Arquivo da categoria: Negócios

Dica de livro: Triggers

29982126[1]

Minha última leitura foi um livro para procurar melhorar minha atual visão de alguns acontecimentos. Todos na vida temos momentos de dúvidas, impressões se estamos no caminho certo ou algumas recaídas para o aborrecimento, stress e tristeza. O que este livro faz é fazer você pensar se isto realmente deve te preocupar, e que você mesmo pode consertar isto. Não caia no velho costume da maioria das pessoas de se vitimizar e achar que o mundo está contra você, pois só você pode mudar a forma de enxergar as coisas, afinal o ponto de vista é seu.

Parte 1: Porque não nos tornamos as pessoas que queremos ser?

Neste capítulo o autor inicia o estudo sobre o comportamento humano, e os fatores ambientais que contribuem para o status quo ou influenciam na suas decisões e comportamentos diários. Daqui tiramos duas verdades imutáveis:

  • Mudar o comportamento (de fato) é muito difícil
  • Ninguém vai nos mudar a não ser quer você esteja realmente afim de mudar

Neste capítulo o autor aborda também a importância de conhecer os gatilhos que encadeiam suas reações e entendê-los melhor. O Segundo capítulo fala sobre o ambiente e como contextos que você nem percebe podem fazê-lo tomar decisões que não necessariamente representam suas vontades. Voltando um pouco sobre os gatilhos, o autor comenta sobre a identificação dos gatilhos, que podem ser internos ou externos, direto ou indireto, conscientes ou inconscientes, antecipados ou inesperados, encorajadores ou desencorajadores, produtivos ou contraprodutivos. O Capítulo 6, ótimo para quem vive planejando a vida, ele discursa sobre a nossa falha humana em sermos ótimos planejadores e péssimos fazedores, e como aproximar cada vez mais o pensamento da prática, ouvindo sua equipe, pares, superiores e ir melhorando seus planos à medida que está em contato com o grupo.

Já no capítulo 8 o autor demonstra a roda a mudança, uma demonstração gráfica dos processos de Criar, Preservar, Eliminar e aceitar os processos de mudança e como agir em cada estágio, praticando o auto-conhecimento.

A parte 2 á dedicada ao tema “Tentar”, comentando sobre a importância das questões ativas, aquelas que te fazem pensar se o que você está fazendo tem sentido, ou é a melhor das formas de se fazer. Logo em seguida são apresentadas as questões de engajamento, que vão te ajudar na sua auto avaliação, e neste capítulo me chamou a atenção uma prática interessante que pretendo iniciar em breve: um pequeno checklist diário com questões engajadoras, para que você se lembre diariamente da pessoa que quer se tornar ou hábitos que vai deixando de fazer por causa da rotina. O capítulo seguinte ajuda fazer o acompanhamento, tabulando os resultados em forma de pontos e exemplificando uma auto avaliação e um exemplo real muito feliz de uma pessoa que mudou seus hábitos a partir desta prática.

A parte três do livro já é mais holística, abordando a estrutura como tema e recomendando sua auto-crítica de como você está inserido nela. É a estrutura que você precisa? É a melhor? Você pode melhorá-la? Sem estrutura, todo os esforços anteriores ficam muito mais difíceis de se fazer. O meio desta parte fala sobre tomar decisões sob pressão ou esgotamento, muito útil para você avaliar se está tomando as decisões no momento certo ou se uma estrutura que está influenciando você a tomar decisões não tão boas assim pode estar comprometendo suas escolhas.

A última parte do livro fala sobre não se arrepender, tomar as decisões corretas, coerentes, com todo o aprendizado dos capítulos anteriores e promover sua mudança comportamental para melhor, afim de criar o ciclo virtuoso do engajamento (Gatilho > Impulso > Conhecimento > Escolha > Comportamento e assim repetidamente). No resumo geral um livro interessante para lhe ajudar a se avaliar melhor durante a sua trajetória de vida, lhe relembrando de sempre se perguntar “como posso melhorar a cada dia?”.

Anúncios

“O que o trouxe aqui não o levará adiante”

“O QUE O TROUXE AQUI NÃO O LEVARÁ ADIANTE”

Holos DHO

Você já leu  o livro de Stephen Covey, Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes?

