Arquivo do autor:Ismael Paulo Santos

Dica de livro: Triggers

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Minha última leitura foi um livro para procurar melhorar minha atual visão de alguns acontecimentos. Todos na vida temos momentos de dúvidas, impressões se estamos no caminho certo ou algumas recaídas para o aborrecimento, stress e tristeza. O que este livro faz é fazer você pensar se isto realmente deve te preocupar, e que você mesmo pode consertar isto. Não caia no velho costume da maioria das pessoas de se vitimizar e achar que o mundo está contra você, pois só você pode mudar a forma de enxergar as coisas, afinal o ponto de vista é seu.

Parte 1: Porque não nos tornamos as pessoas que queremos ser?

Neste capítulo o autor inicia o estudo sobre o comportamento humano, e os fatores ambientais que contribuem para o status quo ou influenciam na suas decisões e comportamentos diários. Daqui tiramos duas verdades imutáveis:

  • Mudar o comportamento (de fato) é muito difícil
  • Ninguém vai nos mudar a não ser quer você esteja realmente afim de mudar

Neste capítulo o autor aborda também a importância de conhecer os gatilhos que encadeiam suas reações e entendê-los melhor. O Segundo capítulo fala sobre o ambiente e como contextos que você nem percebe podem fazê-lo tomar decisões que não necessariamente representam suas vontades. Voltando um pouco sobre os gatilhos, o autor comenta sobre a identificação dos gatilhos, que podem ser internos ou externos, direto ou indireto, conscientes ou inconscientes, antecipados ou inesperados, encorajadores ou desencorajadores, produtivos ou contraprodutivos. O Capítulo 6, ótimo para quem vive planejando a vida, ele discursa sobre a nossa falha humana em sermos ótimos planejadores e péssimos fazedores, e como aproximar cada vez mais o pensamento da prática, ouvindo sua equipe, pares, superiores e ir melhorando seus planos à medida que está em contato com o grupo.

Já no capítulo 8 o autor demonstra a roda a mudança, uma demonstração gráfica dos processos de Criar, Preservar, Eliminar e aceitar os processos de mudança e como agir em cada estágio, praticando o auto-conhecimento.

A parte 2 á dedicada ao tema “Tentar”, comentando sobre a importância das questões ativas, aquelas que te fazem pensar se o que você está fazendo tem sentido, ou é a melhor das formas de se fazer. Logo em seguida são apresentadas as questões de engajamento, que vão te ajudar na sua auto avaliação, e neste capítulo me chamou a atenção uma prática interessante que pretendo iniciar em breve: um pequeno checklist diário com questões engajadoras, para que você se lembre diariamente da pessoa que quer se tornar ou hábitos que vai deixando de fazer por causa da rotina. O capítulo seguinte ajuda fazer o acompanhamento, tabulando os resultados em forma de pontos e exemplificando uma auto avaliação e um exemplo real muito feliz de uma pessoa que mudou seus hábitos a partir desta prática.

A parte três do livro já é mais holística, abordando a estrutura como tema e recomendando sua auto-crítica de como você está inserido nela. É a estrutura que você precisa? É a melhor? Você pode melhorá-la? Sem estrutura, todo os esforços anteriores ficam muito mais difíceis de se fazer. O meio desta parte fala sobre tomar decisões sob pressão ou esgotamento, muito útil para você avaliar se está tomando as decisões no momento certo ou se uma estrutura que está influenciando você a tomar decisões não tão boas assim pode estar comprometendo suas escolhas.

A última parte do livro fala sobre não se arrepender, tomar as decisões corretas, coerentes, com todo o aprendizado dos capítulos anteriores e promover sua mudança comportamental para melhor, afim de criar o ciclo virtuoso do engajamento (Gatilho > Impulso > Conhecimento > Escolha > Comportamento e assim repetidamente). No resumo geral um livro interessante para lhe ajudar a se avaliar melhor durante a sua trajetória de vida, lhe relembrando de sempre se perguntar “como posso melhorar a cada dia?”.

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Primeiros vícios de 2017: livros

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Tenho procurado algumas coisas para reorganizar a vida para 2017. Não, dessa vez não houve nenhuma desilusão, problemas mais sérios ou algum dano material. São apenas ajustes, momento em que procuro ler o momento, analisar para onde estou indo e fazer as revisões de coordenadas de rota para não cair em vacilos novamente. Dentro deste processo, vira e mexe me meto dentro de um shopping, e aí reside o perigo, pois não há shopping que não tenha livraria em São Paulo, e quando entro dentro… sempre saio com alguma coisa.

