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How to Incorporate Megatrend Analysis into Your Business

O Euromonitor publicou os resultados de suas pesquisas sobre as grandes tendências dos próximos anos, e podemos obter bons insights para planejar o futuro baseado na mudança de comportamentos da sociedade e tendências “quentes” para os próximos anos.

O post que fala sobre como incorporar estas megatendências no seu planejamento está nesse link.

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Instagram quebra o limite de recência de mídia no Stories

Instagram Stories

Instagram Stories

Você já deve ter usado o Instagram para postar um moment, certo? Viu que era igualzinho o “Snap”. Bem, depois da surra que o Snap levou com o advendo do Stories, agora a pá de cal no Snap foi a quebra do limite de tempo no Stories (Insta) em que a mídia foi tirada de 24 horas. Para ser mais claro: agora o Stories do Insta permite que você também faça o upload de fotos ou vídeos antigos, pra matar aquela saudade e para socializar mais. Isso é algo tão básico, mas que só chegou agora devido ao padrão do mercado em esse tipo de Snap já ser efêmero por natureza, mas parece que agora que a rede definifivamente se tornou mais popular e maior que o seu concorrente, o padrão está mais aberto a outros público e também dando mais liberadade para pessoas postarem o que quiserem.

Li no SMW

Sales Force Basecamp Indústria – 18/10/17

Como um fanático por tecnologia e profissional de Inteligência de Mercado, não posso deixar de participar de workshops, palestras e congressos onde se discute o futuro da tecnologia em prol dos avanços em negócios e relacionamento entre pessoas (sejam B2B, consumo ou social), e uma sessão  que gostei muito foi a trilha de basecamp da Sales Force, um encontro com usuários da plataforma que compartilham melhores práticas, interação entre empresas e cases de negócio realizado na Praça São Lourenço. O último encontro que participei em outubro foi muito produtivo. Vimos empresas que já utilizam o wave, que é uma ferramenta de analytics marketing cloud, aplicações em IoT (Internet das coisas) e IA (Inteligência Artificial). Algumas empresas que gerencial um volume enorme de SKU’s (Produtos) em torno de 12.000 itens, com giro mensal de 3.000 e que utilizam a política comercial via Salesforce, catálogo, workflow de aprovação de preços. Alguns casos em análise com a equipe de Inteligência Comercial identificaram que o volume de vendas aumentou 2%, devido à velocidade de colocar pedido. Essa equipe que fazia a validação de pedidos, e agora faz televendas e equipe de suporte de 1º nível de Salesforce. Alguns desafios comentados foram o de integração entre vendas marketing, operações e logística, e concorrência com mercado chinês. Neste último o Salesforce foi comentado com uma ferramenta de ganho expressivo em CRM devido ao fato do relacionamento e gestão de crises ou problemas ser muito mais rápido e efetivo que o fornecedor chinês por exemplo.

A segunda parte foi ministrada pela Rejane Guiguer – colaboradora da Salesforce junto com Bruno. Foram apresentadas ótimas ferramentas de automação de marketing como envio de e-mails, análise de engajamento e geração de leads. O início da trilha do cliente analisando desempenho (Vendas), assistência (por exemplo: sem contato a mais de X dias) e registros recentes dos contatos. Também foi apresentada a solução Pardot que calcula as taxas de abertura de e-mails marketing, envio de convites, controle de eventos e a facilidade de se criar uma agenda de relacionamento com base nas interações com os clientes. Foi também abordada a régua de relacionamento, que pode ser desde cotação de vendas (muito utilizado para fazer “casadinhas”) até o pedido inteligente: histórico dos últimos 8 pedidos versus estoque vigente para propor um volume mais assertivo à necessidade do cliente. E por fim foram abordadas soluções de social entre os grupos com o objetivo de diminuir o uso de e-mails através de ferramentas como Chatter. Grupos de assistentes técnicos, comunicar à parceiros também podem utilizar o Chatter. Parceiros = Distribuidores. Lightning é a nova experiência analítica da Sales force para criar atividades para força de vendas a partir de insights vistos nos vários Dashboards disponíveis. Também o pós venda, que pode integrar com sistema de telefonia da empresa e conector da Skype for business. Omni-channel: pesquisa de satisfação do CAT através do Sales Force após conclusão do atendimento (caso) no sales force, e registro das atividades de televendas no Salesforce também.

