Arquivo mensal: maio 2016

Contagem distinta em Tabela Dinâmica no Excel

Como profissional de inteligência de mercado, uma das maiores necessidades é fazer análises em grandes volumes de dados, e muitas vezes precisamos contar o cliente apenas uma vez para fazer um estudo de produtos, itens, etc.

Por DOIS anos, estava procurando formas de fazer contagens únicas (distinct count), que é uma forma de você não contar duas vezes um mesmo nome, código, etc. Pois bem, eis que durante o dia de folga, estava buscando informações sobre análises dinâmicas, bancos de dados, e me deparei com um bloq que demonstrava como fazer isso via tabela dinâmica. Não aguentei e fui testar para ver se isso me atendia, e qual foi a surpresa ao descobrir que é realmente o que eu preciso!!!! Como muitos profissionais também tem essa necessidade, estou compartilhando aqui para que vocês desfrutem dessa valiosa info:

Passo 1: Selecione as colunas (apenas produtos e coluna de código) e vá para a guia Inserir> grupo Tabelas> clique em tabelas dinâmicas

Passo 2: Uma nova janela irá aparecer. Aqui você pode escolher para inserir a tabela dinâmica na folha existente ou uma nova folha. Eu escolhi folha existente e mencionou a célula para a inserção. Não se esqueça de verificar “Adicionar esses dados para o Modelo de Dados”

Passo 3: Vai ter um momento para processar e de interface normal de tabela dinâmica aparece. Mova o campo produtos para linhas quadrante e campo de código de valores quadrante.

Passo 4: Atualmente ele está mostrando a contagem simples de produtos, mas precisamos de contagem distinta. Clique no quadrante de valores na tabela dinâmica, clique co mo botão direito no campo desejado e selecione “Configurações do Campo de Valor” e da caixa de diálogo, selecione “contagem distinta” (última opção) e clique em OK.

Não acreditou? Pois é, nem eu!!! Na verdade, o que faz toda a diferença é marcar a opção “Adicionar esses dados para o Modelo de Dados” enquanto você está construindo a tabela dinâmica. Ela habilita este campo que em uma tabela não configurada como modelo de tabela simplesmente não existe.

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SEM VBA, SEM FORMULAS, SEM GERAR MAIS BASES DE DADOS! Uhuuuuuuuuuuuuuuuul!!!!

O post completo com outros dois métodos você pode conferir neste link

 

 

Não seja esse profissional do Circus Hair

Um belo dia fui cortar meu cabelo na rua augusta. Estava entre o retrô hair e o circus hair (que depois fui descobrir que eram a mesma coisa). Desde que a minha cabeleireira saiu de São Paulo, nunca consegui me firmar com um(a) profissional decente. Foi quando tentei ir ao Circus hair cortar meu cabelo. Como passo sempre pela rua Augusta, vejo que este salão é bem frequentado e bem falado também. Nas duas primeiras vezes não tive problema algum, elogiei inclusive o atendimento, cordialidade e clima descontraído do salão. Mas na terceira vez que fui cortar o cabelo, acabei sendo atendido por um profissional chamado Marco. Achei que por conta do atraso de 10 minutos, ele estava de mau humor, mas pelo visto não era só isso. Realmente não entendi o problema, mas foi visível que o profissional passou o seu mau humor para o seu trabalho. Em tantos anos frequentando diversos salões, nunca fui tão mal atendido como desta vez. E se fosse somente isso seria bom, o problema é que o corte estava visivelmente errado! E não havia muito o que fazer (pois eu não iria raspar a cabeça toda), a não ser deixar registrado no balcão de atendimento a péssima imagem que um profissional pode fazer de uma empresa inteira.

Portanto, fica aqui a minha dica: Evite ser aquele tipo de profissional que passa suas angústias e irritações da vida pessoal para o âmbito profissional. Pode ser a empresa que for, com toda a sua cultura divertida, alegre, etc como era a do Circus Hair, mas se você tem no time um profissional que não age com estes padrões, certamente algo lá dentro não está sendo bem gerenciado.

Resultado da história: acabei deixando de frequentar o Circus Hair, e estou procurando outros salões onde os profissionais sejam no mínimo educados.

Metamorfose nas ruas de NY

É realmente impressionante a mudança de algumas das principais ruas de Nova York nos últimos anos. Imagens cheias de carros deram lugar a outros onde os carros desapareceram e seu lugar foi tomado por pedestres e ciclistas. Neste vídeo feito pela StreetFilms você pode ver claramente a mudança de monumentos como a Times Square, Herald Square, a orla de Brooklyn, entre outros lugares, que foram transformados sobre a gestão de Janette Sadik-Khan Comissário de saída de Transportes de Nova York. É o fim do imperialismo do automóvel como veículo primário de transportes, uma vez que as grandes cidades já possuem uma infra-estrutura que não nos faz necessitar de grandes deslocamentos. São Paulo já está seguindo esta tendência, ampliando a rede de ciclovias, investimentos maiores nos transportes de massa e limitação da circulação de automóveis através do fechamento de faixas de rolamento e de rodízios e limitação de velocidade. Ainda temos um longo caminho a percorrer por aqui, mas em alguns anos vamos poder fazer um retrospecto assim como foi feito no vídeo acima.