Kindle,Lev? Não, obrigado! Acho que estou ficando velho, ou simplesmente trabalho com tudo praticamente no digital que quero algumas coisas táteis da vida, como livros físicos. Eles são pesados sim, alguns grandes, outros com fontes pequenas e incômodos de carregar dependendo do lugar, mas me permitem entrar no flow de concentração que nenhuma mídia digital já fez.

Este ano diversifiquei um pouco mais em comparação com a série de livros do ano anterior, que eram muito mais focados em negócios e neurociência. A safra para o primeiro semestre tem um pouco de tudo: literatura (algo difícil de eu ler), comportamento, relacionamentos, negócios (não poderia faltar, hehe) e umas histórias de frente de livraria pra vender (chamados também de Sci-fi).

Bem, vamos aos títulos:

Kanji starter 1 – Comprei porque estou estudando Japonês na Aliança Cultural Brasil Japão, e decidi fazer um reforço este ano (junto com o Chinês). É um livro pictórico, bem simples, mas que ajuda a memorizar os Kanjis. Status: Ainda não lido

Going Solo: The extraordinary rise and surprising appeal of living alone – Esse livro já estava há uns bons anos no carrinho de compras do meu carrinho na Amazon, e resolvi compra-lo esse ano para ler. A sinopse é que este livro mostra que viver sozinho não é tão melancólico como costumamos achar: em um mundo moderno onde as pessoas migram para a cidade, decidem casar mais tarde e retardam a concepção de filhos, o autor descreve como as pessoas vem convivendo e se preparando para uma vida cada vez mais stand-alone. Status: Ainda não lido.

Crash – Historinha sobre economia. O autor deve descrever os principais acontecimentos econômicos da história como se fosse uma aula pré-vestibular. Muita informalidade, exemplificação e moral da história. Resolvi comprar também para tirar um pouco da tecnicalidade dos livros que li no ano anterior, que eram baseados em pesquisas científicas, estudos acadêmicos e aplicações práticas. Status: não lido.

Mapeamento e gestão por processos (BPM) – Esse aí achei bacana porque folheando em poucos momentos vi algumas conclusões que vão agregar profissionalmente, como sugestões de desenho de processos de negócio e como administrar demandas. Muito útil para quem trabalha em um ambiente com grande volatilidade, mudanças frequentes de estratégias e reestruturação de processos. Status: não lido.

Triggers: sparking positive change and making it last – Esse livrinho aparentemente me parece uma versão gringa de um mashup de Gustavo Cerbasi com augusto cury. Não tem nada de extraordinário que me chamou a atenção nele, a não ser pelo fato de trabalhar com idéias positivas para encarar o dia a dia e desafios. Status: não lido.

Localização (ainda) é tudo – Esse parece bacaninha pois trabalha com o hábito de consumo relacionado ao contexto geográfico. Daí dá para ir a uma infinidade de aplicações: pesquisa de mercado, sistemas geográficos, economia comportamental, inteligência de mercado e comportamento do consumidor. Estou apostando umas fichas que ele é pelo menos razoável. Status: não lido.

Customer Success: how innovative companies are reducing churn and growing recurring revenue – Esse aí foi (meio) roubada. Comprei com a intenção de aprimorar meus conhecimentos sobre o controle do churn (risco de perda de receita), mas acabei entrando em um livro muito mais direcionado para negócios cujo modelo são de assinaturas e receita contínua (como SaaS, sites, etc.). Apesar da primeira broxada, é o livro que estou lendo no momento e não vou desistir, até porque tem bons exemplos de como gerenciar a jornada do cliente, ativação por diversos canais e modelos de retenção e geração de valor (MRR, LTV e CLV). Status: lendo.

Não há dia fácil – Taí um livro difícil de eu ler: tipo historinha, com relatos de situações, etc. À primeira vista fiquei na dúvida, mas o tema me chamou muito a atenção: guerra, conflito, estratégia, derrotar inimigos. Eu já tinha assistido ao filme que foi feito após o livro, então resolvi arriscar. Curti: livro bacana, com um flow estratégico e que os detalhes deixam a narrativa bem rica. Conta a história da captura do terrorista Osama Bin Laden, desde a estratégia para invadir a residência onde ele estava até o pós-operação. Status: lido

Matéria escura – Esse útil inclusive eu comprei hoje enquanto estava passeando pelo shopping. Resolvi novamente dar uma chance para essas estórias que escrevem em livros. O que me chamou a atenção foi a chamada na contra-capa:  “Você é feliz com a vida que tem?”. O livro faz comparativos sobre as escolhas e se são escolhas ou não, no melhor estilo do paradoxo de Epicuro (o paradoxo da escolha).

