra com uns 60K (na época), mas com a fixa, onde você não para de pedalar, lá pelo KM 20 as pernas já estavam dando o sinal que “ia dar treta”. Foi aí que senti bem na chegada da Vila Olimpia, e tive de dar uma segurada no ritmo. Fui e voltei da VO pra interlagos com ela muito mais rápido do que fazia com a Mountain. foi uma experiência e tanto. E o melhor: Desde o início eu montei a minha magrela brakeless (sem freio), aí você tem que ter perna pra parar, hein? No começo foi duro, mas nada que uns capotes e uns tombos não te façam aprender a parar, rs.

Aqui vão os dois principais vídeos que eu assisti e que me fizeram comprar uma fixa:

Macaframa SF Track Bike Promo

MASH SF INTRO 2007 MASHSF.COM

Espero que curtam também.

Links relevantes sobre o post:

http://macaframa.com

http://mashsf.com/

http://www.tre3e.com/

Night Riders [Pedalada com os amigues]

7 de Agosto desse ano rolou a Night Riders, uma corrida que você participava para adquirir uma bike dobrável (lá fora eles chama de #FoldingBike se vocês forem fazer uma busca). Esse dia foi louco, hein?

Primeiro que eu não tava com a menor vontade de ir, tava de bode em casa. Já tinha pego a bike pela manhã lá no Clube Sírio e tava de boa, fiz uns testes com ela na rua, andei um pouco e voltei pra casa. Então pensei: tenho que tirar o carro da garagem pra sair de Interlagos e ir até o vale do Anhangabaú pra fazer isso? Ah, nem vou…

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Night Riders – Minha bike dobrável no clube sírio

E nem ia mesmo, tava aqui em casa quando a Vanessa me bombardeou com msg’s no whatsapp falando pra eu ir… então pensei nela e na Débora, que também tinham comprado a Bike e iam no rolê à noite. Mesmo assim não tava afim de ir até lá de carro… então peguei a magrela dobrável e fui de trem daqui dos confins do universo (chamado Interlagos) e segui em direção à pinheiros, aproveitando para testar a “mobilidade da bike”. Realmente é uma bike bacana para se levar, mais pelo espaço do que pelo peso. A minha fixa é muito mais leve que a bike dobrável, mas como você vai entrar em lugares com grande densidade em um horário de rush com uma fixa daquele tamanho? Realmente a dobrável é melhor nesse aspecto. Chegando lá na linha amarela já comecei a ver a galera com a mesma bike, indo no sentido do vale. Só que eu ia encontrar com a Van antes, lá na Santa Cecilia (onde ela tá residindo) pra gente sair de lá pedalando mesmo.

Chegando, aproveitamos para pegar uns bons Temakis no Santa Japa, ótima temakeria que fica na Canuto do Val. Fizemos um lanche rápido e partimos para a prova, que a Débora e o Wagner estavam por lá.

Foi muito engraçado andar naquela bike, na boa! Eu tô acostumado com aros 26/27 (700), e o giro dessas bikes dobráveis são totalmente diferentes. Você tem que pedalar muito mais para converter sua força em movimento. Esse é o preço que se paga para ter uma bike compacta.

Night Riders

Vanessa e sua bike dobrável na rua 7 de Abril

Enfim, chegamos lá na área.  A Débora e o Wagner já estavam desfrutando da conveniência da concentração. Nos juntamos e fomos bater umas fotos lá pra constar:

Night riders pedalada Noturna

Eu, Vanessa, Débora e Wagner na concentração do passeio

E foi dada a largadaaaaaaa… mas é passeio né! Muito tranquilo, rs. Saímos lá do vale e pedalamos pelo percurso. O grande problema desses passeios de bike é que eles param toda hora, não sei por qual motivo. É muito devagar para quem está acostumado a correr bastante. O clima era de zoera total, tinha gente vestida de palhaço, haviam palhaços sem vestimenta mesmo, haviam ciclistas casuais (o que mais tinha), ciclo-ativistas e uns bêbados e mendigos pelo caminho. Fizemos o trajeto do centro velho, um pouco batido, mas legal.