 

 

#20160516 – Diário alimentar

Hoje foi o dia que planejei começar a regrar minha alimentação e simplesmente esqueci de levar absolutamente tudo para o trabalho! Sacanagem! O que consegui no entanto foi evitar o consumo do refri no almoço, mas as refeições intermediárias não passaram do puro copo de café preto mesmo:

  • Café é grus
  • Café
  • Arroz, creme de milho, repolho, peixe e pastel
  • Gelatto de morango e limão siciliano 
  • Café
  • Chocolate 
  • Arroz, frango
  • Água tônica 
  • Grus

Sem “cola social” não há interação

Existe algo que liga às pessoas, interesses, vontades, metas e objetivos. Sem isso, fica difícil interagir ou ter companhia para as mais simples atividades da vida. Sair por exemplo é uma delas. Quando seus amigos já estão em outro estágio da vida, tendo filhos, casando, fica complicado ter um círculo social de longa data com uma boa frequência de interações. Dos vários fins de semana em casa, muitos se devem a não ter muita motivação para sair nos fins de semana. A faculdade já acabou, os colegas de trabalho são do trabalho, e a galera mais chegada da infância ou de outras épocas já estão em outros níveis de socialização. Pois é, chega uma hora que ou você se joga no mundo, ou acaba numa ilha dentro de uma grande metrópole. Não é à toa que os shoppings estão lotados, academias cheias e cinemas com lotação nos fins de semana: muitas pessoas estão procurando atividades que possam ser feitas sozinhas, simplesmente porque  a sociedade está se tornando cada vez mais solitária.

Algumas causas podem contribuir para a socialização, como uma atividade física em conjunto, como pedalar, correr, ou atividades culturais como mostras, feiras gastronômicas ou eventos sociais como blocos de rua, festas juninas, etc. A internet é boa, mas ainda não existe algo que possa substituir uma boa conversa pessoal.

Oscilamos entre a solidão de multidões e a agradável comemoração típica brasileira com muitas pessoas e interação. Navegar entre os dois mundos sempre nos deixa com um Jet Lag social, que é relativo: eu posso ter um perfil mais reservado, enquanto meus amigos podem ser quase PR’s das baladas mais conhecidas da cidade.

No final, tem que haver algo que nos ligue, que nos conecte, sejam interesses em comum, causas ou revoltas (que não fez amigos durante os protestos? rs). Difícil é não ter algo e tentar conversar com as pessoas em situações diversas, uma dificuldade para os mais introvertidos.

[Rascunho de uns bons meses publicado agora mediante pequena revisão 😛 ]

Que tal começar o dia com um brainstorm?

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  1. Adie o julgamento, não existem más ideias nesta etapa, o importante é pensar;
  2. Tenha idéias malucas! Essas ideias são as que geram inovação;
  3. Construa sobre ideias de outros, desafie a si mesmo a construir algo sobre a ideia de outra pessoa e torná-la melhor;
  4. Esteja focado no tema, melhores resultados são obtidos quando todos mantém a disciplina;
  5. Seja visual, tente recrutar o lado lógico e o lado criativo do cérebro, use e abuse dos post-its, lousas, desenhos e protótipos;
  6. Converse com apenas uma pessoa por vez, as ideias precisam ser ouvidas;
  7. Estabeleça um objetivo alto para o número de ideias, depois, ultrapasse esse número;
  8. Experimente colocar as idéias em prática, imagine-se nelas;

Tenham uma ótima semana!

Perder peso depois dos 30

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Cara, como é complicado! Achei que era história de gente desregrada e que não cuidava da saúde, mas com essa idade você começa a focar em algumas áreas da vida, como profissão, eventos sociais, e acaba (se não for muito disciplinado) descuidando da atividade física. Com isso, invariavelmente por conta do metabolismo, você acaba ganhando uns quilinhos a mais. Ontem eu estava vendo algumas dicas nesse post sobre como gerenciar o seu peso, e vou adotar aqui no blog uma que achei muito bacana: fazer um diário da sua alimentação.

Ah, sem aquela burocracia maluca, vou postar por aqui tudo o que consumi durante o dia, com uma forma e entender meus hábitos e como estão contribuindo para a minha saúde. Não parece, mas o simples ato de anotar as coisas gera um comprometimento maior e você passa a ver diariamente o que o seu comportamento involuntário está te condicionando a ser. Pois bem, para iniciar a série, compartilho aqui o primeiro dia, que não foi a melhor das alimentações, mas já ajuda a entender porque eu estou com aquele pochete na barriga:

#20160514- Diário alimentar

Café com tapioca
Arroz, feijão, farofa e carne vermelha
Pão de batata
Café
Arroz e farofa
Sorvete de passas ao rum
Iogurte de mel

É galera, ainda bem que comecei com um dia que estou em casa, porque se tivesse anotado o que comi sexta à noite com a galera, tava ferrado! Kkkkkkkkkkkkkkk

Se você leu esse post, pode comentar o que você comeu hoje, e o que recomenda para uma dieta mais balanceada? Não deixei de comentar aqui, porfa!