Galera, esse é o resumo dos primeiros livros de 2017. Esporadicamente vou postando aqui caso ache algo interessante neles a ser compartilhado.

ÀS VEZES, DAR ERRADO FOI A COISA MAIS CERTA QUE PODERIA TER ACONTECIDO

Não, vinha vida não é um algodão doce como as expectativas geradas pelo post original que carrega esse título, mas ainda assim acreditei no resultado final. Parece que a chegada da Vivian, com toda sua indiferença e contradições trouxeram uma forma diferente de ver as coisas aos 46 minutos do jogo de 2016.

Tudo que poderia dar errado deu: eu gostava dela, ela: nem aí. Eu começava a criar expectativas sobre um relacionamento, ela nem imaginava nessa possibilidade. Eu a queria como uma namorada, ela nem como amigo me via. Bem, no fim das contas, aprendi com ela a sair mais, ver as coisas não como um fim, mas como um processo de tentar, errar, levantar a cabeça e seguir em frente. A Vivian foi o gatilho mental que eu precisava para curtir a vida em 2016: conhecer novos lugares, sair para ambiente que eu não me habituava a sair, aprender que mesmo que nada dê certo, você tentou, e fazer a trip mais louca que eu já pude fazer sem me programar direito: Japão.

Enfim, a vida é assim: um dia você está mal, no outro, pior ainda, mas é assim que a vida é. Vida que segue…

“O que o trouxe aqui não o levará adiante”

“O QUE O TROUXE AQUI NÃO O LEVARÁ ADIANTE”

Holos DHO

Você já leu  o livro de Stephen Covey, Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes?

Trago aqui um verdadeiro companheiro para o livro mencionado acima. O que o trouxe aqui não o levará adiante de Marshall Goldsmith.

Um conteúdo centrado no comportamento interpessoal básico, onde o insight básico do autor é de que boas maneiras são sinônimos de boa administração.

O autor observa que, em um certo nível profissional, nem a inteligência nem as habilidades explicam o fato de que algumas pessoas continuem a progredir enquanto outras estacionam em determinado patamar.

E o que diferencia  uma pessoa da outra? Marshall Goldsmith diz que nada tem a ver com as habilidades de cada um, sua experiência e seu preparo — mas tem tudo a ver com seu comportamento.

A abordagem de Goldsmith neste livro tem como objetivo ajudar as pessoas a identificar e a quebrar os maus hábitos que interferem…

Ver o post original 150 mais palavras

1º FAZ – Festival de Cultura Maker

Maker Culture Movement

Sabe aquele tipo de pessoa que sempre quer fazer alguma coisa, ou não se contenta em ver/ter algo, mas que saber como é feito ou se ela pode fazer melhor? Este é o evento onde várias destas pessoas irão se reunir em São Paulo a partir da próxima sexta (14) para compartilhar, aprender e ensinar outras pessoas na cena Maker de São Paulo. O primeiro FAZ (Festival de cultura maker) será hosteado pela Red Bull Station (Praça da Bandeira, 137, Centro, SP) e vai abrigar três dias de apresentações, projetos e Leia o resto deste post

Sometimes You Still Love The Person But You Have To Let Go

Tem post novo no Corrida de Rua :)

Depois de quase 9 meses de jejum, os posts estão voltando! Leiam post sobre o treino de ontem lá no meu blog de corridapostagem-2016-10-02

5 lugares em São Paulo para você paquerar na vida real

O Yelp fez uma seleção de 5 lugares em Sampa que merecem destaque pelo clima mais despojado, propício à conversas e bom para conhecer pessoas novas. Eu já me comprometi de visitar ao menos dois desses lugares para ver como é realmente. Os 5 lugares estão listados abaixo:

  1. Noname Boteco – “O Noname é o melhor lugar pra juntar uma galerinha e estender o happy hour até depois da meia noite. Com decoração lúdica, nos finais de semana sempre lota” Layla L.
  2. Pitico – “É aquele lugar que qualquer pessoa curte… sem frescura, com uma galera bonita, preços acessíveis e ar descontraído com as cadeiras de praia, bancos e mesas espalhados. Um bom lugar para um esquenta e para paquerar também” Thais C.
  3. Mercearia São Pedro – “É aquele lugar que qualquer pessoa curte… sem frescura, com uma galera bonita, preços acessíveis e ar descontraído com as cadeiras de praia, bancos e mesas espalhados. Um bom lugar para um esquenta e para paquerar também” Thais C.
  4. Dona Flor Bar – “Se você procura um barzinho em Moema, com gente descolada, música ao vivo, comida e bebida boa, este é o lugar! Sábado a noite pra badalar, se divertir e paquerar!”
    Claudia M.
  5. Gracia – “As mesinhas de fora são legais para os grupos que não estão tão interessados em curtir o som. A faixa etária dos frequentadores é entre 22 e 28 anos, no máximo, todos bem apessoados. A minha Bloody Mary veio bem feita.”
    Carla M.