 

Por todas essas soluções e outras mais, a Salesforce vem se destacando no mundo dos negócios como plataforma robusta no gerenciamento das atividades e potencial dos clientes, para que não utiliza a ferramenta (eu já utilizo onde trabalho e posso assegurar que realmente é a mais dinâmica que já vi) recomendo fazer uma busca ou procurar saber mais para entender o futuro de dados para a geração de insights em novos negócios e relacionamento com o cliente.

7 coisas que você deve deixar de lado se quiser alcançar o sucesso

Gostei muito do post da infomoney falando o que devemos parar de fazer para ter sucesso na vida (Lembrando que sucesso não é ter o máximo de dinheiro, e sim estar bem consigo mesmo). Resumidamente o post aborda os 7 itens abaixo:

1. Dúvidas
2. Decisões guiadas pela emoção
3. Confiança apenas nos elogios de terceiros
4. Tentar agradar tudo e todos
5. Companhias ruins
6. Desistir quando errar
7. Despesas inúteis

Mais detalhes no Infomoney.

Social Analytics Summit 2017

Pessoal,

No último sábado (11/11) participei do Social Analytics Summit 2017, um evento realizado pela media education onde tivemos a oportunidade de ouvir um pouco mais sobre as tendências e desafios para o profissional de Inteligência de mercado, publicidade e propaganda para os proximos anos. Só para você ter uma idéia do flow, segue o line up do evento:

10:00am
TE DOU UM DADO: INSIGHTS NA GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ASSERTIVOS
Bruno HonórioBruno Honório – Mutato
10:45am
TENDÊNCIAS POR TRÁS DOS DADOS
Caroline FerrazCaroline Ferraz – F.biz
11:30am
O PRESENTE E O FUTURO DAS MÉTRICAS
Letícia MiliãoLetícia Milião – Polis Consulting
12:00am
DATA DRIVEN: BI NÃO É SÓ RELATÓRIO
Hugo NakaharaHugo Nakahara – R/GA Luana AzevedoLuana Azevedo – Wieden + Kennedy Ricardo MartinsRicardo Martins – ABlab Roberto FeresRoberto Feres – New Content

12:45pm
PAUSA PARA ALMOÇO

14:00am
PROFISSIONAL DE INTELIGÊNCIA DE MÍDIAS SOCIAIS NO MERCADO BRASILEIRO
Ana Cláudia ZandavalleAna Cláudia Zandavalle – Vert Inteligência Digital
14:20am
AI: COMO UTILIZÁ-LA A SEU FAVOR E COMO ISSO TEM AFETADO O MERCADO
Andrea HiranakaAndrea Hiranaka – Ipsos
15:05am
NAVEGANDO PELOS NÚMEROS
Felipe ProtoFelipe Raffani – iProspect
15:50am
O X DA QUESTÃO: INSIGHTS SOBRE DIVERSIDADE DE GÊNERO A PARTIR DE DADOS DAS MÍDIAS SOCIAIS
Soraia LimaSoraia Lima – SENAC
16:35am
MENSURAÇÃO DE RESULTADOS EM ÉPOCA DE CHATBOTS. E AGORA?
Rafael KisoRafael Kiso – Focusnetworks

Particularmente eu gostei muito do formato: com tendências de comunicação e tecnologia juntos, superou minha expectativa como entrega de uma sessão de mais de 8 horas de conteúdo diversificado. Abaixo minhas notas sobre o que rolou no evento (Moleskine + caneta = melhor método de anotação que você respeita!)

Bruno- Analista de Insights

Os insights geram conclusões e a partir disso temos a etnografia digital, que é a arte de “stalkear” pessoas.

Pessoas > Indivíduo > grupos de convivência > Histórico social > Relações sociais > Comunicação e linguagens > Experiencias individuais e em grupo

União de cenários geram comportamentos, comportamentos geram atitudes, decisões e compras.

Pessoa  – comportamento off-line

Usuário – comportamento digital

Desafios:

1 – Como unificar comportamentos?

  • Entender o usuário
  • Unifique a proposta da marca
  • Não só quantifique. Qualifique.
  • Não se faz conteúdo só para curtir a página. Precisa gerar uma ação de compra.
  • Pensar além do like.
  • Validar o que é negativo
  • Identifique as linguagens dos comentários e classifique-as.
  • Não congele o discurso.
  • Mecanizar respostas é piorar o contato com o cliente.

Etnografia digital:

  • Comportamento de uso de diferentes redes
  • Semântica de uso
  • Tipos de conteúdo
  • Relacionamentos com marcas
  • Dados demográficos
  • Preferências

Metodologias

  • Animus
  • Anima
  • Sombra
  • Persona

Personas – trazem interesses gerais e comportamentos de uso

Análise semântica:

Gosta:

  • Da marca?
  • Do conteúdo?
  • Do meio?

Dicas para a complementar o entendimento do consumidor

  • Pesquisas etnográficas complementares
  • Pesquisas quantis e qualis.
  • Absorver culturas diferentes para entender pessoas e comportamentos

Amostras:

  • Pessoas que comentam a marca
  • Pessoas que só curtem as paginas
  • Pessoas que não tem contato com a marca

Caroline Ferraz – FBIZ

Mestra em inteligência de dados

Mudanças: atitudinal/comportamento

Tendências:

  • Macro: 10 anos
  • Micro: 5 anos

Como mapeá-las? #CHAMANAMETODOLOGIA

Cool hunters: pessoas que fazem pesquisas qualitativas de forma inovadora

A vez dos dados

Tendência não é um dado, é uma interpretação de diferentes dados.

Tríado: contexto, conversa e consumidor geram a tendência

Social listening:

  • Alpha – Os inovadores
  • Beta – A turma do meio
  • Publico de massa

Three is a crowd, and a crowd is news.

Benefício prático:

  • Benefício de identidade: ser diferente como todo mundo
  • Economia compartilhada: bike sharing, Uber, etc.
  • Relatoria: como a caroline comentou sobre áreas que fazem relatórios

Painel de discussão: BI não é só relatório

Não importa o dado, importa a leitura. O BI deixa de ser relatoria para entender mais o comportamento do usuário.

Insight só é algo se ninguém não tinha visto antes.

BI nas empresas sendo independente das áreas.

Tendência de BI ser mais horizontal para ajudar mais o negócio.

Tração e performance:

Agência: criação, mídia e estratégia

Dificuldade de vender BI para as empresas

Dificuldades de formar o profissional de BI: foi comentado que normalmente se cria o profissional de BI dentro de casa devido à dificuldade de encontrar profissionais com o olhar analítico e também visão de mercado, e que os clientes muitas vezes tem dificuldade de trazer os dados de BI interno para conversar com as agências. Também disse que está cada vez mais em foco a automação de conteúdo, algo que coloca todos em atenção, visto que o que paga o BI hoje nas agências são os relatórios que você faz. A média do tamanho das equipes de BI do grupo de palestrantes foi em torno de 4 indo de 2 a 5 pessoas dependendo da empresa e porte.

Andrea Hiranaka – IPSOS

Andrea comentou sobre o IPSOS SMX – Social Media Exchange com a apresentação do IA (Inteligência Artificial) na prática. Comentou que a primeira vez que o termo foi utilizado foi em 1956. Também abordou sobre os diversos métodos e algoritmos utilizados, como statistical semantics, image recognition, speech recognition, NLP e NLG.

Também comentou sobre o Sensidium – tecnologia da IPSOS para montar um framework de análise e os chatbots – case de mercado da Intelligent X

Felipe Raffani – IPSOS

Felipe fez uma ótima apresentação com o tema de métricas, a controvérsia dos diversos modos de se medir um mesmo KPI e a importância de diferenciar relatório de análise.

3 problemas que podem ocorrer no dia a dia:

  • Desconhecimento das metricas
  • Confusão entre acompanhamento e análise de dados
  • Desalinhamento entre o que foi pedido de relatório e o objetivo do negócio

Alcance é exclusivo por plataforma (não somar alcances de plataformas distintas)

Frequência é a média de impressões por alcance

Engajamento se traduz por reações + comentários + compartilhamentos dividido pelo alcance. Também pode ser medida por número de usuários engajados dividido pelo alcance, mas como dito, nenhuma das duas métricas é perfeita.