Trago aqui um verdadeiro companheiro para o livro mencionado acima. O que o trouxe aqui não o levará adiante de Marshall Goldsmith.

Um conteúdo centrado no comportamento interpessoal básico, onde o insight básico do autor é de que boas maneiras são sinônimos de boa administração.

O autor observa que, em um certo nível profissional, nem a inteligência nem as habilidades explicam o fato de que algumas pessoas continuem a progredir enquanto outras estacionam em determinado patamar.

E o que diferencia  uma pessoa da outra? Marshall Goldsmith diz que nada tem a ver com as habilidades de cada um, sua experiência e seu preparo — mas tem tudo a ver com seu comportamento.

A abordagem de Goldsmith neste livro tem como objetivo ajudar as pessoas a identificar e a quebrar os maus hábitos que interferem…

Ver o post original 150 mais palavras

1º FAZ – Festival de Cultura Maker

Maker Culture Movement

Sabe aquele tipo de pessoa que sempre quer fazer alguma coisa, ou não se contenta em ver/ter algo, mas que saber como é feito ou se ela pode fazer melhor? Este é o evento onde várias destas pessoas irão se reunir em São Paulo a partir da próxima sexta (14) para compartilhar, aprender e ensinar outras pessoas na cena Maker de São Paulo. O primeiro FAZ (Festival de cultura maker) será hosteado pela Red Bull Station (Praça da Bandeira, 137, Centro, SP) e vai abrigar três dias de apresentações, projetos e Leia o resto deste post

SEBRAE PROMOVE EVENTO DE EMPREENDEDORISMO DIGITAL EM 48 CIDADES DO PAÍS

Sebrae inicia nesta quinta-feira (22/9) um esforço nacional para discutir o cenário do empreendedorismo digital e estimular o desenvolvimento de startups no Brasil, que crescem mesmo na crise. Para isso, está coordenando um evento que vai acontecer simultaneamente em 48 cidades brasileiras: o Sebrae Startup Day.

Nesse dia, mais de 10 mil pessoas, entre empreendedores, desenvolvedores, programadores, estudantes, designers, investidores, aceleradoras e incubadoras vão discutir o cenário atual do ecossistema empreendedor de negócios digitais brasileiro, as dificuldades e os desafios do mercado. É o maior evento do país voltado para startups.

Cada estado organizou uma programação para o Sebrae Startup Day de acordo com a realidade local, com a maturidade do ecossistema da  região e a consequente atuação do Sebrae nela. No Rio de Janeiro, por exemplo, o foco estará nas empresas nos estágios de operação e tração com discussões sobre investimentos e acesso a mercados.

Em São Paulo, o evento contará com a participação de alguns dos mais importantes nomes ligados ao empreendedorismo digital no país. Já o Rio Grande do Norte vai ter programações separadas para todos os estágios de uma startup. Rondônia e Roraima, que estão começando ações no segmento, vão fazer ações de sensibilização e troca de experiências.

No Sebrae Startup Day, os empreendedores terão contato com a experiência Sebrae de atendimento às startups em todo o Brasil (estratégia chamada de SebraeLikeaBoss). O Sebrae tem atuação nacional no desenvolvimento de startups. Atualmente, projetos voltados para o segmento acontecem no Brasil inteiro.

Na crise, o segmento de startups continua dinâmico porque esse tipo de empresa tem um modelo de negócio diferente das demais. “As startups têm um processo de criação de empresas mais fácil e ágil do que uma empresa tradicional. A gente está falando de uma ideia que já é validada em um processo de interação com o cliente/mercado antes mesmo da abertura formal da empresa, com resultados atingidos mais rápido também”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif.

No entanto, os riscos que são menores no processo de abertura da empresa nem sempre garante a sobrevivência dela. “Quem entra nesse jogo sabe como ele vai ser jogado. A atuação do Sebrae, porém, não é de criar talentos. É de diminuir as chances da empresa não dar certo, pois ajudamos a validar a ideia, melhorar o modelo de negócios e desenvolver capacidades de gestão da empresa, além de proporcionar soluções de inovação e acesso a mercados”, ressalta Afif.

De uma maneira geral, cada Startup Day terá uma programação dividida entre atividades de troca de experiências por meio de palestras, debates e hangouts pela manhã, atividades práticas (workshops, oficinas, treinamentos) e encontros com investidores e principais atores do ecossistema para networking à tarde e à noite. “A ideia de cada evento é reunir conceito, prática e negócios”, ressalta Afif.

#MusicOfTheDay: L’Arc~En~Ciel – Alone en la vida

Hoje estava trabalhando, quando por cerca das 11 horas vi um update da página do L’Arc no facebook. Eles comentavam sobre a musica Alone en la vida, um título bem sugestivo para meus últimos anos. Escutem a música e deem sua opinião. Achei uma versão no Youtube com legendas em espanhol, então dá pra entender legal a tradução da letra para quem não entende japonês.

A tradução para o inglês está abaixo:

Faded dreams, their footprints growing hazy
That distant journey is just a gust of wind

This instant makes my heart grow homesick
For that scenery I’ll never see again

How long will tomorrow wait at the end of the road?
This life is still on the road…and so I go

Fadeless bittersweet days, days of joy and the memory of love
And what I’ve learned is that love undermines sorrow

I feel a surge of love at the sudden sight
Of that familiar street

I’m glad I met you, that’s enough
This life is still on the road…and so I go

Alone en la vida

How long will tomorrow wait at the end of the road?
Who does my heart burn for?

The brilliant times distract me from the loneliness
My love for you is the proof of myself
Even if I don’t leave a single footprint behind
This life is still on the road…and so I go

A life of no regrets

——————————

Esse foi o mood de hoje

Mente disruptiva ou defensiva? A escolha é sua

Lego's Tsumani

Até que ponto você é inovador na sua profissão ou área em que atua? Sua empresa é ágil e competitiva o suficiente para manter-se em grandes crises? Qual a cultura que você procura disseminar para o seu time? São aspectos importantes para vencer no mundo empresarial, afinal os mais fracos são derrotados, e os mais fortes sobrevivem. Assim como na selva, este é o lema para a sociedade atual dos negócios.

Para dar certo, é importante que você se prepare o suficiente para novos desafios, situações desconhecidas, revezes e mudanças drásticas (pivotagem) em sua atuação. Prever as ondas a seguir é essencial para saber quanto esforço você deve investir para manter-se de pé. Mas como? Podemos usar um exemplo de uma situação muito diferente do mundo empresarial, mas que ao mesmo tempo pode ser totalmente aplicável ao mundo dos negócios: o Surf.

Isso mesmo, mais especificamente na prática do surf na Califórnia.

Há apenas duas semanas no ano em que as ondas em Mavericks, Califórnia do Norte, são grandes o suficiente para atrair surfistas do mundo inteiro. Estas ondas são conhecidas como as maiores mundo. Mas como é que os melhores surfistas que vivem em diferentes lugares ao redor do mundo sabem quando os grandes ondas estão quebrando? Eles ouvem atentamente as previsões vindas de rádios especiais que carregam com eles onde quer que eles vão. Estas previsões são originárias de boias especialmente colocadas no Oceano Pacífico, que enviam informações para meteorologistas sobre o tamanho das ondas que se aproximam da área. Quando as ondas atingem um tamanho específico, os meteorologistas enviam uma mensagem de “Alerta Mavericks” para a comunidade surfista de ondas grandes.  Da mesma forma, a sua empresa tem “boias” para se certificar de que vocês raramente serão surpreendidos quando ondas começarem a bater à sua porta?

Os melhores profissionais raramente são atordoados por ondas deste tamanho, pois são leitores vorazes das tendências econômicas, sociais e políticas, o que os ajudam a ter um senso do inevitável que se aproxima. Eles procuram entender as implicações destas “ondas”, formulam estratégias e partem para a execução o mais rápido possível. Por isso é importante refletir: você tem os melhores profissionais para lerem o cenário atual, entenderem a necessidade dos clientes e também trabalharem em equipe com todas as áreas? Se a resposta for não, sinto-lhe informar meu amigo, mas você pode ser engolido pela onda…

Não há dúvidas que ter um mindset disruptivo é essencial para manter-se na liderança nos dias de hoje. Afinal, só lidera quem tem controle do seu futuro, e tem a capacidade de antecipar grandes mudanças de forma benéfica para si e para a sociedade.

(A foto deste artigo foi tirada durante a exposição The art ot the brick, na Oca, Parque Ibirapuera).

 

YELP me ajudando a sair de casa :)

Quem me conhece pessoalmente sabe que nunca fui um cara de viajar muito. Nem de curtir badalações, postar fotos em restaurantes, expor minha vida pessoal para desconhecidos. E vim assim por uns bons anos, sempre utilizando apps que não-demonstrassem-coisas-demais-da-vida-alheia. Mesmo tentando manter certa descrição, eu era fã da antiga versão do Foursquare, principalmente porque eu corria, e a cada ponto ou descoberta nova pela cidade, eu fazia questão de dar check-in para marcar por onde já andei. Também gostava muito das recomendações que os amigos e outras pessoas faziam por lá. Era uma rede social de cunho geográfico que funcionava bem: você pesquisava os locais, via as recomendações primeiramente dos seus amigos, lia outras recomendações de pessoas que já estiveram lá e decidia quais eram os bons lugares, parecia bom demais para ser verdade…

E era mesmo… o que aconteceu alguns anos atrás foi a divisão do aplicativo em dois apps: um para check-in, e outro para as recomendações. Lembro até hoje que quando houve essa cisão, muitos usuários ferrenhos do app ficaram furiosos, e começaram a criticar essa mudança. E para mim, tínhamos total razão: não faz sentido ter um app apenas para Check-in (que é uma parte da experiência do local) e outra para recomendações, etc. Tudo estava ali, em um único lugar.

Foi aí que percebi uma queda acentuada na utilização, pois hoje você só faz check-in e coloca fotos, se quiser ler recomendações tem que ir para o Foursquare (que eu não instalei desde que houve o spin-off). Então ficamos órfãos da feature mais poderosa do app.

Até que…

Em maio, conheci uma garota pela internet, e começamos a conversar bastante sobre redes sociais, marketing, aplicativos, estilo de vida, etc. Durante essas conversas, ela me mostrou um app que até o momento eu não tinha ouvido falar. Ela também era sociaholic, usava muitos aplicativos, inclusive Foursquare e o Swarm, assim como eu. Estávamos conversando sobre a dificuldade de ter que gerenciar dois apps para essas coisas, e tal, e daí ela me mostrou o Yelp, app que promove interações sociais através das recomendações de diversos locais e com a função de usar o tão querido check-in. Eu, que sou muito crítico à sugestões (não costumo baixar tudo que me recomendam), gostei da proposta do serviço.

Tive a oportunidade de ser levado por essa garota a um evento físico que o Yelp promove entre seus usuários, e foi a partir daí que fui convencido do diferencial dessa rede: diferentemente do Swarm, que não possui representação ou contato físico por aí, o Yelp me parece muito mais “próximo” das pessoas, fazendo com que você resenhe, publique ou interaja com os usuários da rede, esse tipo de dinâmica não ocorre no Swarm, que é praticamente focado para que você fale com quem está em sua rede de contatos.

O evento em que participei foi em pinheiros, e assim que cheguei, fui muito bem recebido pelos participantes. Parece que já me conheciam ou que partilhávamos do mesmo propósito. Todos foram muito simpáticos e o clima de alto astral dominava o ambiente. Neste evento, cada participante já ativo do Yelp poderia levar um novo usuário como “iniciante” na rede, onde tive que me cadastrar previamente na rede, e lá no evento fazer o meu primeiro Check-in. Achei muito legal o propósito de agregar mais usuários através do meio físico, algo que é pouco utilizado ainda.

Também gostei da proximidade entre os usuários do app, pude ver várias pessoas que realmente são muito ativas, e que na vida real estavam lá do meu lado comentando sobre diversos temas, vida, saúde, esporte, etc. Mesmo eu que fui sozinho (só conhecia a garota que me iniciou no Yelp), pude conversar com muitas pessoas durante o encontro, e olha que eu não sou das pessoas mais sociáveis que existem, rs. Outro ponto bacana aqui: a teoria dos seis graus de separação entre as pessoas não cola: aqui devem ser no máximo dois (Alguém que você conhece conhece a outra pessoa). A Vivian me apresentou a Fernanda, community manager do Yelp em São Paulo. Ela é a pessoa que cria a “cola social” entre as pessoas, promove as interações entre os membros, sugere alguns eventos e representa o Yelp por aqui. Achei demais!!! Quando é que você pode tomar uma cerveja e conversar com a pessoa que está promovendo os encontros de um app? Quase sempre nunca, mas com a Fernanda não tem tempo ruim, muito simpática, sempre acessível e sorridente o evento inteiro.

