Arquivo da categoria: Comportamento

How to be a minimalist

True Story Bro. If You Want Everything, You Will Have Nothing

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O que as mentes mais brilhantes têm em comum?

Ao ler este post, me deparei com praticamente as três únicas pessoas por quem tenho admiração real: Leonardo Davinci, Albert Eistein e Steve Jobs. Os três fazem parte de um círculo muito pequeno da sociedade chamado “gênios”. Gênios não somente por sua capacidade matemática, eficiência em resolver problemas ou habilidade em falar outros idiomas. Estas pessoas, segundo Walter Isaacson, têm uma coisa em comum.

O autor lembra que algumas pessoas são gênios em um campo particular, como Euler na matemática ou Mozart na música. Segundo Isaacson, “o brilho de Leonardo da Vinci abrange várias disciplinas”.

Da Vinci era um gênio, mas não simplesmente porque ele era inteligente. Ele foi uma das pessoas mais curiosas que a história já conheceu, com sua criatividade fluindo por várias áreas do conhecimento deste a engenharia, artes, carpintaria até a medicina. Por isso, vale a boa frase da Edição da Whole Earth Catalog en 1974, muito conhecida pelo discurso proferido por Steve Jobs na universidade Stanford: “Stay Hungry, Stay Foolish”

A neurociência da Black Friday

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Ouvi esse episódio do Braincast sobre nossa fragilidade em tomar decisões quando falamos de Black Friday, e acho ótimo você ouvir para entender um pouco mais sobre os mecanismos que rondam toda a euforia, ansiedade e percepção do efeito Black Friday.  Eu que já sou um entusiasta de neurociência, análise de comportamento e Business Intelligence curti muito as discussões sobre preços âncoras, vieses cognitivos, sentimento de perda e outras coisas mais. Pessoalmente tento me manter afastado dos efeitos nocivos da exposição à Black Friday, fazendo exatamente (spoiler) o que o episódio recomenda: racionalize suas compras e veja o que realmente faz sentido comprar, assim você não amanhece segunda-feira sem limite no cartão e sem peso na consciência.

Ouça no soundcloud:

 

Aos introvertidos e tímidos, restam os aplicativos

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Ontem fui para uma balada chamada Charles Edward, e nada mais estranho para um introvertido do que ir a uma balada pensando em conseguir um date. Esse não foi o meu caso ontem, pois era aniversário de uma amiga e todos estavam comemorando separadamente o público da pista, mas não pude deixar de bancar o antropólogo e pensar sobre as dificuldades que passo quando o objetivo é beijar muito (como eu ouvi na fila de entrada).

Introvertidos são pessoas difíceis de lidar nesse contexto, e digo isso com propriedade pois me considero um. Mesmo que a bebida ajude a desinibir, existe uma dificuldade da pessoa de iniciar uma conversa com uma estranha no meio de uma balada. Vários fatores podem influenciar nesse cenário: auto-estima, motivação, alcóol (não podia faltar, rs) e medo de tomar o famoso toco. Ontem mesmo me peguei dentro de uma balada checando o Happn e o Tinder (e por sorte havia um match novo no Happn, mas não respondeu). A proporção da casa neste sábado estava favorável para os homens: muitas mulheres e grupos de mulheres curtindo a balada, aparentemente livres para uma conversa ou aproximação.

Um dos problemas que você vai enfrentar depois dos 30 é que você começa a fazer muitas seleções. Foi se a época em que qualquer pessoa lhe atendia, conversas sem nexo eram válidas ou apenas a beleza atendia. Você passa a ser mais crítico consigo mesmo e com os outros, e isso acaba fechando possibilidades amorosas. Assim que eu considero um pouco sobre a leitura de ontem, até estava conversando com outros dois amigos sobre filtros e falaram que eu filtrava demais, rs. Hoje estou mais consciente das minhas possibilidades, e acredito que meu filtro está ajustado à minha realidade (mesmo que nos últimos anos essa flexibilidade não tenha gerado relacionamentos).

Os introvertidos tem um timing diferente: acabam não sendo tão acessíveis quando pessoas mais bonitas ou extrovertidas, mas ainda assim tem seu lugar ao mundo no que se refere à divertir-se e ter relacionamentos felizes. E porque o título desse post? Porque eu li um artigo semanas atrás falando sobre o Up que os aplicativos estão fazendo nas relações dos americanos, e isso se dá muito pela facilidade de pessoas introvertidas se conhecerem ao invés de se encontrarem em uma balada, bar, etc. Vale a pena ler.

Guia matador para organização pessoal

Trello Logo

Galera,

Eu vivo procurando referências sobre organização pessoal, e depois do curso de Growth Hacking que eu conheci o Trello, passei a ver muita coisa boa utilizando esse App que ajuda a organização de muitas formas, e também permite conectar com vários serviços para automação dos processos de registros.