KPI KGI e META (Performance,General e Meta)

Rafael Kiso – Como mensurar resultados digitais com chatbots

  • Hoje tem mais gente usando aplicativos de mensagens do que redes sociais.
  • Usuários hoje estão nos messengers
  • Foco no conteúdo e na experiência baseada em intenções
  • Interface simples e conversacional
  • é mais barato que app

IBM Watson você pode fazer 10k de requisições e não pagar nada.

Casos de usos dos chatbots

  • Transacionais
  • Comerciais
  • SAC

KPI’s:

  • Intend – é resolver o problema ou solucionar algo para o cliente
  • Taxa de sucesso até 3 intenções
  • O feedback do usuário faz parte da construção do robô
  • Desafios dos cientistas de dados:
  • Demográfico dos usuários de chatbot
  • Principais problemas
  • Simplicidade X Complexidade

Enfim galera, eu sei que o resumo não está tão fluido, mas ao menos ajudo vocês compartilhando um pouco das minhas anotações e espero motivar vocês a procurarem mais eventos como  esse para agregar em conhecimento e network.

Qualquer dúvida ou comentário não esqueçam de entrar em contato, blz? Valeu!!!

Confira algumas fotos do evento abaixo:

O papel das escolas para o profissional de inteligência

Na última semana eu estava responsável pela seleção dos estagiários que vão entrar na minha área de Business Intelligence. Essa foi a primeira vez que estava responsável pela avaliação e seleção das pessoas para que deem seus primeiros passos na jornada de trabalhos. Como se já não bastasse o nível acirrado de seleção, onde quase 20.000 se inscrevem e chegamos a uma seleção em torno de 100 candidatos, o peso de ser uma empresa multinacional tanto agrada aos olhos dos estagiários quanto deve dar mais tensão em função do nível exigido para poder entrar aqui.

Recebi vários grupos durante os dias em que passamos. Esse anos pedimos ajuda para o RH para aumentar a diversidade no grupo, isto é, não exigir somente faculdades de primeira linha, inglês avançado ou coisas do tipo, para não restringir ainda mais o número de pessoas diversas. Até pela pouca idade para o mercado de trabalho, o publico costuma vir com pouca bagagem profissional, mas muita criatividade, vontade, histórias de vida e formações diferenciadas.

Um dos pontos que mais me chamou a atenção, e que foi a origem desse post foi com relação ao perfil que está chegando da faculdade e as expectativas para o mercado de trabalho. Dentro desse ponto, notei que há um grande buraco entre o que se aprende na faculdade e os requisitos das vagas para o mercado do trabalho. Para que você se posicione: as seleções eram para vagas na área de inteligência e marketing, onde os graduandos se inscreveram muito mais por conta do interesse em uma posição na área de marketing (a minha área de BI estava no dia porque vejo que o perfil do profissional deve ter muito conhecimento de marketing). Para minha surpresa, na própria descrição das tarefas diárias da área de marketing também se comentou muito sobre fazer análise, que é receber informações, estudá-las, trabalhar nelas e recomendar ou direcionar ações com base no que foi visto.

Especificamente para a minha posição, e aí falando sobre a necessidade do mercado, encontrar o perfil analítico é bem complicado, uma vez que não é só isso que faz o profissional de BI atualmente. Essa pessoal é responsável sim por fazer análise mais complexas, apresentar planos de trabalho e também ser a interface entre as áreas decisoras (Líderes do negócio e também áreas mais técnicas) e vendas (que são os profissionais que realizam o trabalho ou trazem os resultados). Meu conselho para quem está iniciando nesse mercado: foco em capacidades analíticas, pois as áreas estão ficando cada vez mais orientadas a dados e números, e um perfil assim tem vantagem sobre outros candidatos. Não se limite a esperar o que a faculdade irá lhe trazer (até porque elas precisam mudar muito a grade curricular) e procure fazer cursos presenciais ou pela internet e análise de dados, cálculos, projetos e design thiking. Tenho certeza que você irá notar uma melhora significativa da sua performance nos processos seletivos ou de trabalho.

 

How to Increase Customer Lifetime Value And Boost Profits

The One Strategy That Could More Than Double Your Sales

Cérebro em alta performance | AGÊNCIA FAPESP

http://agencia.fapesp.br/cerebro_em_alta_performance/23099/

Estou testando esse novo App chamado BrainHQ para ajudar a memorizar mais coisas. Gostei da dinâmica dele e recomendo se vocês quiserem treinar um pouco mais o cérebro.

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