Esse modelo de negócio é muito benéfico para todos: Primeiramente, ele te ajuda a sair de casa, pois mesmo sem companhia você pode se programar e bater um papo pessoalmente com as pessoas que você vê pelo app. Depois, pela lógica, para todos se encontrarem é claro que você vai precisar de um local de encontro, que vai ser em algum estabelecimento comercial, e então o estabelecimento ganha com a visita de vários usuário qualificados e que promovem o local ou marca em seus posts e publicações, com recomendações e elogios (claro, se o lugar tiver algum ponto de melhoria também será descoberto pelas recomendações). Em terceiro e o mais importante pra mim: ele me ajuda a sair de casa, Ahahahahaha! Sério: depois que passei a utilizar o app, passei a sair do padrão de casa, Starbucks, trabalho, academia e casa. Parece coisa pouca, mas estar dentro de uma rede como essa, onde você vê que os usuários são ativos e sempre descobrem novos lugares, te faz pensar em também ser um explorador da cidade, ajudando a comunidade e também se ajudando a sair de uma rotina de lugares batidos e conhecidos. Posso falar por experiência própria sobre a transformação por que passei depois de começar a utilizar o app. Nas primeiras vezes que saímos eu me perguntava porque a Vivian usava tanto o app enquanto estávamos andando por aí, antes de escolher um lugar para comer. Pensava que era mais um “foursquare” da vida, e agora percebi que o ecossistema era diferente: havia algo a mais que chama a atenção dentro do serviço, que é fazer das experiências sociais algo realmente vivo. E agora, eu sou um desses “viciados” no Yelp, pesquisando antes de almoçar se existe algum lugar ali perto do trabalho com uma boa recomendação ou um novo negócio interessante. Ah, para que não fique a impressão de que o Yelp só serve para restaurantes, confirmo aqui que ele praticamente faz tudo o que o Swarm e o Foursquare têm, só que tudo em um lugar só! Lá você também tem recomendações de teatros, museus, parques, baladas, eventos, etc. Não é restrito à comida, e você pode colocar praticamente qualquer coisa lá dentro (Claro, não vá me fazer ele virar um Facebook da vida, rsrs). Só senti falta de postar minhas fotos nos eventos criados pelo Yelp (Hoje só está disponível pelo navegador web, não pelo app) e também de fazer check-in em eventos específicos (Um coisa que o Swarm tem, mas que também é meio fictícia, pois lá os ~eventos~ são criados como locais físicos, o que não é verdade). Como todo serviço, o Yelp está em evolução constante, e imagino que mais para frente ele deva providenciar essas facilidades para o usuário. Como eu disse, o que me chamou mais a atenção é a experiência social promovida por ele, e como podemos ajudar outras pessoas através das nossas visitas, recomendações e pontos de vista.

Olha, eu sou um cara que recomenda poucas coisas, pois só promovo algo quando realmente acredito que algo possa fazer a diferença na vida das pessoas. No meu caso, o Yelp está contribuindo para ajudar em meu momento de vida atual, minha evolução como cidadão ~usuário~ da cidade, de seus restaurantes, eventos e demais urbanidades. Pode ser que o Yelp te ajude a conhecer pessoas, fazer um círculo maior de amigos (que eu também adoraria) ou simplesmente descobrir aquele restaurante bacana na rua detrás da sua casa, que você nem sabia que existia. Enfim, há inúmeros benefícios em fazer parte de uma comunidade com estes propósitos, e que ao contrário do Trip Advisor, Foursquare, Swarm, GetGlue (que não existe mais), FoodSpotting, KeKanto e outros, o Yelp é mais focado na interação entre as pessoas. Por essas e outras te convido a fazer parte dessa comunidade, e quem sabe um dia podemos conversar pessoalmente em algum bar sobre como você conheceu essa rede?