Night riders pedalada Noturna

Foto do comecinho da pedalada, com a Vanessa e o Wagner (fundo) subindo a rua ao lado da Praça da Sé (os mendigos piram).

Night riders pedalada Noturna

Na foto acima a coisa começou a ficar mais legal, entramos no minhocão que estava reservado para o evento, e a galera aproveitou para gritar, brincar com as luzes que a Eletropaulo estava fornecendo no início do evento e as buzinas. Na foto acima eu registrei a Van descendo comigo, seguida de inúmeros bikers.

Por falta de organização do evento, uma parte do pessoal desviou do caminho oficial da prova, e então acabamos no meio da rua, dividindo espaço com os carros. Aí podemos notar que nem todos os motoristas compartilham a via. Muitos deles avançavam em cima dos ciclistas e outros invadiam a área onde o pessoal pedalava em bloco, para tentar passar mais rápido pelo caminho. Lamentável.

Night riders pedalada Noturna Night riders pedalada Noturna Night riders pedalada Noturna Night riders pedalada Noturna

Mas chegamos todos sãos e salvos no evento. E não é que no final a sortuda da Van ainda ganhou uma cesta no sorteio? Legal, hein!

Eventos como esse deveriam ocorrer com mais frequência na cidade. Não precisam necessariamente vender as bikes nas inscrições para realizar esse tipo de encontro. Basta organizar, encontrar uma forma rentável de colocar o evento em pé e mandar ver!

Ciclofaixa Paulista e seus usuários: As 10 Gafes mais cometidas

É preciso que as pessoas entendam o nome Ciclofaixa de Lazer na cidade de São Paulo: Lazer está ligado à recreação, entreter-se. A origem etimológica remete ao latim licere, que significa “ser lícito”, permitido.

Acontece que a ciclofaixa é compartilhada por toda a população, que tem maneiras de andar e ritmos distintos. Sendo assim, o certo é que tenhamos um pouco mais de paciência e passemos a compartilhar a via com outras pessoas com ritmos totalmente diferente dos nossos. Não é um lugar para treinos intensos, com gente que quer correr a 50KM/h e fica irritado quando uma família pedala tranquilamente pela vida, mas também não vale essa família andar vagarosamente ocupando toda a faixa lateral da via, como se não houvessem pessoas atrás delas que querem pedalar um pouco mais rápido.

Pensando nisso, o site do IG criou o “Manual da Boa Convivência na ciclofaixa”, que foi elaborados com a ajuda de alguns ciclistas e cicloativistas. Pensei um pouco mais nas dicas abaixo e veja se você não cometeu alguma delas ao menos uma vez, e quem sabe pode ajudar a manter o bom convívio e o lazer a todos na ciclofaixa.

A matéria foi elaborada pela Carolina Garcia, do portal IG São Paulo. Infelizmente não consegui encontrar o autor dos desenhos abaixo, muito bem feitos!

1º Ciclistas experientes que não têm paciência com os iniciantes

Quem nunca viu um ciclista todo “uniformizado” correndo à toda velocidade e gritando “esquerda” para quem estava na frente? Pois é meu amigo, nem todos vem o espaço como uma área de lazer. O certo é que todos encarem as ciclofaixas como espaços de lazer, e não de esporte intenso

Ciclofaixa - Ciclistas experientes que não têm paciência com os iniciantes

Ciclofaixa – Ciclistas experientes que não têm paciência com os iniciantes

2º Realizar ultrapassagens agressivas e perigosas

Não há uma regra clara, o ideal aqui é que sinalize e diminua a velocidade quando estiver perto do ciclista mais lento

3º Família e amigos que decidem pedalar lado a lado para bater papo

Isso é bem irritante…

Ciclofaixa - Família e amigos que decidem pedalar lado a lado para bater papo

Ciclofaixa – Família e amigos que decidem pedalar lado a lado para bater papo

Uma família ocupa toda a faixa dos ciclistas e fica a passos bem lento conversando. O bom senso é que liberem a passagem dos que estão atrás para facilitar o fluxo. Conversar é legal, mas lembre-se que sempre tem gente atrás de você que não está afim de ouvir o que você está falando, seja consciente e dê passagem a ele.

4º Levar crianças muito pequenas para pedalar entre os grandes

Crianças muito pequenas não tem noção do espaço, e muito menos do convívio com ciclistas mai velhos. Portanto são os pais que devem ficar por perto e assegurar-se que a criança esteja pedalando seguramente e sem causar riscos à ela mesma e a outros ciclistas. Pai, seja você um “guarda-costas”.

Ciclofaixa  - Levar crianças muito pequenas para pedalar entre os grandes

Ciclofaixa – Levar crianças muito pequenas para pedalar entre os grandes

5º Andar na contramão e praticar outras modalidades de esporte

Eu venho batendo nesta tecla desde que comecei a andar de bike pela ciclofaixa: Sou corredor de rua também e não acredito como um corredor tem a cara de pau de treinar na ciclofaixa de lazer! Este é um local dedicado para bikes, não para corredores, pessoas de patins ou skate ou pranchas de snowboard! Os autores do Guia dizem que todos os esportistas são bem vindos. Eu discordo, mas se você concorda com eles, é bom deixar o fluxo livre e dar passagem para os que estão atrás também.

Ciclofaixa - Andar na contramão e praticar outras modalidades de esporte
Ciclofaixa – Andar na contramão e praticar outras modalidades de esporte

6º Usar fones de ouvido

Isso é um problema: eu sempre uso fones de ouvido, rs. Mas uso em um volume bem mais baixo quando estou na faixa, justamente por saber que tem gente na frente e gente atrás quem também está no transito comigo. Por favor, nada e phones Skull ou Beats by Dre que te isolam do mundo! Rsrsrs 

7º Parar ‘do nada’ para esperar o amigo, atender o celular ou manusear o MP3

É como no transito de automóveis: você está em constante movimento, e as outras pessoas também. Tome mai cuidado ao parar, sempre imaginando que alguém possa estar bem atrás de você e talvez não use freio (assim como eu). Sinalizar antecipadamente que vai parar também é uma boa conduta.

8º Não respeitar a sinalização (cones e placas dos voluntários) ou deixar o espaço

Isso é golpe baixo: Se você está no transito, você É O TRÂNSITO! Quanta gente eu vejo não respeitar os monitores das faixas, que passam calor e frio e estão ali para ajudar os ciclistas. Passam de bike mesmo com os colaboradores sinalizando que está fechado. Se você não respeita a sinalização da ciclofaixa, saia dela!

9º Não respeitar os pedestres

Vale lembrar que o ciclista não é o elo mais fraco da cadeira: O mais indefeso é o pedestre. Portanto, ao avançar a bandeira, como citado no desvio de conduta anterior, o ciclista também bloqueia e o ocupa o espaço correto para se realizar uma travessia. “É respeitando o espaço do outro que conquista o respeito para o seu espaço”, disse o estudante Daniel Lima, de 19 anos, que pedala apenas aos finais de semana.

10º Usar de skates motorizados e bicicletas elétricas

Dividir espaço como motor não é legal. Nem todos tem o mesmo preparo para se desviar dos perigos.

Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações em Julho de 2013

Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações de metrô

Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações de metrô. Foto: http://meutransporte.blogspot.com.br

O Horário de funcionamento inicial é entre 7h e 22h, e os bicicletários funcionarão como estacionamento e aluguel de bikes.

Os bicicletários instalados nas estações do Metrô de São Paulo, que estavam desativados desde o ano passado, voltaram a funcionar nesta última sexta-feira (5 de Julho).
Agora, dez bicicletários entraram em operação nas estações:

  • Liberdade
  • Paraíso
  • Vila Madalena
  • Tamanduateí
  • Brás
  • Carrão
  • Corinthians-Itaquera
  • Guilhermina-Esperança
  • Santa Cecília

A empresa credenciada pelo Metrô mudou, e agora o serviço é prestado pela Brasil e Movimento (FGTV Produções), que irá administrar os espaços em parceria com a Associação dos Condutores de Bicicletas de Mauá (Ascobike). Não me perguntem a atuação desta associação, eu não sabia da existência dela.

A empresa irá oferecer vagas de estacionamento e também irá alugar as bikes. Inicialmente, cada estação deverá ter no mínimo dez bicicletas para aluguel e dez vagas para estacionamento, mas esse número poderá ser ampliado dependendo da demanda de cada estação ou região. As bicicletas possuem tamanho médio e cor amarela, além de câmbio de seis marchas, cesta dianteira e aro 26. Uma alternativa ao serviço do Itaú, que já está bem difundido na região CENTRAL de São Paulo, o que acaba excluindo áreas mas distantes do centro.

O estacionamento será gratuito para o período de 12 horas. Passado esse período, será cobrado R$ 2 por hora adicional de uso (Mais barato que o itaú, mas também não é em qualquer lugar que vocÊ consegue devolver a bike).

Para estacionar a bike

Não vá achando que é só chegar lá com o seu cadeado, trancar a bike e pronto. Eu quebrei a cara uma vez no bicicletário da Vila Olimpia achando que era deste jeito. Nos novos bicicletários, quem deixar a bike no local terá que preencher uma ficha com nome, RG, endereço, marca da bicicleta, cor, valor e um termo de compromisso em que se obriga a trancar o equipamento com cadeado de boa qualidade (???).

Empréstimo

Já para o empréstimo, os primeiros 60 minutos serão gratuitos, segundo a Ascobike. Após esse período, o usuário vai pagar R$ 2 por hora. Para ter acesso ao serviço, o interessado deverá preencher uma ficha cadastral e tirar uma foto em um dos dez bicicletários. As informações do ciclista serão informatizadas, armazenadas e compartilhadas em rede. Já as bicicletas serão identificadas por placa numérica ou código de barra. O usuário precisa ter um cartão de crédito com limite mínimo de R$ 450.

Todos bicicletários terão ferramentas disponíveis caso o ciclista precise fazer algum reparo. A empresa credenciada deverá ser responsabilizada em caso de dano, furto ou roubo dos equipamentos.

Fase de testes

Nos primeiros 60 dias de operação da nova administração, os bicicletários funcionarão todos os dias, incluindo domingos e feriados. Em seguida, será feita uma avaliação para definir o horário de funcionamento de cada bicicletário.
A Brasil e Movimento e a Ascobike receberam autorização para administrar os bicicletários do Metrô. Elas não pagam pelos espaços e podem explorar a publicidade e o aluguel de bicicletas nos locais. Se você é a favor de um transporte mais humano e consciente, procure ajudar estes novos bicicletários utilizando-os ou opinando sobre o que falta ou o que pode melhorar. Assim pode contribuir para a melhoria contínua do transporte em SP

Aumento da malha Cicloviária e ônibus 24 horas em São Paulo

Fecomercio - Mobilidade UrbanaNão é de hoje que estas duas coisas são demandas dos paulistanos. Há anos, sendo em protestos, requisições, matérias sobre transporte urbano e intervenções urbanas, frequentemente requisitamos o aumento das vias exclusivas para bicicletas e a ampliação do transporte urbano pela malha urbana (Ônibus, trem ou metrô) para 24 horas (Quem nunca deixou de ficar até mais tarde em uma festa legal ou não teve que esperar até às 4:30 para voltar pra casa?).

No evento que ocorreu em 11 de junho de 2013 na Fecomercio, a diretora de Transporte e Planejamento da Secretaria Municipal de Transportes, Ana Odila de Paiva Souza, já sinalizou que há um estudo da SP Trans para a virada na madrugada dos transportes públicos.

Mas para que isso ocorra, é necessário um profundo estudo e análise das variáveis do ambiente e necessidade, como estruturação da frota, organização, flexibilidade dos trajetos, espaço exclusivo (como os corredores), gestão operacional, caminhos desobstruídos, regularidade e confiabilidade. Como sabemos, as madrugadas paulistanas não são das mais amigáveis.

O trecho que eu fiquei muito interessado nestas propostas:

“Uma das propostas é construir 460 km de corredores de ônibus para os próximos 12 anos, sendo os primeiros 150 km até 2016. Paralelo ao trajeto, estão previstas ciclovias, que contarão com bicicletários nos novos terminais. Ainda em 2013, 60 km de sistema cicloviário, com ciclovia, ciclofaixa e ciclorrota, serão implantados em São Paulo, sendo 17km no Jardim Brasil, 31 km no Jardim Helena e 12 km no Grajaú.”

Então, pelo que foi discutido no evento, a malha cicloviária pretende ser ampliada em 60KM’s. Isto é muito bom! Claro que estamos abaixo de outros estados ou capitais mundiais, mas o efeito “Cycle” já mostra o seu poder em ser incluído nas políticas de mobilidade urbana na maior cidade do Brasil (E lembro a você que até algumas décadas atrás o carro dominava como meio de transporte preferido pelos paulistanos).

Os compromissos foram cumpridos?

Cycle Chic - A prática do esporte aliada à utilidade

Cycle Chic – A prática do esporte aliada à utilidade

Não. O plano diretor de 2004 da capital paulista previa uma infraestrutura de 367 km para bicicleta até 2012, os quais não foram construídos, mas são tema de um novo plano em debate.

Para Jorge Duarte,  presidente do Conselho de Desenvolvimento Local da FecomercioSP, só um conjunto de soluções poderá equilibrar as atuais condições de mobilidade urbana em São Paulo. Sim, pois não há como focar toda a solução de uma metrópole em um único modal de transporte.

“Há um desafio muito grande de gestão do poder público em como integrar os planos de desenvolvimento dos modais e como discutir uma visão de futuro para a cidade que possa dar um sentido para as diferentes ideias e não fique uma colcha de retalhos”, disse Duarte. Por isso é cada vez mais importante a participação e atividade das pessoas que defendem os diversos tipos de transporte. Quanto mais você demonstrar a necessidade das várias formas de se locomover pela cidade, melhor.

Sou usuário de vários modais: Carro, Bicicleta, Trem e Metrô. O que menos tenho vontade de utilizar é o automóvel, pois não acho uma solução inteligente para se locomover pela cidade. Para distâncias curtas prefiro a bicicleta e para transporte pelo centro da Capital, acho o metrô o meio mais inteligente de se locomover. Espero que uma dia todos nós possamos intercalar os vários modais de forma mais inteligente e racional.

São Paulo Night Riders (Passeio Ciclístico)

Bicicleta Dobrável - São Paulo Night Riders

Bicicleta Dobrável – São Paulo Night Riders

Se você é daqueles que sempre teve vontade de pedalar à noite, ou já pedala pelas ruas e avenidas, vai gostar do evento que vai acontecer em agosto. Aqui em São Paulo, no dia 17 de agosto, vai acontecer a 1ª Night Riders, um passeio noturno pelas ruas do centro de São Paulo.

Você não tem bike? Não se preocupe. É possível reservar um kit que contém uma bela bike dobrável, cuja marca não foi divulgada, mas está por um preço bem interessante. Um item que muita gente tem como importante e também virá no kit é o capacete, que é estilizado com as cores do evento (ainda não se sabe se poderá escolher o tamanho ou se virá em um tamanho único. Além disso, o ciclista receberá também uma medalha de conclusão do percurso e se adquirir os Kits pagos receberá os itens de acordo com o Kit escolhido.

KITS

Você não precisa adquirir o Kit para participar deste evento. Pode ir com sua bike, com a bike do Itaú que tem por aí ou qualquer outro veículo de 2 rodas não motorizado. O bacana do kit é a camiseta manga longe, a bike (se você quiser comprar, claro) e o capacete. O valor do kit com a bike está em promoção até o dia 29/06 e custa R$ 349,00. Após esta data o preço sobe R$ 399,00. Se você pesquisar pela internet, vai perceber que o valor mínimo destas bikes giram em torno dos R$ 1.300,00. Eu não posso garantir a qualidade da Bike que virá no kit, mas tudo leva a crer que cumpre a sua função de locomoção pelas ruas. Não crie muitas expectativas, se você tem dúvidas da qualidade desta bike é melhor não comprar e guardar um pouco mais de $$$ para adiquirir uma outra marca.

Você pode se inscrever a partir do site oficial do evento. Eu e meus amigos e amigas vamos tirar várias fotos nesse evento. Vai ser muito bacana!

http://nightriders.com.br

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