 

O fim das 9 às 5 (mas nem tanto)

Sim, muito provalmente algum dia isso vai mudar. Vejo tantos posts “catadores de likes” com essas chamadas de fim dos horários, etc. que parece que o mundo vai mudar. Não, não vai! Ao menos na velocidade que todos acham. Até porque tem muita gente no mundo de gerações anteriores, pessoas novas com costumes antigos, pessoas antigas com costumes novos,etc. O que importa é saber que nada é fixo (nem a bike fixa), tudo muda a toda hora e a todo tempo. Você pode trabalhar num esquema de 9 às 5 e ainda assim ter a liberdade de mudar seu horário, fazer seu home e tirar sua sexta curta. Tudo depende de quão competente você é e entendedor para saber que a vida não é tão quadrada como você pensa.

Se você chega no trabalho pensando em cumprir uma rotina, e quando o relógio bater e der a hora você vai embora como um operário da época do Charles Chaplin, você está redondamente enganado. Nas organizações ou tarefas mais novas, você é pago para encontrar soluções para algum problema, seja ele comunicar com outras pessoas, vender mais itens, atrair a atenção ou matar a fome de alguém. Aí desta forma você estará trabalhando como um profissional atual.

Como os Millennials vão mudar a forma como trabalhamos

Tava lendo esse post e resolvi escrever sobre isso porque o mundo que pintam na internet é muito lindo, mas não existe uma linha divisória entre os antigos e novos comportamentos. Há sim uma zona bem cinzenta onde tudo se mistura, e é você quem vai saber quando deve ter um comportamento de vanguarda, e ainda assim respeitar que não tem vontade de se adequar ao mundo novo.

Eu sou um cara que não tenho horário certo para ser criativo. Às vezes das 9 às 5 eu tenho as ideias mais loucas e transformadoras, e de vez em quando eu acordo na madrugada para testar um cálculo ou escrever algo que estava sonhando e achando que ia dar certo se aplicar. Muitas vezes no fim de semana eu tenho as idéias mais malucas que podem virar negócio e serem efetivas, o que seria difícil acontecer quando você está numa sala de reunião ouvindo rotinas e processos que não ajudam em nada no processo criativo.

Estes dias tentei mudar uma das minhas reuniões, e pratiquei algumas técnicas do design thinking. Algumas pessoas se sentiram bem tranquilas para contribuir e outras estavam claramente desconfortáveis com aquela situação (reunião em pé, conversando com os demais e sem muita formalidade ou hierarquia). Ao final, perguntei o que acharam para os mais novos e os mais velhos da turma, e adivinha o que aconteceu? Pessoas mais novas disseram que acharam desnecessário aquele tipo de metodologia, e outras mais velhas acharam super construtivas! E agora, quem de fato é millenial?

Sim, as coisas vão mudar, como sempre mudou, e estará em constante mudança, mas não pense que a sociedade é uma massa heterogênea de comportamentos. Cada vez mais temos perfis surpreendentes em nossas equipes. Cabem aos líderes trabalharem da melhor forma possível para desenvolver o máximo de cada um.

Confira um infográfico abaixo sobre os millenials:

infográfico-millennials-no-trabalho

Bike 2 Work

Olha aí algumas fotos das primeiras semanas indo de Bike para o trabalho. Não é nada fácil percorrer 17km’s para ir trabalhar, mas agora ao menos encontrei uma forma de colocar a atividade física na rotina do dia a dia. Mas claro, só foi possível começar a mudar a rotina por conta da infra-estrutura existente no condomínio, que nos permite guardar a bike em um local seguro, trocar de roupa, tomar um banho e ter segurança.

Pricing no Brasil

Nos últimos meses tenho trabalhado intensamente com pricing, e senti muita falta de artigos, pessoas ou encontros para discutir este tema, principalmente quando falamos de negócios entre empresas (b2b). À primeira vista me parece que as empresas não procuram a precificação equilibrada, ou o preço justo, que busca balancear o valor do produto com a proposta de valor e o valor percebido pelo cliente.

Um dos sites que consegui bom conteúdo é o b2bInternational, que discute análises, estudos e boas práticas e estatísticas sobre preços, custos e impactos financeiros. Bem bacana. Outra fonte que encontrei foi o livro Gerência de preços, de Roberto Assef. Fonte interessantes para quem quer se aprofundar na gestão de receitas.

Mas muitas coisas só metendo a mão na massa e fazendo mesmo, por exemplo onde trabalho tivemos que elaborar inúmeros planos estratégicos visando a rentabilidade, e não haviam receitas prontas: tivemos que elaborar algumas lógicas de acordo com a rentabilidade e o volume de compras dos clientes para chegar a um delta de reajuste que possibilitasse reduzir os impactos econômicos dos últimos anos e manter nossos clientes fiéis à nossa marca.

Apesar de toda complexidade, análises estatísticas, estudos pesados e muita argumentação, está sendo um trabalho muito proveitoso e um aprendizado constante e fantástico. Se você tem um negócio ou gerencia alguma empresa, um dia você vai precisar ter conhecimento desta matéria.

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