Se alguém quiser ver por onde ando e o que estou fazendo, me adicionem por lá:

http://ismapsan.yelp.com.br

Claro, tb tem o Yelp no Face e o site oficial

Espero te ver em breve por aí!

 

 

Procurar por viagens pode ser um saco

Se você já fez pesquisas por passagens aéreas sabem bem do que estou falando. Desde que as passagens passaram a serem procuradas pela internet, o sistema de precificação das passagens aéreas nos fazem achar que nunca estamos levando a melhor. Porquê? Simples: a precificação é dinâmica e orientada a maximizar o lucro. Então, se você acessou um dia e viu um preço, no outro (ou até no mesmo dia) ele pode estar completamente diferente. Acontece que as companhias aéreas desenvolveram um sistema de pregão, em que as passagens aumentam quando há mais buscas para aquela data ou aquele voo, e diminuem quando estão próximas do prazo mas não completaram os assentos do vôo ou você está comprando com grande antecedência ou em dias que ninguém vai querer voltar de uma viagem (Sábado por exemplo).

A Voopter fez um post bacana comentando um pouco sobre estes fatores. Deem uma lida lá para ver um pouco mais. Ah, e sempre que posso leio os posts deles, tem muita promoção bacana rolando por lá, já estou até planejando minha próxima viagem por conta das promoções que venho recebendo deles por e-mail.

Seu texto aqui #Que seja bom

Ah se isso fosse possível (Ao menos com a minha pessoa) #NaoTaFacil

OLÁÁÁÁÁ gente! Sexta-feira ❤
E hoje é dia do Seu texto aqui no blog!

Hoje o texto é do Maurício do blog Labirinto Lírico =)

Que seja bom!

que-seja-bom

Ver o post original 229 mais palavras

Contagem distinta em Tabela Dinâmica no Excel

Como profissional de inteligência de mercado, uma das maiores necessidades é fazer análises em grandes volumes de dados, e muitas vezes precisamos contar o cliente apenas uma vez para fazer um estudo de produtos, itens, etc.

Por DOIS anos, estava procurando formas de fazer contagens únicas (distinct count), que é uma forma de você não contar duas vezes um mesmo nome, código, etc. Pois bem, eis que durante o dia de folga, estava buscando informações sobre análises dinâmicas, bancos de dados, e me deparei com um bloq que demonstrava como fazer isso via tabela dinâmica. Não aguentei e fui testar para ver se isso me atendia, e qual foi a surpresa ao descobrir que é realmente o que eu preciso!!!! Como muitos profissionais também tem essa necessidade, estou compartilhando aqui para que vocês desfrutem dessa valiosa info:

Passo 1: Selecione as colunas (apenas produtos e coluna de código) e vá para a guia Inserir> grupo Tabelas> clique em tabelas dinâmicas

Passo 2: Uma nova janela irá aparecer. Aqui você pode escolher para inserir a tabela dinâmica na folha existente ou uma nova folha. Eu escolhi folha existente e mencionou a célula para a inserção. Não se esqueça de verificar “Adicionar esses dados para o Modelo de Dados”

Passo 3: Vai ter um momento para processar e de interface normal de tabela dinâmica aparece. Mova o campo produtos para linhas quadrante e campo de código de valores quadrante.

Passo 4: Atualmente ele está mostrando a contagem simples de produtos, mas precisamos de contagem distinta. Clique no quadrante de valores na tabela dinâmica, clique co mo botão direito no campo desejado e selecione “Configurações do Campo de Valor” e da caixa de diálogo, selecione “contagem distinta” (última opção) e clique em OK.

Não acreditou? Pois é, nem eu!!! Na verdade, o que faz toda a diferença é marcar a opção “Adicionar esses dados para o Modelo de Dados” enquanto você está construindo a tabela dinâmica. Ela habilita este campo que em uma tabela não configurada como modelo de tabela simplesmente não existe.

distinct-count-unique-values-excel-5

SEM VBA, SEM FORMULAS, SEM GERAR MAIS BASES DE DADOS! Uhuuuuuuuuuuuuuuuul!!!!

O post completo com outros dois métodos você pode conferir neste link

 

 

%d blogueiros gostam disto: