Why I Love Bikes (Porque eu amo Bicicletas)

Não poderia deixar de ser diferente: com a correria do mundo moderno, e todos querendo pegar o caminho mais fácil para fazer as coisas. Em uma sociedade moderna, nem sempre o caminho mais fácil é o mais rápido (Nem o mais inteligente). Este pequeno vídeo mostra um dia normal de uma menina que vai para o trabalho/escola/etc. E pensa nas alternativas para se locomover. Logo se dá conta que ir de ônibus é mais custoso e demorado, e então opta pela magrela.
Claro que não estamos falando de São Paulo. O vídeo foi elaborado em Toronto, mas pelo andar da carruagem dos grandes centros paulistas, logo logo será mais rápido locomover-se de bike (mesmo que a médias distâncias) pela cidade do que qualquer outro meio.
Enjoy

Projetando cidades para ciclistas

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Se Henry Ford (Empresário Americano) fosse reencarnado como um fabricante de bicicletas, Le Corbusier (Arquiteto francês) como um arquiteto de edifícios e cidades para bicicletas, e Robert Moses (Engenheiro norte-americano que apresentou o projeto para construção do Metrô de São Paulo) como seu aliado no governo, os planos de bicicleta hoje seria muito mais ambicioso.

Em cada época, a preocupação que os arquitetos têm compartilhado com os designers, paisagistas e engenheiros foi sempre derivada da ideia de transporte e como organizar as cidades em função do fluxo populacional. Anthony Vidler, professor de arquitetura na Cooper Union, refere-se à primeira metade do século XX como um período em que a autoridade da arquitetura é baseada na máquina (mais frequentemente do carro). Os nascidos no final do século XX ainda podem notar a importância do carro na sociedade contemporânea. Símbolo de status, robustez e potência, sempre possuiu uma aura de “veículo do progresso”.

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Nos últimos 40 anos, os designers ficaram fascinados com os carros, e quando tudo isso começou, em 1925, o plano de Le Corbusier era reconstruir grande parte do que hoje é Paris: torres em um parque e estradas subterrâneas. Mies van der Rohe , Walter Gropius (Bauhaus), Buckminster Fuller e outros mais desenvolviam seus projetos em função do automóvel. E mesmo para estes veículos, no momento em que a propriedade automotiva era massiva, rodovias em expansão ainda eram muito poucas. Mas isso tem um custo…

… A arquitetura do transporte automotivo é em essência individualista: Você transporta um número limitado de pessoas, e uma vez que vai a algum lugar como seu automóvel, deve estacioná-lo em algum lugar e depois retornar com o mesmo ao seu local de origem. Mas o que acontece quando todas as pessoas possuem acesso ao automóvel? A menos que criássemos ruas e estradas na mesma proporção dos veículos emplacados diariamente, o problema seria solucionado, mas este modelo de transporte está cada dia mais sofrendo como longos congestionamentos e taxas para a utilização do transporte e locomoção…

Designers de hoje estão divididos sobre a forma de pensar sobre o ciclismo como transporte. O transporte de bicicletas em massa nos dias atuais ainda é uma fantasia, mas isso não impede que novos empresas, designers industriais e arquitetos (como Ron Arad, West-8 e Carlo Ratti) iniciem a construção de projetos arquitetônicos projetados para a utilização de bicicletas.

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Agora que os arquitetos estão tendo interesse, a agenda para o ciclismo vai progredir muito mais rápido, e teriam feito ainda mais se tivessem considerado isso antes. Em defesa de arquitetos, o transporte de bicicleta tem sido um problema para engenheiros de infraestrutura rodoviária. Enquanto arquitetos fizeram planos com bicicletários para ganhar mais visibilidade, engenheiros de tráfego são os que tem que fazer o trabalho mais árduo, como os projetos de vias das estradas holandesas.

As ciclovias estão agora no campo dos arquitetos. Enquanto ciclovias nas ruas de grandes cidades ao redor do mundo tornaram-se o foco principal, o destino mais amplo para o transporte de bicicletas é a conversão de linhas férreas (pelo menos na Europa), estradas de reboque com pouca utilização, áreas portuárias com baixo fluxo de automóveis e locais com base em entretenimento.

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A maioria das cidades modernas tem centros industriais redundantes, interligados por rotas de transporte de massa, como trens e metrôs. Sempre que você cria uma rota de transporte em massa, nos arredores dessa rota desenvolve-se uma infraestrutura, propiciando o povoamento e assentamento da população. Mas a infraestrutura cicloviária não chega até estas pessoas. Assim, deve-se repensar o planejamento cicloviário nas cidades, de forma que não seja algo distanciado do cotidiano da população, e que não seja encarado apenas como uma diversão de final de semana. Está comprovado que, quando estradas são construídas, os terrenos às margens delas são prontamente ocupados por residências, comércio e entretenimento.

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Como todo grande projeto, é necessário planejamento prévio, preparar e apresentar propostas, e não apenas construir bicicletários ou passeios para os fins de semana. Como uma agenda com ramificações para a mobilidade urbana e a saúde de todos. O transporte cicloviário é o transporte mais humano que existe, e por ter justamente esta essência, deveria ser a ordem do dia para todos os arquitetos, designers e engenheiros.

Estatísticas interessantes sobre sua atividade no Foursquare

Foursquare

Todos os dias, milhões de pessoas usam o recurso de check-in do Foursquare. Seja para informar os amigos, mostrar que está naquele lugar ou simplesmente ver o que tem de bom por ali. Nesta experiência corriqueira, você pode não perceber, mas está alimentando um grande banco de dados sobre seus hábitos de consumo e estilo de vida. E aí você se pergunta: “E como é que eu vou entender tudo isso?” Simples, vendo seus dados pelo próprio Foursquare.

Poucas pessoas sabem, mas existem duas ferramentas que permitem a você (e só você) ver o resumo de atividades realizadas nessa plataforma digital.

O Foursquare obtém os check-ins e plota-los em um mapa. Cada ponto representa um único check-in, enquanto as linhas retas representam a ligação sequencial dos check-ins.

Você pode ver o poder dos dados de check-in do Foursquare. Talvez você perceba o quanto passa sua vida inteira relativamente no mesmo lugar. Ou que você viaja demais, e sempre conhece um ponto diferente do Globo. Pelas informações da página, este recurso foi desenvolvido em parceria com a Samsung para demonstrar suas atividades de forma interativa.

Para acessar, entre no Foursquare Time Machine e divirta-se:

https://foursquare.com/timemachine

Outro ponto bem legal é o resumo do seu ano, por categorias, conexões, horários ou tudo junto. Neste caso, você pode qualificar suas atividades e pode notar se trabalha, descansa ou come demais.

A Ferramenta para ver o seu ano em check-ins está no link abaixo:

https://foursquare.com/infographics/4sqday

“É possível mudar as ruas gastando pouco”, diz secretária de Nova York

No seminário que rolou aqui em SP no último dia 25, Janette Sadik-Khan, secretária de transportes de NY, disse que prioriza a mobilidade humana, e comentou que não precisa gastar muito para mudar os costumes de uma cidade. Basta ter força de vontade e fazer.

Se quiser ver a apresentação dela, é só ver o vídeo a seguir:

Como projetamos nossas cidades? De que forma queremos viver em nossas cidades? O Objetivo é sempre criar uma cidade para pessoas, e não para automóveis. Uma cidade dinâmica, que sempre muda e que pode utilizar melhor suas vias para seus cidadãos.

 

Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações em Julho de 2013

Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações de metrô
Metrô de SP reativa bicicletários em 10 estações de metrô. Foto: http://meutransporte.blogspot.com.br

O Horário de funcionamento inicial é entre 7h e 22h, e os bicicletários funcionarão como estacionamento e aluguel de bikes.

Os bicicletários instalados nas estações do Metrô de São Paulo, que estavam desativados desde o ano passado, voltaram a funcionar nesta última sexta-feira (5 de Julho).
Agora, dez bicicletários entraram em operação nas estações:

  • Liberdade
  • Paraíso
  • Vila Madalena
  • Tamanduateí
  • Brás
  • Carrão
  • Corinthians-Itaquera
  • Guilhermina-Esperança
  • Santa Cecília

A empresa credenciada pelo Metrô mudou, e agora o serviço é prestado pela Brasil e Movimento (FGTV Produções), que irá administrar os espaços em parceria com a Associação dos Condutores de Bicicletas de Mauá (Ascobike). Não me perguntem a atuação desta associação, eu não sabia da existência dela.

A empresa irá oferecer vagas de estacionamento e também irá alugar as bikes. Inicialmente, cada estação deverá ter no mínimo dez bicicletas para aluguel e dez vagas para estacionamento, mas esse número poderá ser ampliado dependendo da demanda de cada estação ou região. As bicicletas possuem tamanho médio e cor amarela, além de câmbio de seis marchas, cesta dianteira e aro 26. Uma alternativa ao serviço do Itaú, que já está bem difundido na região CENTRAL de São Paulo, o que acaba excluindo áreas mas distantes do centro.

O estacionamento será gratuito para o período de 12 horas. Passado esse período, será cobrado R$ 2 por hora adicional de uso (Mais barato que o itaú, mas também não é em qualquer lugar que vocÊ consegue devolver a bike).

Para estacionar a bike

Não vá achando que é só chegar lá com o seu cadeado, trancar a bike e pronto. Eu quebrei a cara uma vez no bicicletário da Vila Olimpia achando que era deste jeito. Nos novos bicicletários, quem deixar a bike no local terá que preencher uma ficha com nome, RG, endereço, marca da bicicleta, cor, valor e um termo de compromisso em que se obriga a trancar o equipamento com cadeado de boa qualidade (???).

Empréstimo

Já para o empréstimo, os primeiros 60 minutos serão gratuitos, segundo a Ascobike. Após esse período, o usuário vai pagar R$ 2 por hora. Para ter acesso ao serviço, o interessado deverá preencher uma ficha cadastral e tirar uma foto em um dos dez bicicletários. As informações do ciclista serão informatizadas, armazenadas e compartilhadas em rede. Já as bicicletas serão identificadas por placa numérica ou código de barra. O usuário precisa ter um cartão de crédito com limite mínimo de R$ 450.

Todos bicicletários terão ferramentas disponíveis caso o ciclista precise fazer algum reparo. A empresa credenciada deverá ser responsabilizada em caso de dano, furto ou roubo dos equipamentos.

Fase de testes

Nos primeiros 60 dias de operação da nova administração, os bicicletários funcionarão todos os dias, incluindo domingos e feriados. Em seguida, será feita uma avaliação para definir o horário de funcionamento de cada bicicletário.
A Brasil e Movimento e a Ascobike receberam autorização para administrar os bicicletários do Metrô. Elas não pagam pelos espaços e podem explorar a publicidade e o aluguel de bicicletas nos locais. Se você é a favor de um transporte mais humano e consciente, procure ajudar estes novos bicicletários utilizando-os ou opinando sobre o que falta ou o que pode melhorar. Assim pode contribuir para a melhoria contínua do transporte em SP

Moovit – App de Informações sobre transporte

Não tem jeito: Nas grandes cidades o que rola é o transporte coletivo. VocÊ pode até querer viver sua vida no transporte individual, mas definitivamente esta não é a melhor forma de se locomover, nem para vocÊ nem para a sociedade. E não é porque eu não tenho carro não. Eu tenho, mas faço questão de utilizar o menor tempo possível em que eu vivo, pois tempo dentro do carro é tempo perdido de vida.

Moovit
Moovit – Aplicativo sobre transito e transporte público em SP

Assim eu encontrei o Moovit hoje de manhã. Acabei de instalar. A interface parece um pouco lenta, aparentemente os mapas não usam uma API do Google Maps, pois nas informações sobre o aplicativo consta uma api chamad OpenstreetMap.
Ainda não tive a oportunidade de utilizá-lo, e vou tentar fazê-lo hoje, quando sair do trabalho. Um grupo de alunos da minha sala propôs justamente esta solução para a informação sobre transporte no transito de São Paulo, e hoje me deparei com este app. Para quem pretende colaborar com este tipo de programa/rede social, taí uma oportunidade de experimentar.

Aumento da malha Cicloviária e ônibus 24 horas em São Paulo

Fecomercio - Mobilidade UrbanaNão é de hoje que estas duas coisas são demandas dos paulistanos. Há anos, sendo em protestos, requisições, matérias sobre transporte urbano e intervenções urbanas, frequentemente requisitamos o aumento das vias exclusivas para bicicletas e a ampliação do transporte urbano pela malha urbana (Ônibus, trem ou metrô) para 24 horas (Quem nunca deixou de ficar até mais tarde em uma festa legal ou não teve que esperar até às 4:30 para voltar pra casa?).

No evento que ocorreu em 11 de junho de 2013 na Fecomercio, a diretora de Transporte e Planejamento da Secretaria Municipal de Transportes, Ana Odila de Paiva Souza, já sinalizou que há um estudo da SP Trans para a virada na madrugada dos transportes públicos.

Mas para que isso ocorra, é necessário um profundo estudo e análise das variáveis do ambiente e necessidade, como estruturação da frota, organização, flexibilidade dos trajetos, espaço exclusivo (como os corredores), gestão operacional, caminhos desobstruídos, regularidade e confiabilidade. Como sabemos, as madrugadas paulistanas não são das mais amigáveis.

O trecho que eu fiquei muito interessado nestas propostas:

“Uma das propostas é construir 460 km de corredores de ônibus para os próximos 12 anos, sendo os primeiros 150 km até 2016. Paralelo ao trajeto, estão previstas ciclovias, que contarão com bicicletários nos novos terminais. Ainda em 2013, 60 km de sistema cicloviário, com ciclovia, ciclofaixa e ciclorrota, serão implantados em São Paulo, sendo 17km no Jardim Brasil, 31 km no Jardim Helena e 12 km no Grajaú.”

Então, pelo que foi discutido no evento, a malha cicloviária pretende ser ampliada em 60KM’s. Isto é muito bom! Claro que estamos abaixo de outros estados ou capitais mundiais, mas o efeito “Cycle” já mostra o seu poder em ser incluído nas políticas de mobilidade urbana na maior cidade do Brasil (E lembro a você que até algumas décadas atrás o carro dominava como meio de transporte preferido pelos paulistanos).

Os compromissos foram cumpridos?

Cycle Chic - A prática do esporte aliada à utilidade
Cycle Chic – A prática do esporte aliada à utilidade

Não. O plano diretor de 2004 da capital paulista previa uma infraestrutura de 367 km para bicicleta até 2012, os quais não foram construídos, mas são tema de um novo plano em debate.

Para Jorge Duarte,  presidente do Conselho de Desenvolvimento Local da FecomercioSP, só um conjunto de soluções poderá equilibrar as atuais condições de mobilidade urbana em São Paulo. Sim, pois não há como focar toda a solução de uma metrópole em um único modal de transporte.

“Há um desafio muito grande de gestão do poder público em como integrar os planos de desenvolvimento dos modais e como discutir uma visão de futuro para a cidade que possa dar um sentido para as diferentes ideias e não fique uma colcha de retalhos”, disse Duarte. Por isso é cada vez mais importante a participação e atividade das pessoas que defendem os diversos tipos de transporte. Quanto mais você demonstrar a necessidade das várias formas de se locomover pela cidade, melhor.

Sou usuário de vários modais: Carro, Bicicleta, Trem e Metrô. O que menos tenho vontade de utilizar é o automóvel, pois não acho uma solução inteligente para se locomover pela cidade. Para distâncias curtas prefiro a bicicleta e para transporte pelo centro da Capital, acho o metrô o meio mais inteligente de se locomover. Espero que uma dia todos nós possamos intercalar os vários modais de forma mais inteligente e racional.

17/06/2013 – O dia D

Vem pra rua!
Vem pra rua, pois uma cidade muda não muda!
Hoje eu acordei…    …e não foi um sonho. Não era um sonho! Era o povo!  Sem ode, sem fantasia,  sem eufemismo, sem extremismo. É o povo.  Não é apenas a força do pensamento: é o pensamento transformado em ação.
Atitude.
Não o povo como costumamos nos dirigir,  de forma pejorativa. Era a união de pessoas que não se conformam com tanto descaso e violência nesse país, tanta podridão nos co…rredores das repartições públicas e a ausência do público nos hospitais e às coisas básicas da vida.
Eu era só mais um em meio a tantos.
Assim como tantos que se imaginavam únicos, e os únicos formaram o coletivo. Você pode julgá-los, questioná-los, odiá-los ou amá-los. A única coisa que você não pode fazer neste momento é ignorá-los. Porque eles são as peças redondas nos buracos quadrados. Eles mudam as coisas:
O POVO

Primeira pedalada para o trabalho [Multimodal]

Detalhe do relógio antigo da Estação de trem de Santo Amaro
Detalhe do relógio antigo da Estação de trem de Santo Amaro

Já não é de hoje que pedalo. Eu sempre gostei, mas só parei por alguns anos da minha vida em que estava comprometido com meu futuro profissional.

Ia para o curso de bike quando tinha 16 anos. Até os 18 usava a bike como meio de transporte também, não só como lazer ou esporte.

Eis que hoje, muitos anos depois, volto a usá-la como um modal de transporte.

Eu tenho um carro, mas não acho muito inteligente usá-lo para ir e voltar para o trabalho/faculdade diariamente. Existem meios de transporte mais inteligentes para fazer isso. Como eu utilizo os trens da CPTM, consigo usar o tempo de traslado para ler, navegar ou atualizar meus projetos pessoais.

Hoje, eles pararam. GREVE. E justamente trecho que eu utilizo. Eu não tenho a menor vontade de vir trabalhar de carro. Então…

Vim de bike! Vim com meu carro até interlagos, onde tem uma das entradas da ciclovia, com meu pai para que ele levasse o carro de volta. E então de interlagos vim até a Vila Olimpia, pela ciclovia. Foram 17K em 50 Minutos. Vim mais devagar para não suar, e com a mountain bike (a minha fixa está com um barulho estranho no movimento central).

E olha que ainda vim de Cycle Chic, vestido de social para trabalhar no escritório.

Marginal pinheiros no dia da Greve da CPTM
Marginal pinheiros no dia da Greve da CPTM

Esta foto aí de cima é da hora que eu estava voltando pra casa. Mostra claramente a burrice de uma metrópole não planejada para pessoas. Como houve a greve na linha esmeralda, várias pessoas correram para seus automóveis para garantir seu conforto em meio às ruas cheias de carros vazios. Eu fiz minha parte hoje, utilizei um transporte não poluente e consegui ir e voltar sem maiores problemas. Vamos mudar essa mentalidade de que o único transporte que existe é o automóvel. Precisamos rever nossos conceitos para criar uma cidade cada vez melhor.