E você, conhece outros lugares bacanas por Sampa onde podemos conhecer gente nova? Sugira aqui também alguns lugares pois estou precisando conhecer 😛

 

Como fazer anotações ajuda seu cérebro a memorizar as coisas (Mesmo que você não termine as tarefas)

bloco de notas e post it

Achei esse post muito bacana da Fast Company que comenta sobre como a escrita e o hábito de fazer anotações pode te ajudar a se planejar melhor a longo prazo. Voltei a fazer anotações este ano, depois de décadas usando somente o on line para anotar os fatos cotidianos (e às vezes em alguns casos anotações mais importantes à mão). O post descreve como o hábito da escrita pode te ajudar a memorizar os pontos mais importantes, traduzir o subjetivo para o mundo real através do papel e caneta e a estruturar linhas de raciocínio que no digital seriam muito difíceis de montar.

 

Estou feliz por você fazer parte da minha vida

Hoje eu sou o homem mais feliz do mundo, pois eu tenho ao meu lado você, minha linda. Acordamos cedo, tomamos o café, e me peguei pensando em como o seu sorriso me encanta a cada dia que passa. O que seriam das manhãs sem esse seu olhar me fazendo acreditar que cada dia é melhor que o outro? Essa covinha, seu sorriso aberto e seus olhos quase fechados, demonstrando mais puro e sincero sorriso que eu já pude presenciar. Respondo à altura, olhando fixamente seus olhos, seus cabelos meio bagunçados e coloco algumas mechas para trás da sua orelha, como sempre gosto de fazer. Faço porque sei que você irá virar o seu rosto para a direita, aproximando seu queixo do ombro, e uma reação quase tímida toma conta de você. Os dias estão bem diferentes do que eram há anos atrás: e eu que achei que nunca iria combinar com alguém, que a procura por uma pessoa era algo quase impossível e aquele meu tom pessimista quando falava de relacionamentos me colocava sempre em desvantagem quando  assunto é conquista. Bem, não é que as coisas mudam mesmo? E pensar que, depois que nos conhecemos, que passamos por todas aquelas viagens malucas, os programas em cima da hora de sexta, as mensagens que me faziam sair aqui de longe para sua casa no sábado só porque a sua banda preferida iria tocar naquela praça, tudo isso parecia impossível de acontecer comigo, um cada que não gostava de coisas não planejadas, mas era você, e com você, eu aprendi que não existe só o 0 e o 1.

Ok, de início foi difícil para eu acreditar que você estava sentindo o mesmo que eu, era difícil para um cara que já foi desenganado no amor várias vezes perceber os sinais que há anos me pareciam apenas ruídos. Não me tocava quando você queria saber mais sobre mim, me mandava aquelas perguntas sobre o que eu via em uma mulher para ela se destacar, as mensagens que você me mandava de bom dia logo pela manhã ou aquelas visualizações frequentes no meu perfil. Mas eu comecei a me desarmar, claro, com a ajuda de muitos livros, os novos amigos que me fizeram enxergar isso, e claro, sua persistência em se mostrar interessada por mim. Claro, não foi da noite para o dia que eu me toquei: comecei a sair com maior frequência por causa de você, frequentei menos starbucks de lá pra cá, passei a ser mais explorador dos lugares que frequentamos e depois que você me ajudou a enxergar novas coisas, eu também percebi que eu precisava mudar, e mudei junto com você. Lembra de como você estava feliz quando recebeu aquele diploma? Sim, aquele que eu te ajudei por noites em claro a resolver aquelas contas, a formatar o texto e até fazermos aqueles almoços coletivos com os seus colegas da faculdade para adiantarmos aos sábados os trabalhos? Pois é, olha como tudo valeu a pena meu amor, não comentamos que mais para frente iríamos lembrar destes momentos? Rs. Entre risadas, lágrimas e pequenas brigas (claro, nem todos os casais são perfeitos) a gente vai construindo pedacinho a pedacinho esse mundo que chamamos de nosso.

Amor, o café está esfriando, não vai tomar? Ou vamos voltar para a cama, para dormir até às 10:00 da manhã nesse domingo ensolarado? Gosto do seu jeito, que me puxa pra fora da cama e me diz que temos que aproveitas cada momento que temos. Cada vez que você levanta antes de mim (que são poucas vezes, rs) eu me identifico mais com o seu jeito afobado de ser, já separando a roupa pro passeio e o tênis da corrida: se não fosse alguém como você, eu provavelmente estaria sozinho nesse mundo. Você me puxa pelo braço e me joga a camiseta da prova no meu rosto, me acelerando pra não perdermos a hora. Mas Amor, é só um treino, eu digo, e você toda séria responde que treino é treino. Olha, como não amar? 🙂

E no parque, conversamos sobre a semana, o que foi bom, o que não foi tão bom assim, e nos conhecemos mais a cada dia. É tão incrível que mesmo que conversamos todos os dias, via whatsapp, audio ou snap, ainda mantemos o alto astral numa conversa de fim de semana como se fôssemos um jovem casal se paquerando. Acho que isso é devido ao seu jeito curioso, essa sua forma de perguntar sobre tudo e de querer ajudar a todos. Eu achava estranho no começo, mas depois, via cada detalhe como um universo. Eu realmente me apaixono por você a cada dia. Bem, hora de voltarmos pra casa. E vamos comer fora? Se fosse por você, não teríamos cozinha na sala, né amor? Sempre tem um restaurante para se conhecer, amigos para nos encontrarmos e famílias para nos reunirmos. Lembra do último restaurante em que você fez questão de ir embora antes do prato chegar? Pois é, esse seu jeito nos colocou em casa uma nesses anos, hein? Eu sou mais paciente, só questiono quando vejo que algo está errado. Você consegue ser mais detalhista que eu, vê tudo e por já ter trabalhado com eventos, quer que todo serviço seja perfeito, não se contenta com algo abaixo da linha. Amor, você sabe que nem todo mundo tem o seu nível de comprometimento e entrega, tem que entender que as vezes as pessoas não vão entregar 100%, vão entregar 60% e se você reclamar, vão achar que você é que está errada. Bem, eu já te avisei, mas não posso deixar de admirar sua sina pela perfeição.

Eu me lembro bem de há alguns anos atrás, ficar triste olhando pela janela da minha casa aos domingos, achando que já não tinha jeito, que a vida tinha chegado ao seu limite e que aquela pessoa especial na minha vida tinha se perdido em algum lugar desse mundo. Mas aí você apareceu, e transformou minha vida pra melhor nesses dois anos. Agora, é só eu olhar pra você que você me devolve uma careta ou uma cara de séria, que logo depois de desfaz e entrega um sorriso que é quase uma pintura para os meus olhos. Você sabe que eu sempre fui apaixonado pelos seus olhos. Mesmo que você não goste quando outra garota de olhos puxados passe pela gente, achando que ela estava olhando pra mim, reitero aqui que só você tem esse conjunto mágico: olhos amendoados com essa marquinha, covinhas absurdamente lindas e esse jeito de jogar o corpo quando sorri que é marca registrada. Claro que não tem nada melhor que passar os dias contigo, me sentindo amado, feliz, e sabendo que você sente o mesmo, porque eu já disse que eu era o último cara verdadeiramente romântico que sobrou nessa vida. Lembra das flores que você recebeu, e achou que não era para você? Lembra-se de quando eu parei a Oscar Freire para te pedir em noivado, e você ficou pálida, sem reação? Agora você acredita no que eu disse, não é?

Hoje, te escrevo uma carta à mão porque você é especial, você não é só a mulher da minha vida, mas também é a mulher que mudou a minha vida. Não poderia ser mais grato por essa feliz coincidência do destino em ter nos colocado naquele aplicativo, e após tantos anos achando que não tínhamos nada a ver, estamos aqui, selando o nosso compromisso para a eternidade. Eu te desejo muitas felicidades, muitas alegrias, e que compartilhemos 1.000 vezes mais momentos felizes dos que já compartilhamos. Eu sei, hoje é apenas um domingo meu amor, mas pra mim, cada domingo contigo é uma vida vivida de alegrias.

Do seu eterno companheiro,

Isma

PS: Essa mulher nunca existiu, nem as situações acima descritas. Projeto futuros em minha mente e de vez em quando escrevo aqui estes microcontos

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