Hoje eu acabei de ver o post do Justin Gallagher sobre a utilização do Trello para organização pessoal e a automação dos alertas e compromissos utilizando o Zapier. Vale a pena dar uma lida se você busca melhorar sua organização na vida pessoal e no trabalho também.

Segue o link: https://blog.trello.com/work-life-focus-trello-insider-guide-personal-productivity

Why Simple Wins in This Complicated World

Achei bacana o post que saiu no LifeHack sobre simplicidade. Sempre achei a chave para obter os melhores resultados, mas acredite se quiser: ser simples é muito mais difícil do que ser complicado. Veja mais no post original

Instagram quebra o limite de recência de mídia no Stories

Instagram Stories

Instagram Stories

Você já deve ter usado o Instagram para postar um moment, certo? Viu que era igualzinho o “Snap”. Bem, depois da surra que o Snap levou com o advendo do Stories, agora a pá de cal no Snap foi a quebra do limite de tempo no Stories (Insta) em que a mídia foi tirada de 24 horas. Para ser mais claro: agora o Stories do Insta permite que você também faça o upload de fotos ou vídeos antigos, pra matar aquela saudade e para socializar mais. Isso é algo tão básico, mas que só chegou agora devido ao padrão do mercado em esse tipo de Snap já ser efêmero por natureza, mas parece que agora que a rede definifivamente se tornou mais popular e maior que o seu concorrente, o padrão está mais aberto a outros público e também dando mais liberadade para pessoas postarem o que quiserem.

Li no SMW

Sometimes You Still Love The Person But You Have To Let Go

Como fazer anotações ajuda seu cérebro a memorizar as coisas (Mesmo que você não termine as tarefas)

bloco de notas e post it

Achei esse post muito bacana da Fast Company que comenta sobre como a escrita e o hábito de fazer anotações pode te ajudar a se planejar melhor a longo prazo. Voltei a fazer anotações este ano, depois de décadas usando somente o on line para anotar os fatos cotidianos (e às vezes em alguns casos anotações mais importantes à mão). O post descreve como o hábito da escrita pode te ajudar a memorizar os pontos mais importantes, traduzir o subjetivo para o mundo real através do papel e caneta e a estruturar linhas de raciocínio que no digital seriam muito difíceis de montar.

 

VOCÊ ESTÁ SOZINHO NESSA. E ESTÁ TUDO BEM (Opa, não é bem assim)

Mr. Robot

Hoje acordei e li o texto da Cátia Rodrigues, no Obvious. Texto interessante, sobre como as pessoas iniciam suas vidas sob a proteção materna, e de como é a realidade do mundo, em que você se encontra solo daí pra frente. Bem, o texto diz bem sobre o aprendizado para a maioria das pessoas. Concordo com a Cátia quando diz que em verdade, estaremos sempre sozinhos, que o importante é aprendermos a nos amar, e etc. Como disse, talvez para pessoas que não sintam solidão constantemente, essa teoria pode rodar bem. Mas, para os que sempre vivem sozinhos, a questão é um pouco mais complexa.

Hoje, pelos relacionamentos superficiais, desencontros de interesses e vida dedicada à outras situações como trabalho, estudo, é cada vez maior o número de pessoas sozinhas em grandes cidades, o que não deixa de ser um paradoxo: as áreas com maior concentração de pessoas ao mesmo tempo é onde residem grande parte dos solitários modernos. Estes não costumam ter muitos círculos de amizades, e por isso acabam não tendo oportunidade de sair, ir à eventos em que normalmente costumamos ir em grupos, ou apenas da uma saída para espairecer. Claro, algumas formas diferentes de se distrair sempre estarão à mão, como fazer uma corrida, pedalada, um cinema ou simplesmente caminhar sem muito destino. Mas, sentar-se à mesa de um bar sozinho na sexta à noite passa a ser uma experiência um pouco triste quando se está sozinho, e por mais que você saiba que a natureza do ser em sua essência é esta, é difícil se conformar com esse status.

Elliot Alderson, da série Mr. Robot, exemplifica bem o cidadão moderno, não o comum, mas um cidadão que passa a ser cada vez mais aparente nas grandes cidades. Uma pessoa que vive consigo mesmo, e seus traumas, lembranças, desejos. Seu círculo social é pequeno, limitado à alguns familiares, amigos ativistas e mais nada. Convive diariamente com sua inconformidade com o mundo, ironiza o estilo de vida Starbucks, e passa noites em claro em frente ao computador ou seu Smartphone. Claro que Elliot é um caso extremo, mas com tudo na vida, não existem cortes secos, e nessa zona cinzenta que leva do extremo à norma, há um exército de pessoas sentindo-se solitárias e sem muita alternativa para mudar isto.

Portanto, os benefícios e aprender a conviver sozinho são bons até um certo ponto, quando isso passa a se tornar um comportamento frequente, a história de aprender que não existe ninguém ao seu lado e viva a sua vida consigo mesmo não é tão romântica e satisfatória.

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