Arquivos do Blog

DataLab Serasa Experian

Fui convidado pela Serasa Experian para participar do open house realizado no dia 07/11 do novo lançamento deles: o DataLab Serasa Experian. O DataLab fica localizado na Vila Olímpia, na Zona Sul de São Paulo, e conta com um time de cientistas de dados, engenheiros de software, programadores entre outros diversos profissionais. Com essa proposta de inovação, os profissionais terão foco na criação de soluções com base nas tecnologias de Analytics, Big Data e Inteligência Artificial, focada na análise do uso de novas fontes de dados, combinado com algoritmos de inteligência artificial e a aplicação de técnicas tradicionais ou inovadoras. O objetivo da unidade é resolver desafios complexos.
Quando necessário, além do desafio de pesquisa aplicada, o DataLab também realiza o trabalho de ida e avaliação de mercado para o serviço ou produto criado, operando como uma startup junto a consumidores e empresas.

Esse é o primeiro DataLab da empresa na américa latina (trabalhando em conjunto com as unidades de San Diego e Londres), além de todas as unidades de negócio e serviços da Serasa Experian. Entre os produtos e serviços do projeto está o Sinergy, escritório de coworking, que agora está ampliado, e o RWA (Real World Analytics), uma plataforma criada com base em dados de geolocalização para entender melhor o comportamento dos consumidores dentro e fora do comércio.

https://www.serasaexperian.com.br/datalabs/

Algumas fotos do evento:

 

 

Anúncios

Social Analytics Summit 2017

Pessoal,

No último sábado (11/11) participei do Social Analytics Summit 2017, um evento realizado pela media education onde tivemos a oportunidade de ouvir um pouco mais sobre as tendências e desafios para o profissional de Inteligência de mercado, publicidade e propaganda para os proximos anos. Só para você ter uma idéia do flow, segue o line up do evento:

10:00am
TE DOU UM DADO: INSIGHTS NA GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ASSERTIVOS
Bruno HonórioBruno Honório – Mutato
10:45am
TENDÊNCIAS POR TRÁS DOS DADOS
Caroline FerrazCaroline Ferraz – F.biz
11:30am
O PRESENTE E O FUTURO DAS MÉTRICAS
Letícia MiliãoLetícia Milião – Polis Consulting
12:00am
DATA DRIVEN: BI NÃO É SÓ RELATÓRIO
Hugo NakaharaHugo Nakahara – R/GA Luana AzevedoLuana Azevedo – Wieden + Kennedy Ricardo MartinsRicardo Martins – ABlab Roberto FeresRoberto Feres – New Content

12:45pm
PAUSA PARA ALMOÇO

14:00am
PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA DE MÍDIAS SOCIAIS NO MERCADO BRASILEIRO
Ana Cláudia ZandavalleAna Cláudia Zandavalle – Vert Inteligência Digital
14:20am
AI: COMO UTILIZÁ-LA A SEU FAVOR E COMO ISSO TEM AFETADO O MERCADO
Andrea HiranakaAndrea Hiranaka – Ipsos
15:05am
NAVEGANDO PELOS NÚMEROS
Felipe ProtoFelipe Raffani – iProspect
15:50am
O X DA QUESTÃO: INSIGHTS SOBRE DIVERSIDADE DE GÊNERO A PARTIR DE DADOS DAS MÍDIAS SOCIAIS
Soraia LimaSoraia Lima – SENAC
16:35am
MENSURAÇÃO DE RESULTADOS EM ÉPOCA DE CHATBOTS. E AGORA?
Rafael KisoRafael Kiso – Focusnetworks

Particularmente eu gostei muito do formato: com tendências de comunicação e tecnologia juntos, superou minha expectativa como entrega de uma sessão de mais de 8 horas de conteúdo diversificado. Abaixo minhas notas sobre o que rolou no evento (Moleskine + caneta = melhor método de anotação que você respeita!)

Bruno- Analista de Insights

Os insights geram conclusões e a partir disso temos a etnografia digital, que é a arte de “stalkear” pessoas.

Pessoas > Indivíduo > grupos de convivência > Histórico social > Relações sociais > Comunicação e linguagens > Experiencias individuais e em grupo

União de cenários geram comportamentos, comportamentos geram atitudes, decisões e compras.

Pessoa  – comportamento off-line

Usuário – comportamento digital

Desafios:

1 – Como unificar comportamentos?

  • Entender o usuário
  • Unifique a proposta da marca
  • Não só quantifique. Qualifique.
  • Não se faz conteúdo só para curtir a página. Precisa gerar uma ação de compra.
  • Pensar além do like.
  • Validar o que é negativo
  • Identifique as linguagens dos comentários e classifique-as.
  • Não congele o discurso.
  • Mecanizar respostas é piorar o contato com o cliente.

Etnografia digital:

  • Comportamento de uso de diferentes redes
  • Semântica de uso
  • Tipos de conteúdo
  • Relacionamentos com marcas
  • Dados demográficos
  • Preferências

Metodologias

  • Animus
  • Anima
  • Sombra
  • Persona

Personas – trazem interesses gerais e comportamentos de uso

Análise semântica:

Gosta:

  • Da marca?
  • Do conteúdo?
  • Do meio?

Dicas para a complementar o entendimento do consumidor

  • Pesquisas etnográficas complementares
  • Pesquisas quantis e qualis.
  • Absorver culturas diferentes para entender pessoas e comportamentos

Amostras:

  • Pessoas que comentam a marca
  • Pessoas que só curtem as paginas
  • Pessoas que não tem contato com a marca

Caroline Ferraz – FBIZ

Mestra em inteligência de dados

Mudanças: atitudinal/comportamento

Tendências:

  • Macro: 10 anos
  • Micro: 5 anos

Como mapeá-las? #CHAMANAMETODOLOGIA

Cool hunters: pessoas que fazem pesquisas qualitativas de forma inovadora

A vez dos dados

Tendência não é um dado, é uma interpretação de diferentes dados.

Tríado: contexto, conversa e consumidor geram a tendência

Social listening:

  • Alpha – Os inovadores
  • Beta – A turma do meio
  • Publico de massa

Three is a crowd, and a crowd is news.

Benefício prático:

  • Benefício de identidade: ser diferente como todo mundo
  • Economia compartilhada: bike sharing, Uber, etc.
  • Relatoria: como a caroline comentou sobre áreas que fazem relatórios

Painel de discussão: BI não é só relatório

Não importa o dado, importa a leitura. O BI deixa de ser relatoria para entender mais o comportamento do usuário.

Insight só é algo se ninguém não tinha visto antes.

BI nas empresas sendo independente das áreas.

Tendência de BI ser mais horizontal para ajudar mais o negócio.

Tração e performance:

Agência: criação, mídia e estratégia

Dificuldade de vender BI para as empresas

Dificuldades de formar o profissional de BI: foi comentado que normalmente se cria o profissional de BI dentro de casa devido à dificuldade de encontrar profissionais com o olhar analítico e também visão de mercado, e que os clientes muitas vezes tem dificuldade de trazer os dados de BI interno para conversar com as agências. Também disse que está cada vez mais em foco a automação de conteúdo, algo que coloca todos em atenção, visto que o que paga o BI hoje nas agências são os relatórios que você faz. A média do tamanho das equipes de BI do grupo de palestrantes foi em torno de 4 indo de 2 a 5 pessoas dependendo da empresa e porte.

Andrea Hiranaka – IPSOS

Andrea comentou sobre o IPSOS SMX – Social Media Exchange com a apresentação do IA (Inteligência Artificial) na prática. Comentou que a primeira vez que o termo foi utilizado foi em 1956. Também abordou sobre os diversos métodos e algoritmos utilizados, como statistical semantics, image recognition, speech recognition, NLP e NLG.

Também comentou sobre o Sensidium – tecnologia da IPSOS para montar um framework de análise e os chatbots – case de mercado da Intelligent X

Felipe Raffani – IPSOS

Felipe fez uma ótima apresentação com o tema de métricas, a controvérsia dos diversos modos de se medir um mesmo KPI e a importância de diferenciar relatório de análise.

3 problemas que podem ocorrer no dia a dia:

  • Desconhecimento das metricas
  • Confusão entre acompanhamento e análise de dados
  • Desalinhamento entre o que foi pedido de relatório e o objetivo do negócio

Alcance é exclusivo por plataforma (não somar alcances de plataformas distintas)

Frequência é a média de impressões por alcance

Engajamento se traduz por reações + comentários + compartilhamentos dividido pelo alcance. Também pode ser medida por número de usuários engajados dividido pelo alcance, mas como dito, nenhuma das duas métricas é perfeita.

KPI KGI e META (Performance,General e Meta)

Rafael Kiso – Como mensurar resultados digitais com chatbots

  • Hoje tem mais gente usando aplicativos de mensagens do que redes sociais.
  • Usuários hoje estão nos messengers
  • Foco no conteúdo e na experiência baseada em intenções
  • Interface simples e conversacional
  • é mais barato que app

IBM Watson você pode fazer 10k de requisições e não pagar nada.

Casos de usos dos chatbots

  • Transacionais
  • Comerciais
  • SAC

KPI’s:

  • Intend – é resolver o problema ou solucionar algo para o cliente
  • Taxa de sucesso até 3 intenções
  • O feedback do usuário faz parte da construção do robô
  • Desafios dos cientistas de dados:
  • Demográfico dos usuários de chatbot
  • Principais problemas
  • Simplicidade X Complexidade

Enfim galera, eu sei que o resumo não está tão fluido, mas ao menos ajudo vocês compartilhando um pouco das minhas anotações e espero motivar vocês a procurarem mais eventos como  esse para agregar em conhecimento e network.

Qualquer dúvida ou comentário não esqueçam de entrar em contato, blz? Valeu!!!

Confira algumas fotos do evento abaixo:

%d blogueiros gostam disto: