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Fixed Gear – SP – Brasil

Algumas fotos perdidas no PC que resolvi subir hoje:

Fixed Gear São Paulo

Fixed Gear São Paulo

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#23092012 – Outro pedal brutal

Seguindo sozinho e registrando as artes urbanas de SP, sigo no pedal de fixa. Nesse dia encontrei com o Danilo, que tinha acabado de pegar uma speed e aproveitou pra treinar na Ciclovia. Pela manhã fiz uma parte do Ibira, Vila Madalena, Memorial da AL, Pacaembu e sei lá mais o quê!

São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride São Paulo Fixed Gear - Fixie Ride

Numa fria manhã de Inverno

São Paulo Fixed Gear Bike São Paulo Fixed Gear Bike São Paulo Fixed Gear Bike

Segundo pedal no Ibira

Ainda conhecendo a magrela, fui com o Fernando no Ibira fazer um rolê. As fotos ficaram péssimas, pois eu tava com o Defy+ na época:

São Paulo Fixed Gear - Parque do Ibirapuera

Segundo pedal com a bike fixa

São Paulo Fixed Gear - Parque do Ibirapuera

Segundo pedal com a bike fixa

São Paulo Fixed Gear - Parque do Ibirapuera

Segundo pedal com a bike fixa

Primeiro dia com a Fixa

Em 07/07/2012…

Oooow, tava lendo os meus posts aqui e quase não coloquei nada sobre fixa. Também, o mais importante é sentir, né? Nesse tempo eu pedalei bagarai e consumia os vídeos gringos do Mash SF e do Macaframa. Só agora que dei conta que não publicava nada de fixa (a não ser no meu Instagram, que tava lotado de fotos tiradas durante os rolês). Essas fotos aí são do primeiro dia que peguei a fixa, com o Flávio da Tre3e Fixed. Os caras são muito gente fina e produzem boas bikes por um preço acessível aqui no br (as gringas chegam a custar R$3.500,00, caso você queira montar com tudo de fora).

Antes de ir pra fixa eu fiquei um bom tempo mergulhando no Vimeo e no Youtube pesquisando os vídeos. Todos ressaltavam a diferença no pedalar, já que a roda traseira é fixa com o cubo (por isso o nome de fixed gear), diferente das bikes de roda livre, cujo movimento é igual ao das bikes antigas. No momento que eu peguei a fixa, estava querendo uma experiência diferente da Moutain bike, mas ainda não tava querendo pegar a BMX (tenho planos para pegá-la esse ano) e não era muito ligado em Speedy. Estava querendo algo mais simples e livre de tantos procedimentos. Pra correr de Speedy por aí parece que você tem que fazer parte de um clube. Muitas vezes você precisa comprar roupas adequadas (Lycra, que eu não curto muito), roupas apertadas e sapatilhas. Além do grande número de acessórios que elas tem. Realmente não era a minha praia, eu gosto de fazer passeios em que eu possa desmontar da bike e frequentar outros lugares tranquilamente, com a roupa que estou e sem compromisso.

Foi aí que comecei a conhecer os vídeos da Macaframa, um grupo de ciclistas de São Francisco que filmam seus rolês de bike e disponibilizam através do Youtube e demais redes.

Acho que pra falar das bikes fixas é bom fazer um outro post, mais dedicado à bike mesmo. Esse daqui foi só pra demonstrar o primeiro dia que eu passei com a minha fixa. No começo parece que você tem que reaprender a andar de bike. Você estranha bastante (se você anda de MTB ou Speedy), mas logo logo você se acostuma e vicia.

Logo no primeiro dia fui deixar a mama em Guarulhos, aí aproveitei a volta pra casa e já parei na Ciclovia aqui de Interlagos, pra fazer um rolê. Normalmente eu sinto câimbra com uns 60K (na época), mas com a fixa, onde você não para de pedalar, lá pelo KM 20 as pernas já estavam dando o sinal que “ia dar treta”. Foi aí que senti bem na chegada da Vila Olimpia, e tive de dar uma segurada no ritmo. Fui e voltei da VO pra interlagos com ela muito mais rápido do que fazia com a Mountain. foi uma experiência e tanto. E o melhor: Desde o início eu montei a minha magrela brakeless (sem freio), aí você tem que ter perna pra parar, hein? No começo foi duro, mas nada que uns capotes e uns tombos não te façam aprender a parar, rs.

Aqui vão os dois principais vídeos que eu assisti e que me fizeram comprar uma fixa:

Macaframa SF Track Bike Promo

MASH SF INTRO 2007 MASHSF.COM

Espero que curtam também.

Links relevantes sobre o post:

http://macaframa.com

http://mashsf.com/

http://www.tre3e.com/

Reconectando-se [DROPS]

Oi! O assunto é longo, a história idem, mas eu queria deixar registrado hoje um pouco do que eu senti no treino de hoje.
Depois da perda de uma grande amiga no ano passado, acabei me afastando um pouco do “pomposo” mundo da corrida, onde ~corredores~ adoram tirar fotos, marcar os outros e morder medalha. Acontece que eu me senti atraído por esta amiga, e sem mais nem menos ela se foi em maio de 2012. Desde então, comprei uma segunda bike, e passei a treinar mais nas pedaladas nos fins de semana, hora para esquecê-la, e muitas vezes para lembrá-la (era uma das coisas que tínhamos em comum). Nos horários mais inóspitos da cidade eu fazia o meu treino, com The Killers ao fundo, eu, minha magrela e as ruas. Então desapareci um pouco do cenários e da turma do Oba Oba. Foi uma escolha essencialmente pessoal. Era o meu momento e não havia ninguém que entenderia isto. Foram duros meses em que treinava, mas não com a mesma intensidade que outrora, e duramente, os treinos sempre me lembravam dela. Durante um curto espaço de tempo, fomos parceiros na corrida e eu ficava muito feliz pela evolução dela. E de uma hora para outra tudo se foi, sem explicação. Aprender a superar a dor da perda é algo bem complicado quando se está sentindo um carinho acima do normal por alguém.

Então, vivendo neste inverno intenso, eu tentava dividir as atividades (que não eram poucas).

No treino de hoje, estranhamente notei coisas que poderiam passar despercebidas: No horário de pico do parque do povo, quase não existem mais guarda volumes disponíveis para utilização. Vários profissionais engravatados, vestidos de social e jovens entravam e trocavam suas roupas para fazer a prática esportiva. Estranhamente percebi uma movimentação acima do normal, afinal aquilo é um parque público, e às 19:00, quase todas as pessoas só querem chegar em casa, fazer sua refeição, assistir mentiras na televisão e ir dormir. Mas toda aquela galera estava lá, por algum motivo: ou porque queriam perder peso, ou porque brigaram com alguém, ou porque queriam correr.
E durante o treino de hoje, no parque, vi tanta gente que não via antes. Me acostumei aos treinos solitários, sem pessoas por perto, sem horários cheios e sem vida. Mas quando você corre às 19 horas, não há como não ver gente.
O parque tá pequeno, assim eu e o meu sobrinho Fernando estamos fazendo um cross-Training na selva de pedra. Parque do Povo até o Parque do Ibira > Bate e volta.

Neste trajeto, vi muita gente na rua, do mesmo modo que eu estava fazendo, procurando se entender na corrida ou querendo chegar a algum lugar.
O grande problema é que este era o meu habitat no GPA Clube, a assessoria que eu frequentava antes de sair do grupo, em 2011. Após este período, me vi sozinho, treinando. Mas hoje pareceu q este mundo de pessoas correndo e olhando umas para as outras se abriu novamente. Uma cortina que havia se estendido por quase 10 meses e que está voltando a se abrir. Olhando toda essa galera, eu entendo um pouco mais porque tanta gente me procura através do Blog aqui e do site: Eles querem correr! Simples, só isso.
Mais a esclarecer nos próximos posts…

Em tempo: Hoje essa música ficou na minha cabeça o tempo todo…

O vídeo incorporada não abre na página, então é só clicar no link “assista no YouTube”

~A tradução é mais ou menos assim~ (Você não se vê cruzando a linha de chegada com essa música?)

Ler Minha Mente

Na esquina da rua principal
Estou apenas tentando manter a linha
Você diz que quer seguir em frente
E que estou ficando pra trás

Você pode ler minha mente?
Você pode ler minha mente?

Eu nunca desisti de verdade em dar o fora
Dessa cidade pífia
Tenho luz verde
Tenho uma pequena batalha
Vou mudar isso!

Você pode ler minha mente?
Você pode ler minha mente?

Os bons velhos tempos
O homem honesto
O coração que não descansa
Uma terra prometida
Um beijo súbito
Que ninguém vê
Um pulso quebrado
E um grande trapézio

Bem, eu não me importo
Se você não se importar
Porque eu não brilho
Se você não brilhar
Antes que vá

Você pode ler minha mente?

É engraçado como isso simplesmente deu errado
Enquanto esperava por algum sinal
Eu permaneço na frente de seu caminho
Com mágica de sobra em minha espinha

Você pode ler minha mente?
Você pode ler minha mente?

A rainha adolescente
A arma engatilhada
O sonho perdido
O escolhido
O sotaque sulista
Um mundo invisível
Um muro da cidade
E um trampolim.

Bem, eu não me importo
Se você não se importar
Porque eu não brilho
Se você não brilhar
Antes de pular
Diga-me o que acha
Quando você lê minha mente.

Sabotou minha fé
Até eu cair
Ele nunca retornou aquele telefonema
Mulher, abra essa porta
Não deixe permanecer
Eu quero sentir aquele fogo novamente

Ela disse:
“Eu não me importo
Se você não se importar
Porque eu não brilho
Se você não brilhar”
Encoste em mim
Encoste em mim
Encoste em mim

As estrelas brilham
Como diamantes rebeldes
Cortados do sol
Quando você lê minha mente

#CarnaRun ou #CarnaBike? O passeio de fixa pela cidade

Te quero fixa - LYS
Te quiero, na Vila Madalena. Vários treinos já foram realizados nestas ruas 
Esta foi a dúvida do meu carnaval. Sem ter noção do nome das escolas de ~sampa~ que nos últimos dias entupiram a TV com toda indecência e promiscuidade do nosso carnaval, resolvi sair no domingo pra fazer um treino. Foi bem light. Optei pelo #CarnaBike, pois ainda não comprei uma proteção suficientemente boa para carregar o meu novo celular em corridas, e com a bike consigo usar a mochila e fazer a pedalada na boa.

Optei pelo rolê de fixa (sempre mais emocionante), partindo do Ibira até qualquer lugar passando o mínimo possível pela ciclofaixa (hehe, tem dia q eu fico meio revolts mesmo). E um rolê de bike é sempre um bom motivo para tirar fotos. Então fui testar os freios da minha fixa com duas voltas no parque, e de lá parti pela Avenida Brasil até o final, pois quando pedalo pela cidade nunca tenho um trajeto fixo e planejado. A cidade é muito mais interessante quando se sai às ruas sem destino, conhecendo lugares que você nunca passaria ou não teria noção da beleza e existência se não estivesse treinando.
Enfim, cheguei a um lugar admirável: Vila Madalena. Nos últimos anos têm se consolidado um lugar de passagem nas minhas corridas, desde que começei a treinar com a manola e o meu sobrinho Fernando. Fizemos bons treinos nesta região, infelizmente na época o meu sobrinho Daniel estava contundido e não pôde fazer o treino conosco naquela época. Nos últimos tempos, meus treinos têm sido mais solitários, como o inverno.
Bike sem freio e ladeiras: Quer combinação melhor? Sim! Bike, Ladeiras e Streetart completam o cenário da Vila Madalena. Uma manhã de domingo costuma ser muito calma, sem movimento, poucos sinais de vida pela rua.

Beco do Batman
Beco do Batman

É como se a cidade estivesse adormecida, recuperando-se do ritmo frenético da semana. Cheguei no beco do Batman, conhecido pelos Graffitis e movimentos culturais que permeiam a região. Peguei uma subidinha sacana, e no meio dela, notei que foi o lugar onde treinamos (eu, o Fernando e a Manola) há cerca de um ano atrás.Tiramos algumas fotos naquele tempo, e hoje (com a fachada reformada) não pude deixar de registrar outra foto daquele lugar (é a primeira foto do Post).

Fotografia + StreetArt = 13!
Fixie ❤
Fotografia + StreetArt = 13!
Photo ❤
Bike + Fotografia = Muito amor
Fixie ❤
No alto da Vila Madá encontrei outros lugares com pinturas interessantes, e comecei a achar algo estranho na bike. Um elo da corrente já havia quebrado a uns 2 meses atrás, e eu havia remendado ele. Por isso estava receoso de andar com ela. Mas pela Vila não aconteceu nada, foi tudo bem.

fixie

adoniran barbosa streetart

fixie

Eis que vi pelo Google Maps que de lá eu conseguiria ir até a Praça Panamericana (Local próximo à ciclofaixa da cidade universitária), então fui me embrenhando pelas ruas até encontrar um caminho legal, com muita descida, mas legal.

Manola LYS

Registrei umas fotos do caminho, e depois de alguns minutos já estava perto do Pão de Açúcar de lá.
Fiquei alguns minutos próximo ao P1, pois achava que a Débora estava por lá. Voltei para o ibira através da Ciclofaixa cidade universitária – Vila Olímpia  Lá pelo jóquei club encontrei um outro cara de fixa, mas era uma fixa muito estranha. Multicolorida e o pior de tudo: COM FREIO! Rsrsrs. Também encontrei uma galera com speedy, e um deles me perguntou de a bike era de alumínio e qual era a relação da catraca que eu estava usando. Possivelmente ele fez esta pergunta porque eu ultrapassei eles lá no jóquei, e nos encontramos novamente por conta dos bloqueios de cruzamento que existem. Até aí tranquilo, ia atravessar a ponte para chegar ao parque do povo e blz, mas… OH WAIT! Não tinha ciclofaixa do Jóquei até a Cidade Jardim! WTF? Como não avisaram isso em algum lugar?

Eu já presentia esta alteração em virtude das reformas no entorno do parque do povo, um dia quando caminhava com o Fernando (meu sobrinho). Então o jeito é dividir o espaço com os carros mesmo. Mas domingo de manhã não havia transito. Tudo tranquilo, exceto pelos estralos na corrente que começavam a aparecer…

fixie cards, fixed gear inside at Vila Madalena

Em uma bike fixa, corrente é fundamental para a locomoção e parada. Tanto o “motor” de tração quanto o freio dela é exercido pela corrente, que faz a forma para frente, ou o movimento contrário quando você quer reduzir a velocidade. Então, se ela está com um problema, logo você também tem um problema. Eu notei os estralos na ponte que levava ao parque do povo. Logo depois, a corrente saiu. Não teve jeito: Tive que parar e colocar ela de volta. Mas notei que não era só isso. Um dos elos já estava dando sinais de que ia me deixar na mão. Já estava dentro do parque do povo.

fixie cards, fixed gear inside at Vila Madalena
Como diz o @danilopps : TWO RULES: 1.One Gear 2.No Brakes

Deste momento pra frente, fui obrigado a ir na manha. E como o tempo não insinuava chuva, resolvi levar o pedal na maciota. Assim segui até o parque do Ibirapuera novamente. Até lá a corrente caiu umas 5 vezes, mas consegui chegar ao final. Agora tenho que procurar uma bem, mas bem reforçada e arrumar pra voltar à ativa na Fixa. Nas próximas semanas, pretendo fazer meus treinos na Mountain bike mesmo.

Music On, World OFF! Bike ON, World OFF!
OFF!

 Quem sabe no próximo fim de semana rola um treino running

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